“A Educação é a base de tudo, e a Cultura a base da Educação”

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segunda-feira, 31 de maio de 2021

- A origem dos nomes dos Bairros

A origem dos nomes dos bairros de Blumenau
do Vorstadt: “Entrada da Cidade”, isto é, para quem vinha do litoral é o que se localiza antes do centro da cidade.
Centro: Local onde ficou instalada a sede da Colônia Blumenau, conhecida como Stadtplatz – praça da cidade. Hoje engloba três ruas principais, a Rua XV de Novembro, a Rua Sete de Setembro e Castelo Branco (Beira Rio).
do Ribeirão Fresco: Desde o início da Colônia Blumenau, já se conhecia o caminho principal deste bairro como Kühler Grund – palavra de origem alemã que significa Solo Fresco, daí o nome do ribeirão, como Fresco.
do Garcia: Por existir nesta região moradores vindos do rio Garcia de Camboriú, hoje rio Camboriú, já em 1846. Conhecidos como gente do Garcia
da Glória: Nome dado em 04 de fevereiro de 1938 pelo então prefeito José Ferreira da Silva por existir nesta localidade, desde 1920, o Clube Musical Glória.  Esta localidade até esta data era conhecida pelos moradores como Spectiefe – palavra de origem alemã que significa caminho ou vale lamacento, ou gorduroso.   
Progresso: O nome deriva de na proximidade da região; serem instaladas as primeiras indústrias têxteis: Empresa Industrial Garcia e a Artex, sinal de Progresso. Quando um morador vinha fazer uma "Ficha" nas empresas ou no comércio, eram perguntados: Onde você mora? - Moro no Alto Garcia, ou Garcia Alto, - mas onde fica este local? ; - Lá onde o Progresso está chegando, se referindo as indústrias. 
Valparaíso: Por haver na localidade um conjunto residencial Loteamento Valparaíso – nome dado em homenagem à cidade chilena de Valparaíso. 
da Vila  Formosa: Margeado pela rua Hermann Huscher, este bairro foi criado em 1956 pelo prefeito Frederico Guilherme Busch Júnior.   Esta denominação foi dada em homenagem a um grande proprietário de terras no Bairro Vila Formosa, que inaugurou um curtume no dia 7 de janeiro de 1898.
Jardim Blumenau: Criado em 1956 belo então prefeito Frederico Guilherme Busch Júnior que o denominou assim, motivado pela tradição dos moradores terem em frente às casas, sempre jardins bem cuidados. 
Bom Retiro: Desde cedo esta localidade era conhecida como Jammerthal – que significa Vale das lamentações. O nome do Ribeirão Retiro já consta no mapa de Blumenau de 1864.  Com a criação deste bairro em 1956, a tranqüilidade do lugar deu origem ao nome de Bom Retiro.
da Velha: A origem do nome deste bairro tem duas versões: uma, que remonta a 1838 diz que na região morava uma velha senhora as margens do ribeirão; outra versão baseia-se no fato de que ali existiria uma família de cognome Velha, antes mesmo da fundação da cidade de Blumenau. Como também de referencia a serraria mais velha, do que a do Garcia.
Velha Central: Área central do curso do ribeirão Velha com ampla área plana, envoltos em pequenos morros.
Velha Grande: Área junto do ribeirão da Velha formada pelo estreito e longo  vale deste ribeirão, hoje com locais de ocupação quase que exclusivamente em áreas de declive.
Passo Manso: Desde cedo esta região era conhecida como Stiller Pass, que significa passo ou passagem calmo ou silencioso, pois o rio Itajaí-Açu ali tem suas águas calmas e tranquilas.
Salto Weissbach: Bairro na margem direita do rio Itajaí-Açu próximo da foz do Ribeirão Branco, que em alemão se diz “Weissbach”. Nome dado por imigrantes alemães que significa “Salto do Ribeirão Branco”.
do Salto: Bairro localizado na margem direita do rio Itajaí-Açu, do lado sul do Grande Salto de 8 metros de altura aproximadamente.
da Escola Agrícola: Na localidade em 1940 foi instalada uma “Escola Agrícola Municipal” para crianças. Com o desenvolvimento a região passou a ser conhecida como Escola Agrícola. 
Água Verde: Diz a lenda que por haver nas águas do ribeirão da região grande número de algas e musgos, aparentando ser de coloração verde, daí o nome deste bairro.
Vila Nova: Bairro criado em 1956 e deu-se o nome de Vila Nova, porque na época sua ocupação com residências era recente. 
de Itoupava Seca: Localizado no lado Sul do rio Itajaí, o nome Itoupava de origem tupi-guarani significa corredeiras, já Seca se refere ao afloramento das pedras do leito do rio em épocas de estiagem.
dr. Victor Konder: Nome dado em homenagem a personagem da história local. Victor Konder tinha uma fazenda nesta localidade e  foi Presidente da Câmara de Blumenau, Secretário da Fazenda do Estado e Ministro da Viação.
da Boa Vista: Nome derivado de neste bairro haver um morro que desde cedo oferecia uma boa visão da área central da colônia.
da Ponta Aguda: Nome dado pelo fato de o rio Itajaí-Açu nesta área ter uma curva bem acentuada, formando uma ponta de terra, daí Ponta Aguda. 
Nova Esperança:  A localidade era conhecida como Morro do Abacaxi , mais tarde após o encontro de uma onça passaram a chamar Toca da Onça, nos anos 1980 após um plebiscito na comunidade optaram pela denominação Nova Esperança, por ventura da esperança dos inúmeros migrantes que chegavam ao local.
de Itoupava Norte : O nome  Itoupava é de origem tupi-guarani e significa corredeiras, logo este bairro está localizado no lado Norte do rio Itajaí-Açu.
Fortaleza: Região do ribeirão Fortaleza, por ventura deste ribeirão haver próxima sua foz no Itajaí um rochedo alinhado semelhante a uma fortaleza. 
Tribess: Nome dado em homenagem a um dos primeiros moradores da localidade. 
Fortaleza Alta: Região próxima as nascentes do ribeirão Fortaleza.
Fidélis : Nome derivado da referência que os primeiros moradores da localidade faziam ao ribeirão ali existente, dizendo: fluss geht ganz fidel – o rio corre mansamente. A palavra Fidel, mais tarde aportuguesada passou a ser pronunciada Fidélis. 
Salto do Norte: Lado norte do Grande Salto do rio Itajaí-Açu..
Badenfurt: Bairro próximo à região da foz do rio do Testo no Itajaí-Açu, onde imigrantes vindos de Baden se estabeleceram, daí o nome que significa travessia do (rio) de Baden. Trata-se de um lugar que permite a passagem de um rio, travessia do rio em uma localização da água rasa (mas não pantanosa).
Testo Salto: Bairro próximo ao salto do rio do Testo, daí a origem do seu nome. 
Itoupavazinha: De origem tupy que significa “pequeno ribeirão com corredeiras”.
Itoupava Central: Região central do ribeirão Itoupava. Itoupava: corredeiras.
Vila Itoupava: Vila do ribeirão de corredeiras.
Para saber mais acesse:
Arquivo de Adalberto Day/Colaboração Jochen G. Rohlfs

domingo, 16 de maio de 2021

- A curva do Rio Itajaí-Açu em Blumenau

A Curva do Rio Itajaí-Açu em Blumenau

Quando dr. Blumenau esteve por aqui pela primeira vez acompanhado pelo canoeiro Ângelo Dias, logo se encantou com a exuberância das matas, do rio e principalmente com a curva do rio. Este ano foi 1848 e veio para fazer o reconhecimento de sua futura “Colônia Blumenau”, jamais confundir com Colônia alemã.

As boas línguas contam que ao passar pela curva do rio se encantou tanto, que decidiu estabelecer por aqui seu projeto, mesmo sabendo através dos indígenas que lhes disseram: “dr. Blumenau, mas aqui pega enchente - teria respondido Hermann Blumenau ao indígena, “não enche” ...”

Como se formou a Curva do Rio Itajaí Açu em Blumenau?

Um capitulo a parte e é preciso entender, pois não é nos ensinado nas escolas entre tantos assuntos que não nos ensinam.

Existe uma pedra ou Laje chamada Lontra., ao ser observada pelos indígenas, deram o nome (quando o nível do rio estava abaixo de 2 metros) é escura e tem uma figuração comparada a uma “Lontra”. E essa laje começa do outro lado na rua Itajaí  na parte visível e passa por baixo do rio até onde se localiza mais ou menos a praça dr. Blumenau, e casa Caça e Pesca. Os colonos a chamavam de "Hunger stein" pedra da fome.

Bem, mas o que ela tem a haver com a curva? ... há milhares de anos quando o rio começou a se formar, ele (teria) começado a "forçar" o lado frontal dessa Pedra ou Laje, e "percebeu" que não dava para seguir reto e se curvou a aceitar, contornar e formar a curva do rio, ou Ponta Aguda também nome chamado pelos indígenas. Simples assim ... nesse caso aquele ditado: “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”  as águas se “curvaram” é a lógica.

  “ PEDRA DO LONTRA  - como marco referencial da nossa conjuntura. 

Presumia-se, até os anos sessentas do século passado, que o nível das águas do rio Itajaí Açu, quando considerado em seu fluxo padrão, estivesse situado a cerca de 1,50 metros acima do nível do mar, no trecho, de seu curso, diante da posterior cidade de Blumenau, ou mais precisamente na linha da flor d’água que fluía sobre a Pedra do Lontra. Nos primórdios da colonização o que mais importava quanto ao nível das águas, era a condição de haver fluxo de águas com volumes suficientes à viabilidade da navegação, se bem que, por evidente, houvesse grande preocupação com possíveis enchentes. Nos períodos de longa estiagem a antiga Colônia permanecia completamente isolada de qualquer comunicação, por não haver, então, via alternativa de trafego que não fosse o Itajaí Açu.

Situações de calamidade ocorriam quase anualmente quando a pequena vazão das águas não permitia que as embarcações, provindas de Itajaí, com toda sorte de mantimentos e mesmo novos colonos, alcançassem Blumenau, necessitando procederem, quando ainda possível, o desembarque em Gaspar, cujo atracadouro situava-se onde, no presente, encontra-se a cabeceira da margem direita da Ponte Hercílio Deeke. Era o quanto acontecia com o vapor São Lourenço – de navegação marítima - que desde 1874 foi a embarcação que mais significativamente atendeu a Colônia Blumenau. O primeiro aportamento do São Lourenço em Blumenau, ocorreu em 22/11/1874.

O ponto referencial para verificarem se haveria condições de navegabilidade até o porto de Blumenau, era o cabeço da ¨Pedra do Lontra¨. Antes de 1937 era dita ¨ Otter Stein¨, mas devido a nacionalização que então ocorria de forma coercitiva, passaram nos documentos oficiais a referi-la como Pedra do Lontra, no masculino, porque na língua germânica Otter, ou seja Lontra, é masculino.

Na verdade, trata-se de uma extensa laje de pedra estratificada (em camadas) que se estende desde a margem direita do Itajaí Açu até pouco antes da margem esquerda, quando termina formando um cabeço mais elevado.

Observada do alto da margem, em períodos de seca, a aparência da escura laje coberta de liquens à guisa de pelagem cujos filamentos remexiam com a fraca correnteza, era a de uma gigantesca lontra, com o corpo submerso e cuja cabeça sobressaia da água, faz, com rio, a partir do local onde se encontra a casa “Caça e Pesca.” A chapada daquela pedra (“ Pedra ou Laje Do Lontra”- no masculino, como costumavam chamá-la até o ano de 1954 e com tal denominação a referia Raul Deeke, que estudou detalhadamente as enchentes visando emergir o casco do “Vapor Blumenau”, então semi submerso na foz do ribeirão de Tigre (Tigerbach) para colocá-lo nesta laje.

Na linguagem popular a Pedra da Lontra indicaria grande flagelo de seca, provocando escassez de alimentos – consequência muito relativa na atualidade e portanto denominação injustificável, vez que no passado, estando o rio, antes do seu aterro com pedras que forma o atual talude, mais largo em oito metros ou mais, motivo porque a Pedra do Lontra surgia com maior frequência, quando a vazão d’água em uma superfície mais larga era muito maior.. Há, entretanto, um raso canal – com a largura de cerca 3,50 metros e talvez 2,00 m de profundidade, em sentido oeste a partir do cabeço da Pedra, ou seja em direção à margem direita do rio. O mencionado canal foi aberto justo no ponto da ¨ NUCA do LONTRA ¨, segundo ouvi dizerem, resultou de explosão procedida por volta de 1905 pela empresa alemã que construía a Estrada de Ferro, porquanto era necessária maior profundidade naquele ponto para possibilitar que os vapores que transportavam os trilhos e ferragens das pontes da futura linha Férrea, pudessem ultrapassar aquele baixio, trafegando até alcançar a Foz do Velha onde localizava-se o primeiro canteiro de obras da ferrovia e também a Itoupava Seca no local onde construíram as oficinas da dita empresa. Pessoalmente penso que tal obra de explosão aconteceu muito antes, entre 1880 e 1905, ou talvez com os recursos dos 5 contos de réis, remetidos pelo Império ao dr. Blumenau, visando melhorias à navegação do rio. Sintetizando: A Laje do Lontra representa, na verdade absoluta, uma Barragem, um Talude, uma Represa, enfim um imenso Paredão submerso, que impede o escoamento das águas em nível profundo. Acaso removido, com o aprofundamento da calha em até quatro metros, o fluxo da vazão de fundo teria nível idêntico ao que apresenta o fundo do dito portinho da praça Hercílio Luz. Sim – parece inacreditável, porém o fundo do rio no dito portinho, situado a menos de cem abaixo da Laje, é 04 metros mais profundo que a chapada da plataforma da Laje do Lontra. Removida a laje, certamente ocorrerão efeitos colaterais, quiçá danos à sedimentação da areia na Prainha, o que, porém, poderá ser evitado mediante construção de proteção específica, em concreto.

Então a feitura de tais canais não traria vantagem alguma no escoamento das águas, quando muito formaria duas imensas ilhas, a ILHA DA PONTA AGUDA e a ILHA DO ABACAXI.

CANAL EXTRAVASOR, sim.... mas do Escalvado em direção à Penha. Tal Barra Morta foi um CANAL Extravasor NATURAL para quando níveis das águas alcançassem 16,00 metros em Blumenau.

Durante as tratativas do Kennel Clube que, em 1961, determinaram o assentamento do Vapor Blumenau, em 08/9/1961, sobre pilares do concreto na “Prainha”, foi, por Raul Deeke, aventada a hipótese de erigirem duas grossas pilastras sobre a Laje da Lontra, elevadas até nível idêntico ao do piso da Ponte Adolfo Konder (então já existente) para então lá sobreporem, sobre travessões de concreto constituídos em berço, o casco da embarcação com sua proa embicada para montante do rio. Pretendiam proceder o acesso ao Vapor Blumenau, após sua firme fixação sobre os pilotis, mediante o lançamento de uma ponte pênsil (pinguela) até barranca do rio próxima à Prainha.

2) Kennel Clube de Santa Catarina : Criado em 14/5/1952, com sede em Blumenau, cuja finalidade era amparar e fiscalizar a criação de cães de toda espécie, como os de caça, serviço, guarda ou luxo, porém todos de raça. Em 26/10/1952 ocorreu a 1ª Exposição de Cães promovida pelo Kennel Clube de Santa Catarina, realizada na sede social do Clube Blumenauense de Caça e Tiro, então ainda situado no bairro Bom Retiro, mais precisamente na atual ( ano 1997) rua Porto Alegre.

Raul Deeke inicialmente abraçou tal ideia, e insistiu junto ao seu irmão Hercílio Deeke, que então era o Prefeito Municipal, a fim de que a Prefeitura executasse as duas pilastras e travessões do berço. No entanto Hercílio Deeke, apesar de considerar a ideia louvável, ponderou que naquele período de crise financeira, a execução das soberbas pilastras, dariam margem à acerbas críticas, vez que nem mesmo meios havia para restabelecer o prédio da Prefeitura Municipal incendiado cerca de três anos antes.

Autoria : NIELS DEEKE, in memorian e Adalberto Day cientista Social e pesquisador da história. Arquivo Adalberto Day 

Leia mais:

A história do Rio Itajaí Açu.

https://adalbertoday.blogspot.com/2019/10/historia-do-rio-itajai-acu.html

A Pedra da Lontra:

https://adalbertoday.blogspot.com/2011/09/pedra-do-lontra.html

segunda-feira, 3 de maio de 2021

- Blumenau e sua história

Apresentamos para sua facilidade vários links sobre a história de Blumenau e melhor pesquisa de acesso. Clicando em cada tema escolhido ou de consulta irá abrir aquilo que desejar saber. Muitos assuntos, nem eu e  você  aprendemos nos bancos escolares. São mais de 700 que apresentamos das  que já postamos.
Nossa história -  escolha o tema e clique no link:
Dr. Hermann B.O. Blumenau
Os 17 Primeiros Imigrantes
Como viveram os primeiros colonos
As casas de Dr. Blumenau
Coragem para enfrentar o desconhecido
Dr. Blumenau retorna à Alemanha 1866
O cemitério onde Dr. Blumenau foi enterrado
A emancipação da colônia Blumenau
Nossa Casa em Blumenau
A Bandeira do município de Blumenau
Sem terra, sem rocça
Maternidade Johannastiff
Passeando pela Memória dos "TÚNEIS" DE BLUMENAU
O Assassinato do comandante do Vapor Blumenau
Tragédia enlutou Blumenau
O dia em que o Estado de SC chorou
Rio Itajaí Açú  
Blumenau anos 19(60)
Um passeio pelas ruas de Blumenau
Um Passeio pela Rua Principal de Blumenau I
Um passeio pela rua principal de Blumenau II 
Um passeio pela rua principal de Blumenau III
O destemido Vapor "PROGRESSO"
Nossos Barcos
Salvamento do Vapor Blumenau
Fogo na Prefeitura de Blumenau
A Pedra da Lontra
Vivências e narrativas
O Passageiro em primeiro lugar
A Criatura
A Historieta do Torna-pó
Protesto em Blumenau em 1934
23 BI Batalhão de Infantaria II
Stammtische em Blumenau
Submarinos alemães: Mitos e Lendas 
Frohsinn
Blumenau e Gramado
Paralelepípedos e Reminiscências da rua XV
A Prainha
Marco Zero de Blumenau
Oktoberfest em Blumenau
FAMOSC
FAMOSC: O pavilhão
FAMOSC: A Jarra Comemorativa
O Badalo dos SINOS
Os vários Mitos que cercam o Teatro Calos Gomes
O Castelo da Havan
A Inauguração do Castelo da Havan
A Ponte Preta
Ribeirão Garcia
Museu da Família Colonial
Estação Ferroviária de Blumenau e a Macuca
A Praça da Estação
O centenário da EFSC
Sem trem “13 de março 1971”
A "Streichorchester"
Metamorfose Urbana
Dirigível Zeppelin
A "Rua do FANTASMA" em Blumenau
Nosso irmão, o Bugre.
As duas roseiras de Dr. Blumenau
A Casa de BUSCH
Encontro com a onça Pintada do Spitzkopf
Nossa Senhora e São José
Complexo Turístico Moinho do Vale
A imigração vista pelos olhos de uma criança
Desordem Institucional
O trenzinho da HM
Alemão dormindo a “siesta”
Uma Luz no fim do túnel
A Stadtplatz
O Centro Histórico de Blumenau e o descaso
As Palmeiras da Alameda Duque de Caxias
"Alameda" Rio Branco
A Rua Amazonas
O primeiro Acidente de trânsito Fatal em Blumenau 
Auf Wiedersehen, Blumenau!
Lenda Urbana: enterrados vivos?
Sambaquis
“DAS FRAUENSCHIFF”
Revolução de 1930 em Blumenau
Tomada de Blumenau no movimento de 1930 
Rádio/Imprensa 
O dia mundial do Rádio 
O Dia do Rádio no Brasil
Histórias que o Rádio conta
PRC 4 Rádio Cultura de Blumenau? 
PRC4 Rádio Clube de Blumenau
Radio Nereu Ramos de Blumenau

Escolas/Ensino

Esportes
Tabajara Tênis Clube
Um drible na história
Bairros/Distritos
A Origem dos nomes dos bairros
O Vale do Garcia
Cinema
Vídeo Férias no Sul
Filme Férias no Sul 45 anos
O Cine Garcia
Cine Garcia: O Cartaz anuncia
Blumenau, dos cinemas que eu amo!
Filme 3D em Blumenau
O cinema em Blumenau
O cinema em Blumenau parte II
O cinema em Blumenau parte III
O cinema em Blumenau parte IV
O cinema em Blumenau parte V
O Cinema em Blumenau parte VIII 
O cinema em Blumenau parte IX
O cinema em Blumenau X
O cinema em Blumenau parte XI
O Cinema em Blumenau – Parte XII
O cinema em Blumenau parte XIII
O Cinema em Blumenau  parte XIV
O Cinema em BLUMENAU – Parte XV
O Cinema em BLUMENAU – Parte XVI
O Cinema em Blumenau - Parte XVII
O Cinema em Blumenau – Parte XVIII
O Cinema em Blumenau - Parte XIX
O Cinema em Blumenau parte XX
O Cinema em Blumenau – Parte XXI
O cinema em Blumenau parte XXII 
Histórias do Rádio blumenauense
Troca de Gibis


Empresas/Comércios/Hospitais 
A CIA Hering e sua história de sucesso
Garcia & CIA. Hering
A Marca centenária da EI Garcia
Probst & Sachtleben
Os 140 anos da E.I. Garcia S/A.
Festejos no centenário da EI Garcia em 1968
Artex
A marca Artex
Natureza
A descoberta do SPITZKOPF
O Morro do Spitzkopf
Clube do Spitzkopf
O Morro Spitzkopf após a tragédia de novembro 2008 e o seu futuro
Encontro com a Onça Pintada no Spitzkopf
Ernesto, autobiografia

Hotéis 

Igrejas 
Catedral São Paulo Apóstolo 
No tempo da etiqueta de papel 
No tempo da ditadura
Casas Populares
Ilhas Urbanas
A Promenor
Orquestra de Câmara de Blumenau 
O Aeroporto que Gaspar...e Blumenau, um dia perderam!
100 anos de Escotismo em Blumenau
Zangão
Gincana com Lambretas
As pontes de Blumenau
Ponte do Salto
Ponte Foz do Ribeirão Garcia
Fábrica de Chapéus Nelsa
No tempo das “Caleças” Fúnebres
Jornais de Fofoca
O Crime da Mala!
S.R.D. Centenário
Mamonas Assassinas em Blumenau 
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Adalberto Day
Arquivo de Adalberto Day

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