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quinta-feira, 17 de junho de 2010

- O Time do Glória


A imagem da década de 70 mostra, o time do Glória, do bairro Glória em Blumenau. Em pé da (E) para a (D):Jeremias Felsky, Agapito Viana, Rui, Adalberto Rosumeck, Adir Luebke, Alcides da Luz, Izidoro Costa (Fiel), Elpidio Felsky (treinador. Agachados: Alcides Luebke, Isaias Felsky , Ernesto Werner, Bruno Hoenick e Ivo Moritz.
Arquivo de Adalberto Day
Publicado no Jornal de Santa Catarina – 11/06/2010 coluna ALMANAQUE DO VALE do jornalista Sérgio Antonello
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O Cantinho da Saudade
O campo do “12” ou Morro Sábado à tarde, domingo pela manhã sol ou chuva, “vamos ao majestoso” ¹ estádio dos eucaliptos o clube “12”, para mais um jogo.Geralmente tínhamos que erguer novas traves, pois o Sr. Hipólito tinha recolhido para queimar em seu fogão a lenha. O pequeno campo do “12” ou Morro se localizava na rua Almirante Saldanha da Gama bairro Glória, próximo às empresas Garcia e Artex em Blumenau. Muitos craques se revelaram nesse pequeno campo, e foram jogar em equipes como Amazonas, Palmeiras, Olímpico e tantos outros. Suas dimensões não ultrapassavam 60X30, mais barro que grama, e foi palco de diversos jogos valendo uma “garrafa de capilé” (troféu da época).
A imagem do dia 05/junho/2010, mostra a visita que recebi de dois amigos da época do clube 12. Beto Day (E) Alvinho - Luis Álvaro Massaneiro (C) Calinho - Carlos Alberto de Oliveira (D). Na oportunidade, recordamos sobre nossos jogos no Morro ou Doze, sobre o Amazonas E.C., e do cotidiano.
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Quem teve oportunidade de conhecer esse pequeno espaço de propriedade da Empresa Industrial Garcia, com funcionamento, a partir de 1954 até 1979, jamais esquecerá, pois irá recordar de um gol (“eu fiz alguns de cabeça” ²), de machucar o pé ou o dedo no solo irregular, (era comum o atleta atuar descalço). O Nino Valênçio, disse que fez cinco só em um jogo, será? Depois se tornou um dos melhores goleiros da história do Amazonas. Nesse dia o Ziza foi o goleiro, o Dinho, Luizinho, Cau, Egon, Dico, Aurélio, Fininho, Walfrido, Jonas Husadel,Ride, Valter Hiebert , Valmor, Edson e o Dedé também jogaram. Essa era a velha guarda, na nova geração até seu final, atuaram os Oliveiras, que só eles davam um time, os Vieira, Massaneiros, Silvas e Fontanelas, os Siegels (Nenê,Ticanca e Bigo), os Cavacos, Oechsler, Day, Moritz, os Galassini (Zinho e Tide) os Izidoros, os Zuchi, Huzadel, os Souza , os Schnaider, os Berns e tantos outros. Até você que está lendo este artigo agora, deve ter feito um gol, ou então sabe de um amigo ou parente que diz ter feito pelo menos um. Embora ninguém acredite até o Álvaro Luiz dos Santos (Toureiro) diz ter marcado um. Antes do jogo, o aquecimento era o famoso controle, só valia gol de cabeça. O Silvio Roberto de Oliveira , O Nilton das Silva eram bons também na cabeça e controle. Também existiam outras equipes de pequenos e médios portes, mas com grande passagem e revelações de atletas, como Brasileirinho na Rua Amazonas, o Garciesporte Clube que atuava no campo do Amazonas. O Glória, o Horizonte em atividade (fundado em 1961), Cruz de Malta, Estrelinha, Estrela Azul, Caiçara, União, Colorado, Maringá,Centenário, Juventude, no Zendron o Independente, o Ájax e o Zendron. No Buraco Quente o três de Março e tantos outros. No progresso ainda tínhamos o Progresso, o América, Niterói, a Ponte Preta, em atividade, o Jordão E.C, o Canto do Rio (fundado em 1959), em atividade, que já conquistou vários torneios inclusive da liga Blumenauense de futebol de amadores (LBF).
Arquivo Adalberto Day

6 comentários:

Olímpio disse...

Excelente recordação. Lamento que não tenhamos foto do Juventude onde jogaram Vilson Nizar. Juca Rosini, Osmar Rosini, Norival Nascimento, Bira, Onélio Cavaco, Disco. Mazotte, Canivete, Germano Boos, Dalton e outros que não me lembro no momento.
Um abraço
Olímpio Moritz

Anônimo disse...

Que saudades do DOZE.
Quantas e quantas jornadas memoráveis. Quantos e tantos amigos reunidos num pedaço de terra com pouca grama mas onde formaram-se muitos jogadores talentosos.
Sábado a tarde, em especial nos últimos anos do DOZE era o encontro sagrado de mais um racha espetacular.

Djalma disse...

Hoje se fala por ai da falta de espaço para os jovens baterem sua bolinha , se divertirem. Mas nenhum espaço que venha a existir tera tanta representatividade quanto o 12 teve . La se decladiavam verdadeiros atletas, alguns cabeças de bagre, mas todos com o intuito de se divertirem. Verdade que se presenciou o Bubi trasendo o seu irmão na porrda até a rua 12 de Outubro pelo fato de o mesmo ter quebrado uma garrfa de catilé, após uma final de campeonato. Garrafa esta que representava toda uma luta campal. Zinho, Tide,Porcão(Marcio Maçaneiro)Calinho Oliveira,Sergio Oliveira, Oswaldo Malheiro,Baiano,Zeca,Binha(Im Memori),Julio Oliveira, Beto Anton,Moacir e Nilton Scheider, Pileco, Paulinho meu filho. Acho que estão todos ai. Esta geração ai dava uma surra no teu time não é beto aos sabados a tarde. Acabou que nós fomos jogar com vcs, os velhinhos............kkkkkk. Brincadeiras a parte o campo deixou saudades.É aquela maxima..............quem viveu na época viu.

Calinho Oliveira disse...

Saudades do Doze, do futebol de sábado a tarde, sol ou chuva, lá estávamos os grandes contra os pequenos, quanta alegria quando começamos a jogar no time dos adultos, valeu a pena.
Binha, Mili, Márcio Massaneiro, Calinho,Júlio, Zito (nome de jogador), Bado, Sérgio Renato, Beto Anton, Djalma, Dená, Pileco, Baiano, Zinho, Tide, Zeca Vieira,essa escalação dava um pega legal.
Os banhos de mangueira antes de ir para o banho quando o jogo era em dias de chuva.

A febre das chuteiras no Hass Calçados, Dª Dila ficou feliz.

Parabéns Beto por resgatar estes momentos a todos.

PS: Desculpe se esqueci alguém, pois a lista é grande

russo disse...

Adalberto
Era domingo de manha,e o time do doze jogava em seu campo, contra um time do zendrom (valendo uma garrafa de capilé).Um pouco antes do jogo terminar,e o doze estava ganhando, eis que um elemento do time visitante ,que não estava jogando, discretamente foi ao local onde ficavam as duas garrafas de capilé, pegou a deles e foi embora de fininho.Quando o fato foi descoberto, foi um tal de sair atraz do elemento, para resgatar o trofeu que não sobrou nimguem em campo.Uma vez recuperado ja bem longe do campo, fomos todos do time do 12 , até a residencia dos Berns, tiramos um balde de agua do poço fizemos a de
vida mistura para degustarmos aquele trofeu conseguido com suor duplo
Carlos Jorge Hieberet (russo)

daniella disse...

Acompanho os depoimentos dos amigos e quase que diariamente, busco alguma novidade no blog do Beto. Gostaria de abraçar cada um dos amigos que vejo citado. O Amazona,a Empresa Garcia,a Escola São José, o Colégio Celso Ramos e os seus personagens, fazem parte da minha infância, da minha juventude. Queria retificar, se me permitir, o amigo Olimpio Moritz, o "craque" Germano Boos, acredito que seja na verdade o Germano Krueger e o meu saudoso irmão Tonico Booz. Um grande abraço. Claudir Booz.

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