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quinta-feira, 1 de abril de 2010

- Jornal “O GARCIA” Edição nº 17

Introdução: Adalberto Day
- Nesta edição de Março/2010, o jornal, continua com belas matérias.
- Os destaques desta edição são para as Seguintes matérias:
Capa: Ivan Naatz assegurando o direito do Blumenauense - Artigos: Imagem do mês: A Ponte da Rua Emilio Tallmann ,página 2 – A Sociedade Recreativa e Desportiva Centenário com um novo ecônomo; página,2. - Prof. Anderson de Souza, De olho na Ortografia, página,3 - Cantinho da Saudade, A antiga Confeitaria Tonges, página 4 – Prof. Sylvio Júnior, Saúde em Movimento,página,5, - Política; Desudith, pagina 3 - Ivan Naatz, página,7.

- Cantinho da Saudade
A antiga Confeitaria Tonjes
Hoje faço um relato sobre antiga e famosa Confeitaria Tonjes, fundada em 1933, por Anna Tönjes e seus filhos Hans e Heinrich Gehardus. Com o falecimento de Heinrich Gehardus em 12 de junho de 1968, seu filho Werner Tönjes continuou até 31 de novembro de 1979, quando o estabelecimento fechou suas portas, após 46 anos de relevantes serviços prestados a comunidade. A partir de 1º de dezembro de 1979 a confeitaria chamou-se de Blumental do Dr.Godo Goemann que introduziu também o prato pizza. A confeitaria Blumental mudou de proprietários três vezes aproximadamente até 1986 Local de encontro de muita gente que acompanha essa coluna, inclusive eu que tive o prazer de frequentar junto com minha esposa em diversas oportunidades.
A varanda foi feita por volta de 1940, e revestida com tijolinhos a vista em 1976.
História
No ano 1924 Heinrich Tönjes de Wilhelmshaven para Blumenau;ele fundou um firma e padaria de doces e salgados;seu filho Henrique ampliou a casa que se situa defronte a igreja (catedral São Paulo Apóstolo) católica para uma confeitaria Isso era naquela época um empreendimento arrojado pois a colônia no Itajaí não era muito confortavel. Carroças de agricultores e carros de mola dominavam a paisagem, onde pouca vida na sociedade era cultivada. Porém com o passar dos tempos, a confeitaria Tönjes, que na lingua portuguesa pronunciou-se como Tenjes, teve o seu movimento aumentado. Logo a casa era pequena demais. Os frequentadores na década de 30 sentavam-se em cadeiras de vime antes de dirigi-se às suas moradias, como em Paris nos Boulevards.Atrás das casas,passa o rio Itajaí. Movimento de barcos animam a paisagem. Árvores majestosas ornamentam as margens. Essa linda vista foi aproveitada pela familia Tönjes para contruir uma varanda para os seus clientes. Ali pertinho anexou a familia Tönjes o “Jardim de Verão”. Esse era é um aprazível local de reunião dos blumenauenses de todos os segmentos da sociedade e se discutem animadamente os fatos do dia. No Tönjes , a gelada cerveja escura é tão gostosa como o café gelado berlinense,o apfelstrudel com chantilly ou os sonhos berlinenses.Durante o aprendizado escolar de Werner Tönjes as escolas alemãs foram fechadas.
Brasão
Na imagem atual e interior da antiga confeitaria, segue-se dois brasões brasileiros e dois brasões alemães; brasão de Santa Catarina; a seguir brasão de Blumenau;: depois um cavalo branco do estado alemão da baixa saxônia ;em seguida o brasão do guerreiro nórdico símbolo da cidade portuária de wilhelmshaven Depois o entalhe de madeira com o nome da cidade wilhelmshaven, a data da vinda da família Tonjes para Blumenau 1924 e ANNO DOMINI, 1924 A.D.
O entalhe de madeira foi colocado em 2009, a palavra WILHELMSHAVEN tem uma característica própria, as letras são colocadas de modo que indicam aceleração e progresso , o porto é um dos maiores da Europa em containers.
A História foi nos relatada por Werner Henrique Tonjes

A Ponte da Rua Emilio Tallmann
A imagem do mês mostra a conclusão da Ponte que dava acesso a Rua Emilio Tallmann em 1961, demolida na década de 80. A ponte foi executada no exercício do então prefeito Hercílio Deeke, se localizava entre a antiga Cooperativa de Consumo dos empregados da E.I.Garcia, ambulatório e escritórios. Nessa época até início de 1977, o final da Rua Amazonas passava por dentro da Empresa Garcia.
Arquivo de Adalberto Day
Expediente:
Jornal O Garcia
- Grande Agência Publicitária Ltda
- Distribuição Tiragem 5 mil exemplares : mensal e gratuita
- Circulação : Distrito do Garcia, Centro,e Região
- Gerente comercial/ Diagramação e fotos: Carlos Ubiratan Apolônio
- Editor/Jornalista : Fernando Gonzaga
- Revisão Ortográfica : Prof. Anderson de Souza
- Endereço: Rua Ignácio dos Santos,83 – Bairro Glória - Blumenau SC
- Fone: (47) 3329 2143
Arquivo: Carlos Ubiratan/Adalberto Day

2 comentários:

ValeItapocu disse...

Dois mil e 10 é o ano das descobertas para mim. No site do Governo de Doettingen (Suiça), descobri que naquela cidade, um cidadão editou um livro de história narrando por imagens e pequenos textos, o contexto histórico de desenvolvimento daquela daquele local. Por via internet e da familia Jordan, consegui comprar o referido livro. Hoje já estou convidado para visitar a cidade, através de agendamento e conhecer como era o locaL onde os Pfiffer moravam, o que faziam e o que hoje, ainda fazem.
Na sexta-feira Santa de Páscoa, descubro por intermédio deste blog, que o Bairro Garcia de Blumenau, tem um jornal impresso.

Que maravilha!Doettingen foi a cidade de onde que partiu os Pfiffer há 147 anos.
Depois de um longo percurso pelo Oceano Atlântico, os Pfiffer (Joseph e Maria Aloísa Schneider Pfiffer)chegaram no Brasil, no Vale do Itajaí, na Colônia Blumenau, estabelecendo-se na localidade da Nova Russia, região ao fundo do atual Bairro Garcia, fixando residência no lote 40. Era uma das famílias raras católicas. Moravam próximo dos Breithaupt (luteranos do lote 50) - os mesmos da grande rede de lojas e Shopping de Jaraguá do Sul(SC).
Hoje, passado 147 anos, o Bairro Garcia tem um jornal "OGarcia", e um blogueiro (Alberto Day) muito compenetrado com a história do Garcia e sua gente.
O significado desta análise, é constatar que Blumenau sempre continua sendo referência para todos nós que tivemos origem nesta terra tão especial e acolhedora.
Os meus antepassados mesmo morando nos cafundós do Garcia, criaram uma familia composta de 10 filhos, 7 rapazes e 3 moças.
Atualmente,a nova geração desta familia estão esparamados pelo Brasil e no estrangeiro.
Alguns adpataram-se ao movimento do protestantismo, sem perder a direção.
As gerações que se sucederam, escolheram profissões diversas e assim deram contribuições pequenas e laboriosas, para desenvolvimento de Blumenau ou cidades, que passaram a residir.
Os Pfiffer já foram ou continuam trabalhando na profissão de: agricultores, tropeiros (meu pai Alfredo), vereador (Victório), médico (Oswaldo/Orides/Tatiana), advogado(Carmen), aviador, músico e cantor, professor (a), historiador, radialista (Victório), contador, administrador de empresa, pedreiro, carpinteiro, marcineiro, dentre outras.
Parabenizo o blogueiro por disponibilizar estes conhecimento em rede social. Desta forma os que estão distante de Blumenau, possam recordar do Bairro Garcia, como local acolhedor, de gente boa e trabalhadora, que deram a Blumenau, um bairro de progresso e referência ao Brasil.
Em relação ao Jornal "Ogarcia " passei pelo conteúdo, o qual mostra um bairro, com uma séria de desafios para crescer de modo sustentável, o qual é o papel deste veículo de informação, contribuindo como está, conscientizando a grande população do Garcia, não esquecer de tratar a natureza com devido zelo e carinho.
Ademir Pfiffer - Jaraguá do Sul - SC

Valter Hiebert disse...

Boa noite Adalberto,
essa foto mostra a ponte após a enchente de 1960 (61?). Até então tinha a metade desse tamanho. Como a enchente levou o aterro que existia do lado da Emilo Tallmann, foi construido um segmento em curva e declinante, permitindo que nas enchentes a água passase por debaixo da mesma e não ocorendo o represamento verificado na primeira enchente da primeira ponte.

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