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sábado, 19 de setembro de 2009

- Amazonas Esporte Clube



Queremos saudar os fanáticos torcedores do Amazonas Esporte Clube, o time anilado do Bairro Garcia que desativou o futebol em 1974 por imposição dos dirigentes da Artex na oportunidade..

 Imagem do Estádio do Amazonas 1964. Inaugurado neste local em 1926

Amazonas Esporte Clube 1957
Em pé: Nilton Tobias de Aguiar, Ivo Mass, Jepe, Antonio Tillmann, Arlindo Eing, Cilinho, Oscarito e José Pêra.
Agachados: Erico Mass, Nicassio, Malheirinhos, Mayer, Filipinho e Amadeu.
Histórico e fundação
O Amazonas EC, foi do bairro do Garcia, fundado em 19 de setembro de 1919 mas que de fato era muito mais antigo porque existia desde 1911, muito conhecido pelo nome de "Jogadores do Garcia".
O clube Alvi – Celeste - ou anilado como era conhecido o Amazonas, fundado por empregados da Empresa Industrial Garcia ,já praticavam o futebol desde o inicio do século XX, era o time proletário do bairro Garcia, teve como primeiro estádio por alguns meses, onde hoje é o batalhão do exercito. Depois se transferiu para as proximidades da Rua Ipiranga (conhecida como Rua Mirador), por quase cinco anos, posteriormente por alguns meses, na rua Progresso próximo a Artex, onde existia um bar conhecido como Bar do Iko, e, finalmente, em 1926, mudou-se para o definitivo local, próximo a Empresa Garcia, até ser aterrado pela Artex, em 1974.
 O nome da praça de esportes Amazonense, se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então.
Relembro com muita tristeza a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente toda praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu, tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado.
Observação:
Nessa tragédia ocorrida no dia 31 de outubro de 1961, tivemos o caso do Soldado Moacir Pinheiro (morador da rua Almirante Saldanha da Gama, bairro Glória)  que acabou caindo próximo a  passarela (pinguela) após tentar atravessa-la, devido a forte correnteza, da hoje rua Hermanan Huscher (Valparaiso) cujo nível da rua era inferior ao da pinguela. Era água pelo joelho, mas ele caiu e foi arrastado para uma cerca de arame próxima onde ficou preso junto ao entulho e veio a óbito para a atual rua que empresta seu nome, ( Rua Soldado Moacir Pinheiro) no bairro Garcia em sua homenagem.. 
Outro fato foi uma tentativa feita por um morador da rua Emilio Tallmann, de salvar três crianças que vinham pelo ribeirão abaixo nos destroços da casa em que moravam. Este senhor foi HELMUTH LEYENDECKER que se atirou nas águas barrentas e com muita correnteza. Seu ato de heroísmo não foi suficiente pra salvar as três crianças, pois a ponte com estrutura muita baixa não permitiu, elas foram encontradas mortas no estádio do Amazonas Esporte Clube de propriedade da E.I. Garcia.
Colaboração Valter Hiebert/Marcos Salles Leyendecker 
 Amazonas 1957 - em pé: Jepe, Ivo Mass, Tillmann. Adalberto Rosumeck, Oscarito e Cilinho; Agachados: Nicassio, Erico Mass, Arlindo Eing, Malheiros. Meyer, Filipinho e Amadeu.
Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getulio Vargas Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras E.C, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962, com a realização de um jogo amistoso entre o Amazonas e o Marcilo Dias, com a praça esportiva completamente tomada pelos torcedores, mas o placar foi desastroso para o Azulão que após fazer um bom primeiro tempo, perde por 6x2 na fase derradeira. Mas nada que ofuscasse o brilho das festividades, em seu magnífico estádio.
Foto enviada pelo amigo Jorge de Oliveira – Década 20 do século 20
O esquadrão de peso no cenário Catarinense
Composto por grandes jogadores que trabalhavam na Empresa Industrial Garcia ou Cooperativa de Consumo dos Empregados, em sua grande maioria, residia em casas de propriedade da Empresa localizadas nas imediações, o time Amazonense foi bom de bola, principalmente no amadorismo, quando enfrentava várias agremiações de todo estado, obtendo resultados expressivos, qualificando-o como um dos melhores clubes de Santa Catarina, no período compreendido entre 1919 e 1944 principalmente, o chamado antigo Amazonas Esporte Clube.
Revivendo o passado encontramos como 1º Presidente da Sociedade o Sr. José Heuschen e 2º o Sr. João Batista Moritz seguindo os muitos outros como o Sr. Willy Hauer, João Medeiros, José dos Santos, Oswaldo Butzke, Erich Gaertner, Alberto de Oliveira, Acrisio M.da Costa, Alfredo Kumm, Alfredo Iten, Jorge Luiz Buechler, Rolf Elke, Henrique Moritz, João S. Gomes, Nelson Salles de Oliveira,Gerhard D Kertischka , Valdir Riguetto, Werner Krauss, Olavio Antonio Costa.
A primeira equipe do Amazonas formou mais ou menos na seguinte ordem: Guilherme G. da Luz , Bertoldo Rosembroch, Reinoldo Mass, José J. da Silva, José Vinotti, Fausto Lobo, Alfonso Moritz, Henrique Machado, Oswaldo Moritz, Belírio Rebelo e Getúlio Machado e entre outros como Feliciano G. da Luz, Rudolfo Wunsch, Marcos Moritz, Helmuth Sutter, Alfredo Kertischka, Walter Sutter e outros. Possuindo inclusive na ocasião sua torcida uniformizada.
Em toda a década de 1920 e 1930, o Amazonas foi campeão em diversos torneiros, e devemos ressaltar quando o clube era presidido pelo notável empresário João Medeiros Jr., que deu a cidade durante muitos anos, com seu raro espírito empreendedor , muitas alegrias, sendo ele responsável por ter introduzido várias melhorias no estádio proletário, como também fundador da PRC4 Rádio Clube de Blumenau em 1932.
Em 1939, o Grêmio Esportivo Olímpico promoveu um torneio no dia 09 e 10 de abril para a inauguração de seu estádio. O Amazonas sagrou-se campeão do 1º torneio disputado neste estádio.
Em 1972 o Amazonas é campeão da LBF- 1ª divisão de amadores. Em 18 de junho morre José Pêra ex-jogador, dirigente, técnico, em um trágico acidente na rodovia Jorge Lacerda.
Em 1973 o Amazonas é bi-campeão invicto da LBF – 1ª divisão de amadores, clube então presidido por Valdir Righeto que queria levar o clube anilado a disputa do Estadual, mas com a incorporação da Empresa Garcia á Artex, ficou frustrado o sonho e em conseqüência o desaparecimento do Clube. Entrega das faixas foi em 10 de fevereiro de 1974, num jogo contra o vice-campeão do Estado o Juventus de Rio do Sul, placar 2x2, o Amazonas vencia por 2x0 gols de Assunção e Nilson (Bigo), deixando escapar a vitória.
A última conquista do Amazonas
A conquista derradeira com o nome de Amazonas foi em 1974, na Taça Governador Colombo Machado Salles, também disputado pelo União, Marcilio Dias, Carlos Renaux, Tupi e Humaitá. A campanha do Amazonas, que treinava na atual associação Artex, antigo pasto do Sr. Bernardo Rulenski, se desenvolveu em maus e bons momentos, culminando com a conquista a 14 de julho, ao vencer o Humaitá, por 5x1 no estádio do Palmeiras. Só o avante Nilson (Bigo) fez quatro gols, que serviu para compensar a tristeza pela perda do seu estádio, o outro foi de Tigi (José Egidio de Borba).
Neste jogo derradeiro o Amazonas formou com Gaspar, Girão,Luiz Pereira (Nena), Vilmar e Assunção, Cavaco e Nelsinho, Werninha, Nilson (Bigo) Tarcisio torres e Ademir. Também atuaram Deusdith, Eloi, Adir, e Tigi.

Em pé: Jepe, Oscarito,Arlindo,Lino. Tillmann, Osnir, e Zé Pera.
Agachados: Joel, Nicassio, Tijucano,Dinho,Gaturamo,Valmor Vitorino.
Cantinho de Saudade
Quantos jogos memoráveis, que os torcedores Amazonenses presenciaram durante muito tempo. Ver os gols do grande Nena Poli, Leopoldo Cirilo, as defesas de Rudolf Rosumek , do Antonio Tillmann, do Nino do Ziza, Valdir, Deusdith, Gaspar, a zaga firme Oscarito, Tenório,Osni, Cilinho Corsini, Eloy, Vilmar Heiden (que jogou na meia esquerda,ponta), Elizeu,Nicassio muita classe e o Malheirinho talentoso, os chutes fortes do Chico Siegel, Ivo Mass, Tarcisio Torres, e os pênaltis cobrados pelo Gepe ...que categoria! O Arlindo Eing, Rizada, enfim, tantos que fizeram a glória do Amazonas. "Dizem os mais idosos, que jogou por aqui algumas partidas, o jogador Patesko, jogador do Botafogo do R.J., que também jogou na Seleção Brasileira”.
Como esquecer os gols de bicicleta do Filipinho, e aquele gol de calcanhar que o Dico fez contra o Palmeiras, as arrancadas fulminantes do Meyer, que quase sempre se transformava em gols, o Celinho, Duflis artilheiros natos, Nilson (Bigo) – maior artilheiro da história do clube) era zagueiro, fazia tantos gols que foi jogar de centro avante assim como tantos outros artilheiros que passaram pelo Amazonas.
Curiosidades
Da vida futebolística Amazonense, alguns momentos a registrar; em 23 de julho de 1939, o torneio que o Brasil (Palmeiras-Bec) realizou para comemorar o 20º aniversário de fundação, o Amazonas teve o prazer de ganhar o 50º troféu de sua existencia até aquele momento, vencendo o torneio.
Já nos últimos dias de Amazonas, quando da fusão com a Associação Artex, em um jogo decisivo do campeonato do Sesi, o Amazonas/Associaçao Artex venceu o Moveis Cimo de Rio Negrinho e se tornou campeão Sesiano. Neste jogo tudo previamente combinado, Wilson Siegel atleta, e Adalberto Day, levam a bola do jogo como recordação. Após o término do jogo, o juiz põe a bola em baixo de seu braço, e Siegel vai por trás, e com um leve toque consegue tomar posse da bola e jogá-la por cima do alambrado para mim que a levo direto ao ônibus.
Certa vez por volta de 1957, após uma vitória de 2x1 sobre o seu arqui-rival do bairro, o já extinto time do Progresso, os jogadores do Amazonas vieram a pé do campo do Progresso (hoje Canto do Rio), cantando a seguinte marchinha :
Passa pra lá;
Passa pra cá;
Arreda do caminho que o Amazonas quer passar;
Nosso goleiro é um destemido;
Os nossos beques de real valor;
Alfaria vai chutando pra frente;
E a nossa linha vai marcando gol.
O fim melancólico
A incorporação da Empresa Garcia a Artex em 15 de fevereiro de 1974 marcou o começo do fim de uma era brilhante no esporte blumenauense. Os dirigentes da Artex acabaram com o clube, mas ergueram um novo e moderno estádio, no antigo campo do América, que anteriormente era conhecido como pasto do Sr. Bernardo Rulenski, seu antigo proprietário. Por volta de 1970, a Artex comprou este local e fundou em 1971 a Associação Artex.
O fim foi inevitável, mas trouxe muita revolta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores, que ao saber do enceramento das atividades, alguns saquearam a sede e levaram tudo que pudessem, para ter alguma coisa como recordação, sem interferência da direção para o ocorrido, tanto é verdade que nada existe na Associação Artex, que mostre a existência da agremiação sou sabedor deste episódio, pois trabalhava na área de Recursos Humanos, onde possuía acesso a estas informações.
O principio do fim
Foi em 26 de maio de 1974, um domingo bonito com sol, mas sombrio pela circunstância, que o Amazonas se despediu para sempre do seu magnífico estádio, uma baixada que foi impiedosamente aterrada, pela Artex, em trabalhos de terraplanagem executado por duas possantes maquinas da Construtora Triângulo, o Amazonas vence o Tupi de Gaspar por 3x1, com 2 gols de Bigo e um de Tarcisio Torres, pelo campeonato Taça Governador Colombo Machado Salles.

Em pé: Raul Cavaco, Nena, Girão, Eloy, Gaspar e Adir;
Agachados: Werninha, Nelsinho, Bigo, Tarcisio, e Ademir.
Os últimos jogadores a pisar o gramado do majestoso estádio da Empresa Industrial Garcia, foram: Gaspar, Girão, Eloi,(depois Luiz Pereira o Nena), e Adir, Nelsinho e Cavaco, Werninha (depois Poroca),Nilson (Bigo), Tarcisio e Ademir.
As comemorações juninas e natalinas, como também dia do trabalhador, dia da criança, patrocinadas pela diretoria do Amazonas e da Empresa, estando à frente da organização, o inesquecível Jose Pêra, e em novembro de 1968, as comemorações do Centenário da Empresa Industriai Garcia S/A, foram acontecimentos que marcaram época.
Autor -Adalberto Day – Cientista Social-  e Pesquisador
Fonte – Jornal “A Nação” período 1919-1975 - Arquivo Histórico José Ferreira da Silva, Teresinha Zimmermann.
Colaboradores Aurélio Sada (Sadinha) André Luiz Bonomini

17 comentários:

Mauricio Neves disse...

Espetacular, Adalberto. É a prova de que um clube continua vivo enquanto houver alguém que o ame. Parabéns a você e ao bravo Amazonas!

André disse...

Maravilha Beto! E com o meu trabalho junto, quem diria? Muito completo e legal mesmo

Mas assim Beto, uma pergunta que não me falha a curiosidade, se por acaso algum "mecenas" com algum dinheiro, vontade e força surgisse e quisesse reavivar o Amazonas novamente aqui no Garcia, será que daria certo, será que um dia o Amazonas podia retornar ao futebol? Ou isso tudo não passa de um Lindo Sonho Delirante?

Velha curiosidade essa minha, e boa pra se perguntar aos conhecidos de hoje.

André Luiz Bonomini

Tarcisio Torres disse...

Beto
Quero parabenizar pelos 90 anos do grande clube do Garcia , o Amazonas A.C. Fico muito orgulhoso de ter participado da Historia do mesmo. Beto, novamente digo que pessoa como você, e que engrandece a nossa sociedade. Um grande abraço. Tarcisio Torres.

Adalberto Klüser disse...

Simplesmente Excelente!!!
Nas pesquisas que faço sobre o futebol de Blumenau e região percebeo a grande importância que o Amazonas teve para a cidade.

Blog "O Vagalume" disse...

Beto,
Como está o tempo aí em Blumenau?
O período de chuvas se aproxima e gostaria de saber notícias de Blumenau.

Amauri Pereira disse...

Adalberto
Realmente Espetacular , parabéns.
Para os mais novos que não conhecem a história , realmente é muito emocionante , ver as fotos do Amazonas e as suas grandes equipes, ver também onde hoje é a Coteminas , que no paasado tinha um campo de Futebol.
Parabéns
Amauri
Rádio Blumenau

José disse...

Amigo BETO,
Mais uma vêz parabenizo pelo brilhante pelo trabalho.
Formidável recordar daquelas tardes de domingo, qaue junto com meu pai e minha mãe, encontrava os amigos nos jogos do AMAZONAS. Das "viagens" com os ônibus pagos pela EIG, quando o time ia jogar fora. Meu segundo time do coração. Saudades do querido PALMEIRAS da Alameda Duque de Caxias.
Abraço do
José Carlos de Oliveira

Anônimo disse...

Meu caro Adalberto Day,

A história do Amazonas EC é uma das mais ricas do esporte de Blumenau. Lamentávelmente as empresas agem de forma rápida para derrubar a história que se formou em torno dela mesmo através do esporte. Em 1919 surgiu o Amazonas EC do populoso bairro do Garcia sempre prejudicado pelas enchentes que assolaram nossa cidade. O que não se entende é que a empresa que comprou a EIG ainda não tenha tido a iniciativa de retornar as atividades o Amazonas Esporte Clube, porque hoje o futebol deixou de ser um esporte para se tornar em "Um grande negócio". Grandes empresas estão investindo forte nesse esporte e em outros. Exemplos aí estão da Taschibra, Perdigão, Batavo, Sadia, LG, Samsumg, Ambev, Claro, Oi, e até o governo com a CEF, Banco do Brasil, Petrobrás para citar apenas algumas. Quem sabe alguém tenha a visão de promover a Conteminas à baixo custo trazendo de volta o glorioso Amazonas EC. Parabéns pela matéria e ao clube que embora fóra de atividade, está muito vivo na memória de todos os blumenauenses.

Edemar Annuseck
Rádio Record-SP

Zé Pfau disse...

Adalberto
Parabéns para o teu Amazonas.

Tinhas mais é que levar a bola do jogo mesmo....

O texto do teu BLOG fala de desativou o futebol por imposição dos dirigentes da Artex.
Não seria "incompetência" + total falta de sensibilidade dos "polacos". Era o "clube" que eles compraram junto com a GARCIA, que emprestavam para os funcionários se divertir, num terreno e instalações deles. Sendo assim então foi uma decisão administrativa empresarial, "já que é tudo meu, vou fechar e pronto". Então o texto da história deveria ser mais picante, poderia explicar para as gerações futuras de que a forma paternalista de administrar a mão de obra local fazia com que houvesse uma dependência programada. Davam casas pra morar, tinha cooperativas de consumo que chegou a "matar" redes de Supermercados na cidade até o Gigante Pão de Açúcar. Eles davam o salário como uma mão e tiravam com a outra. Arrumavam no futebol o lazer para saber do comportamento do funcionário dentro e fora da empresa. Brigou no jogo, segunda feira era avaliado pelo RH. . Descente seriam eles fazer a doação de tudo para a comunidade, deixando o Amazonas de glórias e glórias andar sozinho. Claro que não és tu no teu BLOG, nem eu, que vamos jogar m... no ventilador, mas com certeza, um dia alguém fará justiça para tudo nesta cidade.
Tenho dito
JGRP

Djalma disse...

Boa noite!
Foi com tristeza que acompanhei o encerramento das atividades do Amazonas.Mas com muinta alegria assisti e acompanhei o Amazonas nas suas investidas pela região.Um timaço.Não conheci todos, mas os que vi jogar, como Bigo, Tarcisio,Vilmar me encheram os olhos.O complexo esportivo do Amazonas era de causar inveja a muntos times da epoca.Hoje sobrou apenas a poucos abnegados , como o Adalberto para contar e mostrar um pouco do muinto que significou o Amazonas para a população do Garcia.Parabens pela reportagem. Para mim não é nenhuma novidade esta reportagem, pois tenho o prazer de conhecer todo o seu acervo.Mas para quem não conhece, é uma parte importante da história do bairro que deve sempre ser lembrada.Parabens.

Adilson Siegel - Ticanca disse...

Adalberto.

Parabéns pelo registro e lembrança de mais um aniversário do nosso Amazonas Esporte Clube.
Meu Pai (Chico Siegel), meus irmãos (Bigo e Nen) e eu tivemos a honra de vestir o manto sagrado anilado.
Participei do final do Amazonas mas nesta bola do jogo que você a guarda com tanto carinho, neste dia, neste jogo eu a chutei algumas vezes.
Muitas saudades dos amigos e do Amazonas Esporte Clube.

Silvio Kohler disse...

Parabéns Adalberto!
Um post para ser emoldurado, dada a riqueza de detalhes da história de um futebol forte e vencedor em Blumenau.
Um abraço como sempre.

carlos j. hiebert (RUSSO) disse...

Prezado adalberto
Voce com seu trabalho nos proporciona forte emoções.Resgatar a memoria do nosso AMAZONAS é nos fazer voltar no tempo, de uma forma muito feliz.Clube pelo qual joguei uma unica partida na minha vida, na categoria infanto juvenil no inicio dos anos 60.Desde criança freguentei muito o estadio do Amazonas era para assistir futebol ou campeonatos de atletismo,festas do dia do trabalhador ou de são joao organidas por José Pera.Voce com suas fotos me levou de volta a um tempo muito feliz. parabens muita vezes pra vc ADALBERTO

Carlos - Futebol de Botão disse...

olá Alberto, td bom?

sou colecionador e confecciono futebol de botão. E hoje tive acesso a um álbum de figurinhas do campeonato catarinense de 1962, e com este estou montando uma coleção histórico deste campeonato. São os 15 clubes que disputaram o campeonato, com fotos dos jogadores. Para minha surpresa houve a participação do Amazonas,time que até o momento eu não conhecia, e tive que realizar uma busca para encontrar o escudo. Pesquisei vários sites de escudos e nenhum encontrei, até me deparar com seu blog. Gostaria da sua permissão para puxar o escudo do amazonas e montar a coleção completa.

um pouco do meu trabalho você encontra aqui:

ligacentraldefuteboldebotao.blogspot.com

fico no aguardo

abs
carloscamisas@yahoo.com.br

karol meyer disse...

obrigada por recuperar a história do esporte, Karol Meyer

Anônimo disse...

sou filho do osni(barroso) que tá com"y'na materia.mas ele dizia que adorava jogar nesse time,todos jogavam com garra.

werninha disse...

ernesto domingos werner -werninha- aos dezessis anos estreie no amazonas e joguei ate o ultimo jogo no nosso magnifico estadio de futebool , que na epoca era considerado um dos mais belos estdios de futbool de santa catarina,so saudades. abraços grande amigo.

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