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quinta-feira, 12 de março de 2009

- Clube Atlético Metropolitano

Foto:Gilmar de Souza
Como diz o ouvinte Valmir no  programa Show de Bola do  Amauri Pereira da Rádio Blumenau AM , “Verde que te quero Verde”

Grandes jogadores já passaram pelo Metropolitano, e grandes artilheiros como Diego Viana e Richardson. Mais recentemente Paulinho, um jogador revelado na Associação Artex, por Ademar Molon, Silvio Galassini e Coral.
Paulinho foto (site do Vasco) em sua estréia com a camisa 22 do Vasco da Gama, dia 05/abril/2009, no estádio Vasco da Gama, mais conhecido, como São Januário. Jogo Vasco 4 x 0 Bangu, entrou aos 43 min. do primeiro tempo.
Paulinho teve uma bela participação no Metropolitano, e muito jovem ainda foi para o Grêmio de Porto Alegre. Em março de 2009, com apenas 20 anos, foi contratado pelo Clube de Regatas Vasco da Gama do Rio de Janeiro, seu passe está vinculado ao Metropolitano.
- Nome: Clube Atlético Metropolitano
- Apelido: VerdãoMascote: Crocodilo
- Cores: Verde e branco
- Estádio: Sesi Capacidade: 5 mil
- Título: Campeão do Torneio Centenário Internacional Centenário do FC Lustenau, na Áustria (2007)
Escudo Atual
Camisa do CA Metropolitano assinada por vários jogadores entre eles Bruno Rangel que faleceu no desastre no dia 28/11/16 junto a delegação da Chapecoense. Ganhei do amigo Rudolf Polzer.
#forçachape #chapecoense #chapeco  #C.A.Metropolitano 
História:
O Clube Atlético Metropolitano nasceu em 22 de janeiro de 2002, a partir da união de pessoas e idéias com o fim de resgatar o futebol blumenauense, afastado das principais competições oficiais desde 1998. Em seu nome, por sugestão do empresário Altair Carlos Pimpão, uma referencia à Região Metropolitana de Blumenau. O presidente eleito para o primeiro biênio é Alfonso Santos Rogério.

Os fundadores do clube são: Altair Carlos Pimpão, Alfonso Santos Rogério, Ericson Luef, Haroldo Paz, Roni Busnardo, Ocimar Roberto Zimmermann, Érico Valter Neumitz, Luiz Augusto Bachmann, Evaristo Martins, Edi Carlos da Silva Andrade, Eduardo Márcio Neumitz, Carlos Roberto Seara Filho, José Antônio Roncaglio, Rogério Domingues Schlossmacher, Romeu Hertel e Valdecir Roters.
De seu embrião. Gerado após sucessivos encontros entre pessoas ligadas a clubes amadores e empresários locais, surgiram os planos para seleção de atletas. Paralelamente, foram lançados em abril do mesmo ano o escudo, uniforme e as cores verde e branca.

Foto: Gilmar de Souza
Durante todo o primeiro semestre foram recrutados jogadores na região para a formação de seu elenco, que estrearia em agosto na sua primeira competição oficial, o Campeonato Catarinense da 2ª Divisão. Em 4 de agosto, diante de um público aproximado de 800 pessoas no estádio do Sesi, o Metropolitano empatava em 0-0 com o Brusque, clube este já consolidado no futebol profissional estadual. O time blumenauense, dirigido pelo treinador Francis, entrou em campo com a seguinte escalação titular; Vando, Zeca, Márcio e Canhoto; Paulo, Luizinho, Ilson e Marquinhos; Polegar e Carioca.
Foi no segundo jogo pela competição, uma vitória de virada sobre o Caxias (2-1), que o Metropolitano marcou seu primeiro gol oficial, por intermédio do zagueiro Márcio.
A campanha na 2ª Divisão catarinense, que no final apontou o Metropolitano em 5º lugar. Foi tida como satisfatória, pois o clube, formado do zero, encerrava o ano com suas finanças em dia, passava a conquistar torcedores e se permitir iniciar o ano seguinte com sonhos mais altos para seu futuro. Assim, 2003 trouxe muitas novidades. Além de alterações significativas no escudo e no uniforme do clube, o departamento de futebol passou a contar com a parceria da Kuniy & W, que comandou uma série de amistosos e testes durante todo o primeiro semestre, com vistas à formação do elenco para a disputa da 2ª Divisão estadual a partir de agosto.
A campanha, que iniciou com uma derrota em Timbó para o União foi marcada na memória de sua torcida, que cada vez se tornava mais apaixonada, por dois episódios: duas vitórias diante do Blumenau Esporte Clube (BEC), tradicional clube da cidade, que havia se afastado do futebol profissional em 1998, retornando em 2003.
A primeira delas, em 31 de agosto, diante de um Sesi lotado, não poderia ter sido melhor: uma goleada de 6-1. com destaque ao atacante Régis, autor de 3 gols no primeiro tempo. E a segunda vitória foi no estádio Aderbal Ramos da Silva, casa do adversário, onde o Metropolitano, mesmo saindo atrás no placar, virou a partida com gols do lateral Decarlos e do volante Júnior.
Ao final da competição, o clube alcançou o 4º lugar, lhe dando direito de participar no ano seguinte da recém criada Série A2 do Catarinense, que apontaria os clubes que disputariam a tão sonhada 1ª Divisão, para 2005.
Ainda em 2003, na disputa da modalidade de futebol nos Jogos Abertos de Santa Catarina, o time júnior do Metropolitano sagra-se campeão representando a cidade de Blumenau. Dentre os destaques do time, dirigido pelo treinador César Paulista, o meia Sidinei, que subiria para o time profissional no ano seguinte.
Encerrada a participação no Catarinense, e já garantido na ediçãode 2008, o clube acaba surpreendendo a muitos ao anunciar um excursão à Europa. Convidado a disputar na Áustria o Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, que até então nunca havia disputado um jogo oficial fora de Santa Catarina, de repente se vê em gramados internacionais, e conquista brilhantemente o Torneio. . Na excursão à Europa. Convidado a disputar na Áustria, o Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, ganha o seu primeiro título, ao bater, na final, o St. Gallen, da Suíça, por 4 a 2.
Saiba mais acesse : http://www.metropolitano.net/
Fonte : Site Clube Atlético Metropolitano e Adalberto Day

4 comentários:

Valdir Appel disse...

Beto,
Espero que o Metropolitano permaneça na 1ª. O ftebol de Blumenau precisa decolar novamente.
Abração,
Valdir

Barreira disse...

Sr. Adalberto, bom dia.



Estou sempre olhando o seu Blog. Tanto é que também recebo a newsletter dele.

Sempre adorei esporte, em especial o futebol. Futebol esse que acompanho de perto, uma vez que antes mesmo de eu ir para Escola Preparatória de Cadetes do Exército, já estava direcionado para ir jogar no Palmeiras.

Porém, abri mão da minha carreira futebolística em prol da vocação militar.

Após sair Oficial, escolhi servir no 23º BI. Aí sim joguei meu futebolzinho, em especial nos finais de semana, num time chamado GRENAL.

Tivemos, inclusive, a oportunidade de jogar 2 vezes contra o BEC, sem perder- mas também sem ganhar- nenhuma vez.

O fato que me faz escrever é sua reportagem Clube Atlético Metropolitano, datada de 12 de março.

Nela o senhor faz menção ao repórter AMAURI PEREIRA, da rádio Blumenau AM.

Esse é o velho Cb PEREIRA, do meu Pelotão de Operações Especiais (Pelopes), ex- militar que guardo do lado esquerdo do peito. Uma pessoa extraordinária, coberto por grande humildade.

Tomará Deus que ele esteja coberto de bençãos para que tenha toda sorte de êxitos em sua vida pessoal e profissional.

Dá- lhe Lusa. Avante Vasco da Gama!

Está chegando a hora do nosso encontro na série B...

Rudolf disse...

Bom dia professor Adalberto,
Obrigado pela postagem, apesar dos pesares trago o Metropolitano no coração e muito me orgulho.
Obrigado por relembrar um pouco da história do Metropolitano

sergio luiz buchmann disse...

Boa tarde Professor Adalberto. Nós já passamos dos 50, e amantes do futebol que somos nunca perderemos a esperança de ver em Blumenau um grande time de futebol. Temos em nossa alma, e coração os times de nossa infância, grandes times pra época. Hoje que eu me lembre no papel temos 4 times, que não da 1. Metropolitano joga sempre, única e exclusivamente pra se manter ou eventualmente disputar uma S-D. Triste realidade. Paulinho Gonzaga, jogou com dois de meus filhos na Assc Artex, e Apama. Se não me engano foi o único a se profissionalizar. Antes tivemos Evandro, e Radames. Foram duas safras boas de garotos. O problema é a velha máxima de Santo de casa não faz milagres. Ainda penso em uma união tipo,um por todos e todos por um rs. Aí quem sabe ainda vamos ter um grande time em Blumenau. Muito a dizer sobre isso, só me resta parabenizar esses abnegados que sempre na luta pra que um dia isso possa acontecer. Abraço professor Adalberto.

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