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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

- Escola Paroquial São José


Frei Beda Koch (ao centro) com os alunos na antiga escola da Rua da Glória, em Blumenau, na década de 1930. Fundada em 14 de fevereiro de 1929, servia de capela (com sede inicialmente na Rua Belo Horizonte, em propriedade da família de Carlos Loos). Em 1966, foi introduzido o antigo ginásio. Em 1971, passou a chamar-se Colégio Governador Celso Ramos. (Foto: Arquivo de Adalberto Day e Neide Fronza)
- Publicado no Jornal de Santa Catarina, dia 15/10/2008 – Coluna do Jornalista Sérgio Antonello
Aos mestres com carinho!
Mestre! Pessoa não comum! Pessoa sábia! Símbolo para muitos! Pessoa venerada por sua sabedoria!
Feliz dia dos professores
A história de Júlia Strzalkowska (aparece na foto a direita de branco) foi resgatada no Dia do Professor, como exemplo de dedicação ao que ela chama de “missão” de ensinar. Nascida em Massaranduba em 1904, foi chamada em 1920 pelo Frei Beda Koch para atuar na nova Escola Paroquial São José. (Notícia publicada na edição do dia 15 de outubro de 1978)
História:

História
A Escola de Educação Básica Governador Celso Ramos foi fundada em 14 de fevereiro de 1929, com o nome de Escola Paroquial São José (servia de Capela pela comunidade – com sede inicialmente na Rua Belo Horizonte, em propriedades da família de Carlos Loos),  abrigando os primeiros 50 alunos na única sala. Nesta sala a professora lecionava para alunos de 1a, 2a e 3a séries.
“A primeira comissão formada para a construção da escola e a igreja era formada por Henrique Heiden, Carlos Loos, Roepcke, Gustavo Weinrich. Compraram o terreno da família Schatz (antes o terreno era da família Sasse). Todos com exceção de José Schatz doaram o terreno, que chegou a estar em mãos da professora Júlia Straskowsky. Antes dessa negociação do terreno, cogitou-se a construção de um cinema e de um hotel” (depoimento do senhor Nicolau Schtaz em 2002). O primeiro Presidente da escola foi Paulo Schatz, vice-presidente Carlos Loos e o primeiro secretário Nicolau Schatz.

Quem sugeriu o nome da igreja e ajudou a fundá-la foi frei Beda Koch, já na segunda comissão presidida pelo Sr. Rafael Rosini.
- Em meados de 1951, a Escola já contava com mais de 500 alunos.
- Em 1953, uma nova comissão em prol da ampliação da Escola foi formada, comandada pelo Frei Raul Bunn.
 - Em 1957, a Escola que era particular foi transformada em Grupo Escolar São José, por decreto do então governador Jorge Lacerda.
- Em 1960, o novo prédio foi oficialmente inaugurado pelo Governador Jorge Lacerda, que assinou convênio com a escola, decretando que as professoras seriam remuneradas pelo Estado.
- No ano de 1966, pelo Decreto Nº 3823, de 21 de janeiro, foi criado o Ginásio Normal Governador Celso Ramos, funcionando somente no período noturno em salas cedidas pelo Colégio São José e tendo como diretora a Professora Dóris Terezinha Sanceverino. 
- Em 1969, o Ginásio passou a funcionar em prédio anexo ao Colégio São José, com 12 salas de aula, além de salas destinadas à secretaria, à direção e aos professores.
- Em 31 de março de 1971, com a implantação do novo plano estadual de educação, a Escola foi transformada em Escola Básica Governador Celso Ramos.
- Em 1974, houve a fusão do Grupo Escolar São José com a Escola Básica Governador Celso Ramos.
- Em 1976 houve a implantação do 2º grau e a Escola passou a ser denominada Conjunto Educacional Governador Celso Ramos atual Escola de Educação Básica Governador Celso Ramos.
Essas terras onde estão o colégio foram adquiridas da família Schatz , pela comunidade de todos os credos, mas por indução do Frei Raul Bunn, a comissão comandada pelo Sr. Rudolfo Papst passou a emprestar o nome da Igreja como proprietária que iria assegurar em nome da comunidade.

Lamentavelmente em agosto de 2002, o Bispo diocesano da catedral São Paulo Apostolo Dom  Dom Angélico Sândalo Bernardino de Blumenau através da MITRA, vendeu ao governo do Estado o Colégio que foi construído pela comunidade sem distinção religiosa. Um ato que revoltou toda uma comunidade, de uma atitude prepotente, e sem fundamentação histórica.
A comunidade no geral não foi consultada, apenas alguns lideres que não aceitaram a venda, gerando discussões em Rádios e Jornais.
O colégio foi o esforço de toda uma comunidade, ainda quando a Rua da Glória era conhecido com o nome de Spectife (palavra de origem alemã que quer dizer terra gordurosa ou lamacenta – barro vermelho) e foi nessas terras lamacentas que a comunidade do grande Garcia independente de credo, política, e pessoas representativas do bairro, como o Sr. Rudolfo Papst, Orlando de Oliveira, Francisco de Oliveira, João Heiden, José Klein Jr., Júlio Corsini, Antonio Tillmann, Nelson Salles de Oliveira, José de Oliveira, posteriormente Frei João Maria e o Padre Virtulino que introduziu o segundo grau e tantos outros que poderíamos nominar, levantaram tijolos por tijolos deste grande Educandário. Quero aqui relatar que dentro do direito judicial a venda do educandário foi efetuada dentro da legalidade, porém nem tudo que é moral é ético, e foi isso que foi ignorado.
Quando falamos que foi a comunidade que construiu, foram de todos os credos, inclusive os céticos, maçônicos espíritas e ateus, o que eles queriam era uma escola. - Houve participação efetiva da Empresa Industrial Garcia, inicialmente nos anos 20 e 30 com o Sr. João Medeiros Jr. (que também foi fundador da Radio Clube) e depois a partir de 1940 com o Sr. Ernesto Stodieck Jr. Como também da Artex S/A
- Dizem os moradores: "Foi o resultado de uma luta de classe, e deve ser melhor esclarecido pela Mitra, que precisa primeiro conhecer melhor a história de luta do povo do Garcia, antes de tomar qualquer atitude" . Essa historia começa antes da fundação da colônia Dr. Blumenau, de pessoas que já residiam por aqui desde 1846, nas imediações do inicio da Rua da Glória e que vieram do antigo Ribeirão Garcia, hoje Ribeirão Camboriú, conhecida como gente do Garcia.
“Mas o que queremos e sempre faremos é defender os interesses desta que foi a primeira comunidade organizada de Blumenau argumentou um dos moradores.” Até quando veremos esses tipos de desmandos e desrespeito a nossa comunidade. 
Arquivo de Dalva e Adalberto Day 

11 comentários:

José Carlos de Oliveira disse...

Olá Beto,
Muito lindo. Uma ótima recordação. Parabéns.
Abraços,
José Carlos

Alfredo disse...

Adalberto
Parabéns pela foto da Escola São José. Quando a Escola ficava na Rua Belo Horizonte em terras do senhor Loos, eu quando era pequeno morava em frente. Nessa foto aparece o Frei Beda e a professora Júlia como também muitos amigos conhecidos meus. Que saudades dessa época,
ALfredo Gonçalves da Luz

Valter Hiebert disse...

Parabéns Adalberto,

é maravilhoso recordar de nossa infância, do local onde iniciamos nossos estudos. A sala cuja porta aparece ao fundo era a sala do 3° ano, Professora Arnolda no emu tempo. A direta era a sala do 4° ano, professor Júlia. A sala do 2° ano ficava no fundo desse mesmo prédio e o acesso era por uma escada com mais degraus. A primeiro ano estudava numca casa do outro lado da rua, no fundo daquele terreno baldio hoje existente.
Como bem egistrado no comentário, a Escola são Joséd pertencia a comunidade, independentemente de credo religioso. Nossa família era Luterana e, como todas poutras, participou da construção da Nova Escola. Tanto com pagamentos como com a mao de obra. Quando chegava um camimhão com tijolos, os alunos do 4°ano, eu inclusive , ajudavam a descaregar os mesmos, levando para o local indicado pelo pedreiro. Me lembro qeu os pais tinham escala para ir trabalhar na obra depois de seu trabalho na fábrica. Pelo visto houve apropriação indébita de dinheiro e trabalho de terceiros, isso não é só aético, mas sim assunto capitulável no código penal.

Valtr Hiebert

hiebert.valter@gmail.com

Tere. disse...

Beto, concordo com você , nem tudo que é moral é ético,se referindo ao destino que foi dado para a escola da comunidade do Garcia.E o que restou para nós foram só as boas recordações, das professoras e das Irmãs ( Conceição, Adalgisa, Célia , Rosário)do palco do colégio onde foram realizadas muitas peças teatrais.Ficaram só as recordações de amor e amizade das pessoas que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que o futuro de muitas crianças, fossem um pouquinho melhor.

Valter disse...

Adalberto,

Quanto mais envelheço mais perto de mim e mais claro cada momento da minha maravilhosa infância que todos nos tivemos lá no Garcia.

Ninguém era rico nem pobre. Ninguém ostentava nem passava fome.

Não havia roubo, assalto, bandido e muitas outras coisas erradas que hoje infernizam o Brasil.

Sabíamos o nome de cada morador, de cada menino de todas as ruas da região.

Lembro-me de todos eles, de onde moravam, quem eram seus pais, nossos amigos e adversários nos diversos campinhos.

O primeiro campo extinto foi ao lado da minha casa, virou fábrica.

Depois o pasto do Sr. Bachmann, na frente das primeiras casas da rua.

Depois o morro, onde a turma da rua doze e da Almirante Saldanha da Gama jogaram tantas vezes.

Nossa rua Doze era a única rua cujo nome era data e ficava fora da Itoupava Norte, exceto as ruas 7 de setembro e 15 de novembro que eram centrais.

Lembro-me dos trabalhadores do 3° turno, Sr. Fernando Costa e Sr. Bachmann, pois na frente da casa dos mesmos a gente não brincava no horário do sono diurno dos mesmos.

Do pé de araçá que ficava no morro após a casa do "Velho" Luca.

Do papagaio do "Velho" Luca.

De quando o Mario Oliveira quase morreu afogado numa enxurrada do nosso ribeirão e foi salvo pelo Ivo Machado.

Do coice do cavalo do padeiro Maneca na testa do mesmo Mário Oliveira quando este resolveu simplesmente puxar o rabo do cavalo.

Das quantidades de filhas que tinha o padeiro Maneca, casado com a irmã do Silvio Vinoti, filhos do foguista da caldeira da EIG.

Do Nilo, que residia na extinta rua do "Velho" Luca, que mais pescava no ribeirão e que mais se vestia de papai Noel.

Do Pinto, que bebia mais do que devia e pagava micos pelas ruas da região.

Das enormes redes de pesca do Sr. Marco Moritz que ficam secando no murro que separou nossas da fábrica.

Muro construído pelo Senhor Farias, pedreiro, tendo como ajudante o Samuel Kertischka.

Do feitor da Vila Operária, Sr. João Bento, que diariamente circulava por todas as ruas onde existiam casas da EIG.

De meu pai, então porteiro da EIG, escrevendo VICE (com giz), antes da palavra de CAMPEAO em bandeirinhas azuis que comemorariam o título de campeão, mas que virou vice por armações ilimitadas.

Das brigas de galo na rinha do Sr. Hercílio Barth, na rua Progresso.

No incêndio de uma residência de casal recém casado na rua após o cemitério e no incêndio do carro do Sr. Oswaldo Phifer.

Nas dezenas de baterias que os moradores da Rua Progresso levavam para a minha para dar recarga, pois a energia elétrica ia somente até o cemitério.


Algum dia vou organizar e escrever muito mais sobre um tempo maravilhoso que foi a nossa infância.

Escrevi sem reler e assim te remeto. Desculpe eventuais erros de digitação.

Um grande abraço.

Valter, filho do Russo (na verdade nasceu na Kriméia, junto ao Mar Negro)

Lui disse...

Pai querido...
Feliz dia do Professor!!
Um beijo com carinho
Lui

Djalma disse...

Boa noite Beto.Muinto oportuna a sua reportagem e muinto mais o comentario do Valter.Boas lembranças.Mas tenho uma duvida.Vou postar aqui um pequeno trecho, pois tenho duvidas sobre esta data,pois estudei o primario la e não me lembro disto.`` Em 1966 foi introduzidos o antigo Ginásio, com o nome de Colégio Governador Celso Ramos.´´

Carlos disse...

Carlos A.Salles de Oliveira disse:

Esta bela e bem elaborada matéria postada pelo Adalberto Day, além de rememorar a história da Escola São José, cujo antigo prédio ainda existe embutido no complexo, que hoje é identificado pelo nome de Celso Ramos será, com certeza, a satisfação de identificar e relembrar os atores e personagens que participaram da história deste inesquecível educandário. Na foto que possivelmente foi feita entre 1933 a 1935 do grupo de alunos, professores e familiares identifico duas personalidades que se destacaram no âmbito da nossa comunidade. A primeira personalidade que destaco esta posicionada à direita na segunda fila, vestida de branco, Professora Júlia Strzalkowska, notável, dedicada e ativa educadora, que deixou gravado a sua magnânima história de dedicação, no desenvolvimento cultural e intelectual, de toda a nossa antiga e atual comunidade. Tive a grande satisfação de conhecê-la no final da década de sessenta, ainda trabalhando, como Diretora da outrora Escola da Paróquia São Paulo Apostolo, hoje Catedral da Diocese de Blumenau. A outra personalidade a quem me refiro está posicionado na primeira fila, exatamente o 3º Garoto da direita para esquerda é o meu pai, Nelson Salles de Oliveira, filho de Francisco e Teresa Salles de Oliveira, iniciava, na época, o aprendizado escolar nesta antiga e pequenina Escola Paroquial e, após gradativa e intermitente longa jornada de desenvolvimento estudantil, formou-se Técnico em Contabilidade pelo Colégio Santo Antônio e posteriormente, com distinção, Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica em Curitiba. Com esta formação veio a se tornar Gerente de Relações Industriais ou, como era mais conhecido, Dr. Nelson, Advogado da Empresa Industrial Garcia SA e, que atuou nesta profissão até completar os 70 anos de idade, quando foi um dos advogados a ser “jubilado”, na primeira solenidade desta magnitude realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil, na cidade de Blumenau.
Agradeço ao Adalberto pela lembrança e deixo aqui a solicitação para outras possíveis identificações das figuras da foto acima mencionada, como também, os devidos comentários referentes destes e de outras personalidades, relacionadas com a vida histórica da antiga Escola Paroquial São José ou, simplesmente, Escola São José.

Carlos A.Salles de Oliveira.

Hiebert disse...

Adalberto,

Sempre tive muito orgulho de minha família, de minhas ruas, de meu bairro.
Por mais que estivesse distante sempre relembrei minhas origens, sempre tive saudades, tudo aquilo foi o paraíso de minha vida.
Muita humildade, muita luta, muita vitória muitos amigos, tudo, de fato, como uma grande família.
O trabalho que fez cortar o cordão umbilical com tudo aquilo, mas minha memória preservou tudo, muitos momentos, muitos detalhes, muitas alegrias e até as grandes tristezas.
Quando minha casa e minha rua, onde nasci e cresci desapareceram, eu já não estava mais por lá, já residia em outras paragens, ficou um vazio em minha alma que a minha memória não apaga.
Só pra ilustrar, sei de cala lugar do ribeirão onde existiam tocas nas quais tirávamos os judias com a mão, os melhores locais para pescar com balaio, etc.
A s tocas dos peixes foram escavadas entre as estacas que foram fincadas para fazer a retificação do ribeirão. A nossa rua foi construída depois de retificarem o curso do rio que antes serpenteava toda a região.
O morro no fundo de nossas casas foi escavado, o barro transportado por carroças, e aos poucos surgiram os terrenos onde construíram nossas casas. A última foto da rua 12 ainda mostra o barranco ainda recentemente escavado, pois não tinha capim.
O local mais escavado era no fundo de nossa casa com a casa do Sr. Umbelino Bernz, um dos carpinteiros da EIG.
O terreno de nossas casas foi de onde saiu o barro, por isso foi extremamente cultivar nos mesmos, mas mesmo assim vários moradores tinham pomar, sendo que o nosso tinha umas 20 árvores.
No Sr. Bernz tinha um "pé de nona" e várias pereiras, alem de goiabeiras.
O Senhor, Anselmo Oeschler tinha várias laranjeiras, bem como criava canários do reino, perus, além do galinheiro que todos tinham.
O Sr. Bruno Hoenicke tinha uma laranjeira que era diferenciada, pois produzia laranjas "umbigo" tamanho de uma bola de futebol na época nº. 2.

O Senhor. França tinha bananeiras no fundo de casa.
Mas a árvore mais cobiçada ficava no quintal do Sr. Krueguer, depois do Sr. Waldir Cunha, era uma jabuticabeira. Tinha também um "pé de carambola", pouco desejada pela molecada.

Além das famílias, também existiam outros personagens em nossa rua, eram aqueles que "pagavam bóia" em alguma casa. No Senhor. França residia um que chamávamos de "Mudo", dono de uma bicleta bem incrementada para a época. Na casa do Sr. Cavaco tinha o Walmor e o Alici dos Santos. Na casa do Marcos Moritz tinha o Basilio e seu irmão Vitório.

Na casa do Sr. Anselmo residia também sua irmã com uma filha chamada Eva.

Nossa rua tinha um cineminha, era na casa do Sr. Alberto Day, teu tio. Foi ele também o primeiro a instalar água encanada na casa, com uma fantástico e invejado chuveiro elétrico.

Enquanto isso nas demais casas ainda era usado um conho ou o latão que era enchido com água quente, puxado com uma corda que passava numa roldana.

A foto do carro Opel do Sr. Bruno Hoenichke me fez lembrar o porquê do acidente. Era um sábado a tarde. Como já era folga para todo mundo, inclusive o Valmor Adriano, então aprendiz de mecânico numa oficina da cidade, ele foi convidado para regular o freio do Opel, fazer a dita sangria no freio.

Feita a sangria e estando o carro numa rampa inclinada para a rua, dentro da garagem, tiram os calços que seguravam o carro. Tentou frear, mas o dito cujo foi até no fundo e nada de parar o carro.

Foi bom manobrista poois evitou que o carro tombasse.

Para retirar o carro do local (felizmente o ribeirão estava quase seco) o Sr. Schiphorst foi à oficina buscar uma "talha??//", sendo uma extremidade presa numa árvore e outra no carro.

Com o carro perto da rua várias pessoas ajudaram e ele voltou para a garagem.

A citada rampa na garagem existia para evitar que nas enxurradas a água atingisse o carro.
Acho que sou um dos curiosos que aparece na foto.
E assim vou lembrando daquele tempo que não volta mais.
Um grande abraço.

Até breve

Valter

Urda disse...

Oi, Adalberto, só hoje deu para ver. Não conhecia Frei Beda Koch. Bem legal!
Urda.

Irene Forbici disse...

Olá, Adalberto!
Estou emocionada com tantas lembranças de uma época tão bonita.

Lembro de todas as pessoas aqui mencionadas.

Lembro do presépio do seu Manequinha padre.

Do Maneca padeiro que nao bebia pouco. O seu cavalo ia com a aranha pra casa sozinho, cansado de esperar pelo seu dono que ficava bebendo e jogando sinuca no bar do sr Oswaldo Pfifer.

Que saudades, meu Deus!

Quantas lembranças boas esses comentários me trouxeram...

Frei Beda me deu a eucaristia e dona Julia foi minha professora.

Lembro dos castigos que ela aplicava às crianças Orlando Oliveira, Julio Loss e meus irmãos Rolando e Waldemar Forbici que apanhavam com a régua...

Lamentavelmente, dona Julia foi tirada da escola pelo Padre Joao Maria por não ser freira, uma pessoa tão maravilhosa, dedicada as crianças e que amava ensinar.

Morreu muito triste e sozinha no Hospital Santa Izabel.

Parabéns pelo espaço e obrigada pela oportunidade!
Abraços

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