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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

- O Glorioso Amazonas E.C.


Parabéns ao meu querido Amazonas E.C.
História

O Amazonas foi fundado oficialmente em 19 de setembro de 1919. Mas já existia desde 1911, conhecido como jogadores do Garcia.

Adalberto e Silvio Kohler
O clube Alve – Celeste - ou anilado como era conhecido o Amazonas, fundado por empregados da Empresa Industrial Garcia ,já praticavam o futebol desde o inicio do século XX, era o time proletário do bairro Garcia, teve como primeiro estádio por alguns meses, onde hoje é o batalhão do exercito. Depois se transferiu para as proximidades da Rua Ipiranga (conhecida como Rua Mirador), por quase cinco anos, posteriormente por alguns meses, na rua Progresso próximo a Artex, onde existia um bar conhecido como Bar do Iko, e, finalmente, em 1926, mudou-se para o definitivo local, próximo a Empresa Garcia, até ser aterrado pela Artex, em 1974. O nome da praça de esportes Amazonense, se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então. Relembro com muita tristeza a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente toda praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado.
Observação:
Nessa tragédia ocorrida no dia 31 de outubro de 1961, tivemos o caso do Soldado Moacir Pinheiro (morador da rua Almirante Saldanha da Gama, bairro Glória)  que acabou caindo próximo a  passarela (pinguela) após tentar atravessa-la, devido a forte correnteza, da hoje rua Hermanan Huscher (Valparaiso) cujo nível da rua era inferior ao da pinguela. Era água pelo joelho, mas ele caiu e foi arrastado para uma cerca de arame próxima onde ficou preso junto ao entulho e veio a óbito para a atual rua que empresta seu nome, ( Rua Soldado Moacir Pinheiro) no bairro Garcia em sua homenagem.. 
Outro fato foi uma tentativa feita por um morador da rua Emilio Tallmann, de salvar três crianças que vinham pelo ribeirão abaixo nos destroços da casa em que moravam. Este senhor foi HELMUTH LEYENDECKER que se atirou nas águas barrentas e com muita correnteza. Seu ato de heroísmo não foi suficiente pra salvar as três crianças, pois a ponte com estrutura muita baixa não permitiu, elas foram encontradas mortas no estádio do Amazonas Esporte Clube de propriedade da E.I. Garcia.
Colaboração Valter Hiebert/Marcos Salles Leyendecker



Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getulio Vargas Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras E.C, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962, com a realização de um jogo amistoso entre o Amazonas e o Marcilo Dias, com a praça esportiva completamente tomada pelos torcedores, mas o placar foi desastroso para o Azulão que após fazer um bom primeiro tempo, perde por 6x2 na fase derradeira. Mas nada que ofuscasse o brilho das festividades, em seu magnífico estádio.
Durante a segunda guerra, todos os clubes do Brasil que tinham nome de estados, cidades, ou alguma semelhança com o nazismo e fascismo tiveram que mudar de nome, e o Amazonas durante um período, chamou-se Aimoré. Depois, a partir de 02 de junho de 1952, passou a denominar-se tão somente Amazona Esporte Clube, retirando-se a letra (S) Pouca gente sabe disso, pois na realidade continuou até o seu fim definitivo, em janeiro de 1975, com o nome original. Revivendo o passado encontramos como 1º Presidente da Sociedade o Sr. José Heuschen e 2º o Sr. João Batista Moritz seguindo os muitos outros como o Sr. Willy Hauer, João Medeiros, José dos Santos, Oswaldo Butzke, Erich Gaertner, Alberto de Oliveira, Acrisio M.da Costa, Alfredo Kumm, Alfredo Iten, Jorge Luiz Buechler, Rolf Elke, Henrique Moritz, João S. Gomes, Nelson Salles de Oliveira, Gerhard D Kertischka,Valdir Riguetto, Werner Krauss, Olavio Antonio Costa.
A primeira equipe do Amazonas formou mais ou menos na seguinte ordem: Guilherme G. da Luz , Bertoldo Rosembroch, Reinoldo Mass, José J. da Silva, José Vinotti, Fausto Lobo, Alfonso Moritz, Henrique Machado, Oswaldo Moritz, Belírio Rebelo e Getúlio Machado e entre outros como Feliciano G. da Luz, Rudolfo Wunsch, Marcos Moritz, Helmuth Sutter, Alfredo Kertischka, Walter Sutter e outros. Possuindo inclusive na ocasião sua torcida uniformizada.
O esquadrão de peso no cenário Catarinense

Em pé :Werner Kraus,Boião,Bigo,Deusdith,Vilmar, Lori,Adir, Cilinho
Agachados: Adilson,Celinho,Mozito, Gibi e Nene.
Composto por grandes jogadores que trabalhavam na Empresa Industrial Garcia ou Cooperativa de Consumo dos Empregados, em sua grande maioria, residia em casas de propriedade da Empresa localizadas nas imediações, o time Amazonense foi bom de bola, principalmente no amadorismo, quando enfrentava várias agremiações de todo estado, obtendo resultados expressivos, qualificando-o como um dos melhores clubes de Santa Catarina, no período compreendido entre 1919 e 1944 principalmente, o chamado antigo Amazonas Esporte Clube. Em toda a década de 1920 e 1930, o Amazonas foi campeão em diversos torneiros, e devemos ressaltar quando o clube era presidido pelo notável empresário João Medeiros Jr., que deu a cidade durante muitos anos, com seu raro espírito empreendedor , muitas alegrias, sendo ele responsável por ter introduzido várias melhorias no estádio proletário. As histórias registram grandes goleadas aplicadas durante os anos de 1934 a 1936, vejam alguns resultados : 6x1 no Caxias de Joinville, 7x3 no Brusquense, 9x0 no Paysandu, 5x1 no Marcílio Dias, chegando na ocasião a desafiar a Seleção Catarinense e derrotando-a pelo escore de 4x2.
É bem verdade que o onze anilado perdeu algumas partidas por um placar elevado, mas também aplicou pesadíssimas goleadas em adversários de categoria, como ocorreu em 18 de dezembro de 1938. Na tarde daquele dia, no seu belo estádio formando o onze anilado com Henrique; José Pêra;Chiquito;Ada;Bóia; e Wehmuth; Alfredinho;Nena Poli; Leopoldo Cirilo; Olimpio e Seiler, o Amazonas aplicou uma terrível goleada no Brasil (Palmeiras-BEC) 9 x 1 foi o placar com gols de Bóia 2, Alfredinho 2, Nena Poli 2, Leopoldo Cirilo, Olimpio e Seiler 1 cada. Também nesse ano aconteceu a maior goleada imposta pelo Amazonas ao Blumenauense (Olímpico) 6 x 2 foi o placar .
- Em 1939, o Grêmio Esportivo Olímpico promoveu um torneio no dia 09 e 10 de abril para a inauguração de seu estádio. O Amazonas sagrou-se campeão do 1º torneio disputado neste estádio.
- Em 1941 é fundado a LBF – Liga Blumenauense de Futebol e o Amazonas se filia, tendo discreta participação nos anos de 1941 até 1943.
- Em 1944 com o nome de Aimoré o fiasco foi grande, de um passado não bom de recordar.
- Em 1952 com o nome de Amazona, começam a surgir novos tempos. - Em 1953 conquista alguns torneios no bairro. - Em 1954 conquista o torneio de abertura da LBF. - Em 1955 campeões do torneio extra.,em 1956 é vice.
- Em 1957 conquistam o torneio Sebastião Cruz com extrema facilidade. Ainda em 1957 o Amazonas vence um torneio quadrangular que teve a participação também do Palmeiras, Tupi, e Vasto Verde.
- Em 1958 o Amazonas vence com facilidade a liga de amador,o placar mais elástico foi 11x0 no Floresta com quatro gols de Filipinho e vence também o torneio inicio no estádio da baixada.
- Em 1959 o Amazonas é tri campeão do torneio extra Sebastião Cruz e campeão de um triangular invicto realizado com Olímpico e Tupi, e também campeão de um torneio promovido pelo Olímpico. Em 1960 e 1961 o Amazonas faz boa campanha já no profissional, mas é vice.
- No dia 1º de setembro de 1961, o Amazonas perde por 1x0 na prorrogação para o Olímpico, com o estádio lotado a torcida Amazonense divide as arquibancadas com o rival. O Amazonas jogava melhor mais sofre o gol e perde o titulo, o empate daria o titulo ao clube alvi celeste. Com o gol de Orio, morre ao lado, onde estávamos na arquibancada, um torcedor fanático do Olímpico, (meu pai e eu estávamos presentes).
- Em 1962 o Amazonas é campeão na baixada (Estádio do Olímpico) do torneio inicio da LBF. Em 1963 o onze amazonense não faz boa campanha.
- Em 1964 e 1965 a participação é discreta nos torneios, ganhando apenas alguns jogos amistosos com times de grande expressão do Vale, ficando com alguns vice-campeonatos.
- Em 1966, o Amazonas é campeão do quadrangular disputado com o Guarani, Vasto Verde e Tupi.
- Em 1967 outra participação discreta.
- Em 1968 também discreta participação, mas campeão juvenil invicto em cima do Olímpico no estádio Grená, com o escore de 3x1. : 40 anos desta conquista:Deusdith, Vardo, Nilson (bigo)Elizeu, Lori, Raul Cavaco , Airton Moritz, Moacir, Neni, Remi e Vilmar, timaço....
- Em 12 de janeiro de 1969 a diretoria decide extinguir o departamento profissional, mantendo o amadorismo, ano em que promoveu uma festa do seu cinqüentenário de fundação.
- Em 1970 e 1971 é vice-campeão da 1ª divisão de amadores.
- Em 1972 o Amazonas é campeão da LBF- 1ª divisão de amadores. Em 18 de junho morre José Pêra ex-jogador, dirigente, técnico, em um trágico acidente na rodovia Jorge Lacerda.
- Em 1973 o Amazonas é bi-campeão invicto da LBF – 1ª divisão de amadores, clube então presidido por Valdir Righeto que queria levar o clube anilado a disputa do Estadual, mas com a incorporação da Empresa Garcia á Artex, ficou frustrado o sonho e em conseqüência o desaparecimento do Clube. Entrega das faixas foi em 10 de fevereiro de 1974, num jogo contra o vice-campeão do Estado o Juventus de Rio do Sul, placar 2x2, o Amazonas vencia por 2x0 gols de Assunção e Nilson (Bigo), deixando escapar a vitória. O Amazonas nesse jogo formou com:
Deusdith, Girão(depois Coral), Eloi, Vilmar e Assunção, Cavaco e Poroca (depois Adir) Werninha (depois Sergio), Nilson (Bigo), Tarcisio Torres e Ademir – Técnico Nicassio.
A última conquista do Amazonas A conquista derradeira com o nome de Amazonas foi em 1974, na Taça Governador Colombo Machado Salles, também disputado pelo União, Marcilio Dias, Carlos Renaux, Tupi e Humaitá. A campanha do Amazonas, que treinava na atual associação Artex, antigo pasto do Sr. Bernardo Rulenski, se desenvolveu em maus e bons momentos, culminando com a conquista a 14 de julho, ao vencer o Humaitá, por 5x1 no estádio do Palmeiras. Só o avante Nilson (Bigo) fez quatro gols, que serviu para compensar a tristeza pela perda do seu estádio, o outro foi de Tigi (José Egidio de Borba).
Neste jogo derradeiro o Amazonas formou com Gaspar, Girão,Luiz Pereira (Nena), Vilmar e Assunção, Cavaco e Nelsinho, Werninha, Nilson (Bigu) Tarcisio Torres e Ademir. Também atuaram Deusdith, Eloi, Adir, e Tigi.

Cantinho de Saudade
Quantos jogos memoráveis, que os torcedores Amazonenses presenciaram durante muito tempo. Ver os gols do grande Nena Poli, Leopoldo Cirilo, as defesas de Rudolf Rosumek , do Antonio Tillmann, do Nino do Ziza, Valdir, Deusdith, Gaspar, a zaga firme Oscarito, Tenório,Osny, Cilinho Corsini, Eloy, Vilmar Heiden (que jogou na meia esquerda,ponta), Elizeu,Nicassio muita classe e o Malheirinho talentoso, os chutes fortes do Chico Siegel, Ivo Mass, Tarcisio Torres, e os pênaltis cobrados pelo Gepe ...que categoria! O Arlindo Eing, Rizada, enfim, tantos que fizeram a glória do Amazonas. "Dizem os mais idosos, que jogou por aqui algumas partidas, o jogador Patesko, jogador do Botafogo do R.J., que também jogou na Seleção Brasileira”.
Como esquecer os gols de bicicleta do Filipinho, e aquele gol de calcanhar que o Dico fez contra o Palmeiras, as arrancadas fulminantes do Meyer, que quase sempre se transformava em gols, o Celinho, Dulfes artilheiros natos, Nilson (Bigu – maior artilheiro da história do clube) era zagueiro, fazia tantos gols que foi jogar de centro avante assim como tantos outros artilheiros que passaram pelo Amazonas.
Curiosidades
Da vida futebolística Amazonense, alguns momentos a registrar; em 23 de julho de 1939, o torneio que o Brasil (Palmeiras-Bec) realizou para comemorar o 20º aniversário de fundação, o Amazonas teve o prazer de ganhar o 50º troféu de sua existencia até aquele momento, vencendo o torneio.
Já nos últimos dias de Amazonas, quando da fusão com a Associação Artex, em um jogo decisivo do campeonato do Sesi, o Amazonas/Associaçao Artex venceu o Moveis Cimo de Rio Negrinho e se tornou campeão Sesiano. Neste jogo tudo previamente combinado, Wilson Siegel atleta, e Adalberto Day, levam a bola do jogo como recordação. Após o término do jogo, o juiz põe a bola em baixo de seu braço, e Siegel vai por trás, e com um leve toque consegue tomar posse da bola e jogá-la por cima do alambrado para mim que a levo direto ao ônibus.
Certa vez por volta de 1957, após uma vitória de 2x1 sobre o seu arqui-rival do bairro, o já extinto time do Progresso, os jogadores do Amazonas vieram a pé do campo do Progresso (hoje Canto do Rio), cantando a seguinte marchinha :
Passa pra lá; Passa pra cá; Arreda do caminho que o Amazonas quer passar; Nosso goleiro é um destemido; Os nossos beques de real valor; Alfaria vai chutando pra frente; E a nossa linha vai marcando gol.
Conta o Sr. Mauro Malheiros, do tempo em que atuava pelo Amazonas.
O fim melancólico
A incorporação da Empresa Garcia a Artex em 19 de fevereiro de 1974 marcou o começo do fim de uma era brilhante no esporte blumenauense. Os dirigentes da Artex acabaram com o clube, mas ergueram um novo e moderno estádio, no antigo campo do América, que anteriormente era conhecido como pasto do Sr. Bernardo Rulenski, seu antigo proprietário. Por volta de 1970, a Artex comprou este local e fundou em 1971 a Associação Artex. O fim foi inevitável, mas trouxe muita revolta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores, que ao saber do enceramento das atividades, alguns saquearam a sede e levaram tudo que pudessem, para ter alguma coisa como recordação, sem interferência da direção para o ocorrido, tanto é verdade que nada existe na Associação Artex, que mostre a existência da agremiação sou sabedor deste episódio, pois trabalhava na área de Recursos Humanos, onde possuía acesso a estas informações.
O principio do fim
Foi a 26 de maio de 1974, um domingo bonito com sol, mas sombrio pela circunstância, que o Amazonas se despediu para sempre do seu magnífico estádio, uma baixada que foi impiedosamente aterrada, pela Artex, em trabalhos de terraplanagem executado por duas possantes maquinas da Construtora Triângulo, o Amazonas vence o Tupi de Gaspar por 3x1, com 2 gols de Bigu e um de Tarcisio Torres, pelo campeonato Taça Governador Colombo Machado Salles. Os últimos jogadores a pisar o gramado do majestoso estádio da Empresa Industrial Garcia, foram: Gaspar, Girão, Eloi,(depois Luiz), Nena e Adir, Nelsinho e Cavaco, Werninha (depois Poroca),Nilson (Bigo), Tarcisio e Ademir.
Reflexão
Mas o Amazonas para mim sempre foi um grande clube, e ainda continua, porque não saiu ainda da memória dos fanáticos torcedores Amazonenses, onde se praticava diversas modalidades esportivas. As comemorações juninas e natalinas, como também dia do trabalhador, dia da criança, patrocinadas pela diretoria do Amazonas e da Empresa, estando à frente da organização, o inesquecível Jose Pêra, e em novembro de 1968, as comemorações do Centenário da Empresa Industriai Garcia S/A, foram acontecimentos que marcaram época.
A história sempre mostrará as vivências, das comunidades que quando se organizam, conseguem fazer sucesso, e a esses atletas mencionados ou não, o nosso carinho e respeito. Compreendendo o passado histórico de uma equipe, de um povo, entenderemos o presente, e assim poderemos projetar um futuro melhor e mais brilhante para nossa comunidade.
Autor -Adalberto Day – Cientista Social -  e Pesquisador da história.
Fonte – Jornal “A Nação” período 1919-1975 –Arquivo Histórico José Ferreira da Silva
Colaboradores –Aurélio Sada (Sadinha)

11 comentários:

Silvio Kohler disse...

Caro Adalberto!
Simplesmente incrível seu empenho, dedicação e amor para com a memória de nossa cidade e região e para com o esporte. O Krueger (Oli Krueger) ficou quase meia hora vendo seus colegas e times com que jogou na década de 60 quando veio do RS (trazido pelo Beto Schuermann) para o Palmeiras. Trabalha na Resima. Vamos continuar preservando o melhor de nossa história.
Muito obrigado por ilustrar a homenagem ao Amazonas em seus 89 anos de VIDA com uma foto em que estou ao seu lado com a Bandeira do Anilado. Não me sinto digno de tal honraria.
Um abraço de coração.
ps1 - Estaremos indicando seu trabalho para visitas de amigos do Rio de Janeiro.
Silvio Kohler

Tere disse...

Beto, leio todos os dias seu blog......vi hoje sobre o Amazonas...muito legal mesmo.....não devemos nunca apagar essas recordações porque elas são um pouco de nossa história também.....fico sempre muito emocionada de ver seu belíssimo blog......um abraço. Tere.

Darlan Jevaer Schmitt disse...

Sr. Adalberto,

Parabéns pelo material do Amazonas. Está história merecia estar em um livro ou uma revista...
Acho que para o ano que vem,na comemoração dos 90 anos isso poderia ser pensado...tenho certeza que teriam vários patrocinadores interessados...

Abraços.

Darlan

Airton Moritz disse...

Beto

Parabéns pelo trabalho em manter viva a chama azul/anilada do Amazonas Esporte Clube, no que tange ao item, "Em 1968 também discreta participação, mas campeão juvenil invicto em cima do Olímpico no estádio Grená, com o escore de 3x1", como manifestei o espaço é pouco, mas foi uma conquista magnífica e que mereceria uma comemoração, tendo em vista que comemoramos "40 anos" desta conquista em pleno estádio da baixada, os alvi-rubros, riquinhos e cheios de manha
Trata-se do Torneio Curt Metzger, nos parece um título "inédito" do juvenil amazonense, mas, só a lembrança nos contagia de alegria
Visite meu orku, temos alguma fotos históricas por ali.
Abraços e obrigado pela lembrança, ataque infernal e avassalador, Moacir, Neni, Remi e Vilmar, detonamos com todos sem perder uma partida sequer. Isto é bom demais
Primeiro gol do Vilmar, o segundo acho que foi o Remi ou o Neni e o terceiro do Vardo Oneda, ele acerta uma tipo capitão Carlos Alberto aí o Olímpico, se entregou, foi um passeio alvi-anil, .
Abraços
Airton Gonçalves Ribeiro (Airton Moritz)Itajaí SC

Anônimo disse...

Meu caro Adalberto
É sacanagem o que você faz no seu blog. Você já está merecendo uma estátua no começo da rua Amazpnas, alí ou na confluência com a Rua da Glória. Confesso que quando leio as matérias que você posta e que me trazem recordações de infância e juventude, a saudade acelera o rítmo do coração. Parabéns pelo relato sobre a história gloriosa do Amazonas Esporte Clube. Sempre admirei o clube e não foram as vezes que joguei no Estádio Proletário (como o denominávamos na Nereu) e transmití jogos no local. Lembro com muita saudade do Amazonas assim como você que tinha ligações mais diretas. De você o povo do Garcia não poderia esperar outra coisa. Aliás, está mais do que na hora que você seja eleito o PREFEITO do Garcia.
Um grande abraço
Edemar Annuseck - CuritiBA-pr

Adilson Siegel - Ticanca disse...

Amigo Beto Day,

Cada vez que você posta em seu blog matéria sobre o Amazonas Esporte Clube, me faz lembrar a reunião de almoço em família na casa do meu Pai Chico Siegel. Nosso assunto diário era sobre o Anilado do Garcia. Também pudera, todos da família tiveram a honra de vestir o manto sagrado Azul e branco em décadas distintas, mas com um amor inquestionável.
É bom demais respirar Amazonas e ainda hoje poder relembrar momentos marcantes e históricos de nossas vidas. Pegeuei praticamente o finalzinho do Amazonas, mas tempo suficiente para um AMOR ETERNO. Parabéns e muito obrigado pelo seu trabalho resgatando e preservando um pouco da nossa história através do Glorioso AMAZONAS ESPORTE CLUBE.

Valdir disse...

Beto,
Estou com o Darlan. Tá na hora do Amazonas virar livro.
Parabéns, belo trabalho.
Valdir.

Airton disse...

Caro Adalberto:
Estive observando a relação de presidentes do Amazonas E.C. e me parece, salvo equívoco, não consta o nome do Sr. Guerard Detleft Kertischka,que com brilhantismo presidiu o glorioso clube anilado.
Abraços

Robson disse...

Olá Adalberto, queria apenas comentar que o nome correto é Osnir Vieira, mais conhecido por Barroso, por ser oriundo do C.N A. Barroso de Itajai.
Sou filho dele, e gostaria de saber se você tem mais fotos da época dele, pois sobraram poucas com a a gente.
Se você tiver e puder disponibilizar, agradecemos.
Meu email: sidneibob@yahoo.com.br

Abraços

Robson S. Vieira

VALDECI TEIXEIRA disse...

sR ADALBERTO, FIQUEI FELIZ AO LER A HISTORIA DO ETÁDIO DO AMAZONAS. LEMBRO BEM POIS ERA PERTO DE CASA,POR ISTO ERA FREQUENTADORA DO MESMO. MEU PAI HOJE JÁ FALECIDO FOI GOLEIRO DO AMAZONAS , E HOJE SÓ MATAMOS AS SAUDADES DESTA ÉPOCA PELAS FOTOS QUE TEMOS. MEU PAI FOI JOÃO JANNING.

Patrício disse...

Adalberto,

Meu nome é Patricio da Silva Lucht, tenho 29 anos e moro em Hamburgo, Alemanha. Sou natural de Blumenau, mais precisamente do Valparaíso. Estou lhe escrevendo por conta do seu blog, mais precisamente sobre o interessantíssimo artigo sobre o Amazonas Esporte Clube de 19/09/2009, que eu, particularmente, não conhecia objetivamente.

Cheguei, na verdade, a este artigo por estar, juntamente com minha irmã Fernanda, moradora de Blumenau, pesquisando um pouco sobre nossas origens. Somos descendentes por parte de mãe da família Vinotti, quase sempre presente na região da Rua da Glória. Tenho a suspeita de que o mencionado José Vinotti, e pertencente da primeira equipe do Amazonas Esporte Clube nos anos 20 (?) tenha sido o meu bisavô.

Tudo que sabemos é que nosso bisavô também assim se chamava, era casado com Maria Laura Vinotti, moravam naquela região e hoje estão enterrados no cemitério do Progresso. Seria muita coincidência se não fosse o mesmo!

O problema é que os Vinottis se dispersaram e o elo documentado com José Vinotti, sua filha e minha avó materna já falecida, se perdeu. Não temos informação alguma sobre ele, estamos começando do zero para montar nossa árvore genealógica.

Você saberia por acaso, se existem registros com informações pessoais sobre esses jogadores do Amazonas Esporte Clube e como poderia acessá-lo? Será que ainda existem registros dos trabalhadores da antiga Empresa Garcia?

Além do mais, você teria mais detalhes sobre a foto do time na década 20 do século 20, disponibilizada por Jorge de Oliveira, talvez com os nomes das pessoas?

Qualquer informação que tivesse seria muito bem-vinda.

Um abraço de Hamburgo,
Patrício da Silva Lucht

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