“A Educação é a base de tudo, e a Cultura a base da Educação”

Seja bem-vindo (a) e faça uma boa pesquisa.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

- Inauguração da Cooper Garcia

Uma nova Cooper, no coração do Garcia.
Desde 1990 o Grande Garcia com a tragédia em 14 de outubro com 21 vitimas fatais, e repetiu-se em 15 de novembro de 1991, caiu no desagrado da população – o IDH despencou, e quando veio a tragédia maior de 2008, o desespero tomou conta dos Garcienses
A Cooper vem resgatar essa credibilidade, a autoestima dos Garcienses e nossa gente, e temos certeza que daqui para frente, voltaremos a ser o bairro de antes, ou seja, o primeiro a ser organizado na cidade e o mais antigo, de tantas tradições, pois foi aqui que começou o berço da indústria Têxtil 1868 com a Empresa Industrial Garcia, Corpo de Bombeiros em 1929, energia elétrica, a partir de 1929 com a primeira emissora de Rádio, através de alto falantes, tocados na Empresa Industrial Garcia através de seu grande diretor e fundador da Radio fusão em Santa Catarina, João Medeiros Jr., que fundou o Radioamadorismo e a Rádio Clube de Blumenau.
Amplo estacionamentos para quase 300 veículos. 
Inauguração da oitava filial marca início da expansão física da cooperativa, que nasceu em 1944 e é a segunda maior do Brasil.
No dia 28 de novembro 2012 quarta-feira, às 9 horas, foi inaugurada a nova Cooper Garcia. A Cooperativa de Produção e Abastecimento do Vale do Itajaí abre aos cooperados e clientes sua oitava filial, na Rua Amazonas, nº 3000. Esta será a mais completa loja da Cooper, terreno de 16 mil metros quadrados, com 21 mil metros quadrados construídos, ambientes climatizados, amplo estacionamento, esteira rolante e outros diferenciais que a posicionam entre os mais modernos equipamentos do segmento de varejo supermercadista do Brasil.
Cerimonial e autoridades constituídas
Prefeito eleito Napoleão Bernardes
Secretário de turismo de Blumenau, José E Bahls de Almeida, representando o prefeito.
Diretor-presidente da Cooper, Hercílio Schmitt
Padre João Bachmann da  Catedral São Paulo Apóstolo Centro e Pastor Horst Lümke da Paróquia Luterana Bom Pastor - que realizaram a cerimonia religiosa.

A Cooper Garcia seguirá o conceito “Power Center”, oferecendo, além da loja própria, uma estrutura de lojas de apoio e Praça de Alimentação. Farmácia Cooper e uma unidade da Viacredi integram o mix. Já na abertura, os cooperados e clientes puderam conhecer as instalações e já fazer suas compras. A inauguração proporcionou  eventos culturais e exposições.
 Está gerando 250 novos empregos diretos na região e tem área de check-outs com 28 caixas.
O mix tem mais de 25 mil itens de produtos e é o mais completo entre todas as lojas da cooperativa. Seguindo o conceito de “power center”, além do espaço próprio da filial, com aproximadamente 3,4 mil metros quadrados, a Cooper Garcia oferece farmácia própria, mais de 15 lojas de apoio, Praça de Alimentação com 220 lugares e estacionamento com 360 vagas, sendo 220 cobertas. Para garantir a acessibilidade de cooperados e clientes, a loja conta com esteiras rolantes, elevadores, sanitários adaptados e corredores largos.

Diferenciais de sustentabilidade

A nova filial da Cooper no Bairro Garcia foi construída em um terreno de 16 mil metros quadrados, que pertenceu à tradicional Família Schadrack. O projeto contempla modernos conceitos de sustentabilidade, a exemplo do sistema de coleta e aproveitamento da água da chuva para fins sanitários e de limpeza. A capacidade de armazenamento deste reservatório (250 mil litros) também evitará a sobrecarga das tubulações e da calha do Ribeirão Garcia nos períodos de precipitações mais intensas, permitindo liberar a água da chuva gradativamente.
A loja está entre as mais modernas do País quanto a tecnologias menos nocivas ao meio ambiente nos equipamentos de refrigeração, congelamento e câmaras frias, utilizando glicol e CO2. As aberturas em vidro contribuem para o aproveitamento da luz natural e o sistema de iluminação se utiliza de lâmpadas mais econômicas e de maior vida útil. Três geradores próprios, com capacidade de 1350 kva, garantem a continuidade de atendimento  no caso de falta de energia e possuem tecnologia para atenuar  ruídos aos níveis dos equipamentos dos hospitais (55 decibéis).
Outro diferencial de sustentabilidade foi a destinação de um espaço de 1635 metros quadrados (cerca de 10% do terreno*) como área verde, nos fundos do imóvel, onde estão sendo replantadas espécies nativas da região, incluindo os ipês retirados da área de construção. A palmeira borassus quase centenária que existia no terreno também foi remanejada, mas a Cooper optou por replantá-la em frente à loja, para que integre o paisagismo da fachada. 
Como parte do acordo de compensação pela supressão de vegetação originária, a Cooper adquiriu uma área de preservação ambiental de 20 mil metros quadrados, no Bairro Progresso.
Sistema viário
O acordo para aprovação do projeto da nova Cooper Garcia também incluiu a doação de 1566 metros quadrados (mais 10% da área do terreno*) para que a cooperativa fizesse o alargamento das ruas Amazonas e Soldado Moacir Pinheiro. A Cooper está investindo mais de R$ 700 mil na reurbanização da Rua Amazonas - asfaltamento dos recuos e calçadas - na extensão entre as ruas Jaborá e Soldado Moacir Pinheiro. Também fez o asfaltamento da Rua Soldado Moacir Pinheiro até a confluência com a Rua Paulo Kellner e outras melhorias no entorno, como a transposição da energia e iluminação pública. Está em execução, ainda, a obra de uma rede de drenagem pluvial independente, do empreendimento diretamente para o Ribeirão Garcia.
Estas contribuições da Cooper irão facilitar a continuidade do projeto da municipalidade para o sistema viário da região, que prevê uma futura ligação das ruas Amazonas e Hermann Huscher através de uma ponte sobre o Ribeirão Garcia.
* Somadas as doações para fins de melhoria de tráfego e compensação ambiental, a Cooper destinou mais de 20% de sua área total.
 Adalberto Day - Hercílio e Osnildo de Souza
Adalberto Day e o diretor da Viacredi, Vanildo Leoni
Diferenciais da nova loja
Padaria própria e a Cafeteria Sabor & Delícia, onde são oferecidos produtos fresquinhos e deliciosos, para serem consumidos no local ou levados para casa.
Ampla área de frutas/verduras/legumes onde os cooperados encontram também os produtos abastecidos por produtores rurais da região, através do Programa Cooper Agro, Açougue abastecido com carnes de ótima procedência, com cortes variados, Setor de eletros, sempre com as últimas novidades.

Farmácia Cooper, com um mix completo de produtos e atendimento de um farmacêutico responsável. Duas esteiras rolantes (as primeiras do bairro) e dois elevadores, Ambiente climatizado, Moderna comunicação visual.

Para mais informações ou agenda de entrevistas, entre em contato com:
New Age Comunicação /Assessoria de Imprensa da Cooper
Jornalista Responsável: Marli Rudnik
(47) 3340-8208 / (47) 9980-2356
marli@newagecom.com.br
Eu e minha esposa, tivemos a honra de poder contar e deixar retratada, um pouco da história do Bairro.
História
A Cooperativa da Hering foi fundada no dia 16 de março de 1944, um dia após, em 17 de março de 1944 foi fundada a Cooperativa de consumo dos empregados da Empresa Industrial Garcia (com o apoio do Senhor Ernesto Stodieck Jr. diretor ). Antes dessa Cooperativa a Empresa Industrial Garcia desde a década de 1920 possuía um armazém para os empregados no mesmo local.  A idéia foi de um grupo de colaboradores que buscava a solução para a escassez de produtos básicos, durante e pós-guerra. Localizava-se na Rua Amazonas logo após o estádio do Amazonas e ao lado da antiga ponte de acesso a Rua Emilio Tallmann. Uma nova fase da CooperArtex, que foi transferida em 1979 para a Rua da Glória, 344. Posteriormente, Cooperhering e atual Cooper.
O que é Cooperativismo? É uma doutrina, um sistema, um movimento ou simplesmente uma atitude ou disposição que considera as cooperativas como uma forma ideal de organização das atividades sócio-econômicas da humanidade. 
O que é Cooperativa? Cooperativa é uma associação de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, socias e culturais, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida. O cooperativismo teve sua origem na Inglaterra por iniciativa de operários da cidade de Rochdale. Prejudicados pelo novo modelo industrial - onde as máquinas inventadas substituíram o trabalho artesanal e algumas atividades - os operários foram levados a se preocuparem com outras formas de garantirem o sustento de suas famílias. Discutindo as dificuldades e buscando soluções, eles decidiram pela criação de uma sociedade de consumo, baseada no cooperativismo puro. Houve uma reunião, que teve a participação de 27 homens e uma mulher, foi realizada em novembro de 1843 e repetiu-se em 21 de dezembro de 1844, para a fundação de um armazém comunitário, com um capital inicial de 28 libras, representando uma libra que cada um do grupo havia economizado. Foi lançada então a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale Limitada. Ao fim do primeiro ano, a Sociedade já contava com 74 sócios e um capital de 180 libras. Onze anos depois, a organização tinha 400 sócios. Nasceu assim o cooperativismo, Desde então, o movimento alastrou-se pelo mundo e as normas definidas por aqueles tecelões passaram a nortear as ações das cooperativas em todo o mundo.

Presentes no evento:
Comunidade em geral, Diretor Presidente da Cooper Sr. Hercilio Schmitt, Supervisora Regina Aparecida Eberle, Gerente Cooper Garcia Hilda Busanna. Vice Presidente Osnildo Maçaneiro, Ex. Prefeito Felix C. Theiss, Presidente da ACIB – Ronaldo Baungartner, Vereadores Deusdith de Souza, Vanderlei Paulo de Oliveira, Mauricio Gool, Vice-prefeito Rufino Regis, Vanildo Leoni Diretor da Viacredi, Padre João Bachmann, Pastor Horst Lümke, Secretário de turismo José Eduardo Bahls de Almeida e esposa Senhora Regina, jornalistas entre outras autoridades.

Para saber mais acesse:
Fonte: Dados - Informativo/Site Cooper/ChristianeArquivo: Adalberto e Dalva Day

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

- Blumenau e sua imprensa

“A TRIBUNA”
Com esse titulo, surgiu em Blumenau outro semanário sob a direção dos jornalistas Gentil Telles e Evelásio Vieira. “ A Tribuna” lançou ao público o seu primeiro número em 7 de outubro de 1957 e explicava em seu editorial de apresentação: “ Apesar de vivermos esmagados no mesmo meio, arrastando trabalho e dificuldades, queremos, sem maiores pretensões, com este jornal, emprestar a insignificância do nosso esforço a um empreendimento grande, nobre e valioso. Anima-nos, unicamente, a vontade firme e decidida de utilizar, total e completamente, a nossa capacidade de trabalho, a intenção sincera de servir de servos úteis. Pretendemos colher e semear a Verdade. Essa verdade que brota da sua própria natureza e fixa os seus valores na placa dos seus postulados. Jamais nos curvaremos a injunções políticas e interesseiras E aí por diante.
Com 12 páginas, esse primeiro número, bem impresso, trazia matéria variada, bem distribuída e através da qual já se via a verdadeira orientação do jornal: combater os governos do município e do Estado.
Seguindo o ponto de vista político do partido Trabalhista Brasileiro, desencadeou tenaz campanha contra os situacionistas da união Democrática Nacional, apontando, falhas e erros, criticando, às vezes acerbamente, a situação dos dirigentes locais.
Não desceu, porém, nunca, aos ataques pessoais e nem à linguagem desaconselhada órgãos de imprensa que se prezem, num meio avesso a tricas e fruticas da politicagem.
Formato 33 x 46,5 cm, que conserva, pois o jornal ainda continua, até os dias de hoje (1971), prestando bons serviços a coletividade.
O Dr. Gentil Telles ficou à frente da Direção do jornal até setembro de 1959, quando “A Tribuna” passou, por compra para a propriedade de Germano Beduschi, cidadão que já exercera, por mais de uma vez, o governo Municipal e era um dos próceres políticos locais. Evelásio Vieira já havia deixado, em novembro de 1958, de participar da direção, quando Egídio Volpato entrou para a gerencia da “A Tribuna”, e Péricles Prade para a sua redação , nelas se conservando até a transferência do jornal.

Dispondo de bons colaboradores “A Tribuna” atravessou todo esse período, fornecendo matéria variada, não apenas sobre a situação política e os interesses econômicos e culturais do município, mas igualmente sobre assuntos de caráter geral. O jornalista Cássio Medeiros, espírito arejado e combativo, mantinha assídua coluna sob o titulo “Três por Semana” que despertava muito interesse pela variedade dos assuntos versados e o bom senso com que eram tratados.
Antes de passar para as mãos do seu novo proprietário, Germano Beduschi, “A Tribuna” sofreu interrupção na sua publicação, em abril de 1959, tendo reaparecido em 7 de setembro, seguinte. Egídio Volpato figurava ao lado de Beduschi, como diretor.
De acordo com nota explicativa, publicada na primeira página, o jornal continuaria a mesma orientação que lhe fora dada pelos seus fundadores, ou seja “ o caminho que partilharemos será o mesmo em favor do povo”. Pouco depois, Volpato deixa de figurar como diretor, permanecendo só o Sr. Germano Beduschi. Já em fevereiro de 1960, entra para a redação Geraldo Luz que dá pouco depois, o seu posto a Waldir Wandall, entrando Nagib Barbiere para a direção. Este último, entretanto, não demora no cargo, pois, já no número seguinte ao que apareceu, seu nome não mais figura no cabeçalho.
Pelos fins de 1960, entra para a redação Onildo S. de oliveira que permanece apenas algumas semanas.
Daí por diante, passam ano cabeçalho, apenas Germano Beduschi como proprietário e como colaboradores: Diversos.
Mantendo uma linha de conduta coerente e de elevado nível, “A Tribuna” vem se mantendo dentro de uma trajetória digna de registro e de louvores.

Contando com a colaboração de elementos capacitados, como Geraldo luz, Álvaro Corrêa e outros que, embora não figurando no cabeçalho do jornal, emprestam-lhe o brilho da sua inteligência e a sua prática jornalística, “A Tribuna” vem cumprindo galhardamente o seu programa, vencendo tropeços e dificuldades sem conta sempre presentes em empreendimentos jornalísticos do interior. Germano Beduschi, nesse particular, tem se mostrado também um verdadeiro abnegado, dedicando esforços inauditos em prol do desenvolvimento do seu jornal e, conseqüentemente, da imprensa no Vale do Itajaí. Participando de quantas campanhas se têm desenvolvido em prol do progresso de Blumenau e do bem estar do seu povo, “A Tribuna” vai se impondo, cada vez mais, como um órgão orientado por elevados propósitos.


“BLUMENAU EM CADERNOS”

Esta publicação surgiu em novembro de 1957 em Curitiba. Ali residia, então, o seu fundador José Ferreira da Silva. Este blumenauense honorário, sempre dedicado ao estudo da história do Vale do Itajaí, embora temporariamente afastado do município que chegara a governar de 1938 a 1941, jamais deixou de se interessar pelo desenvolvimento cultural de Blumenau.


Em constante ligação com as principais figuras do mundo intelectual blumenauense, resolveu ele concretizar um projeto que o vinha preocupando há muito: o de dar publicidade, em pequenos cadernos mensais, ao vasto material existente no Arquivo Histórico do Município e, assim, preservá-los para a posterioridade.

Os primeiros números foram impressos nas oficinas tipográficas de Max Roessner, passando, posteriormente, os demais, a sê-lo nas da Gráfica Vicentina, ambas da capital paranaense.

Em 1962, quando “Blumenau em cadernos” já estava no quinto tomo, Ferreira da Silva retornou a Blumenau, passando a revista a ser impressa em oficinas desta cidade.

De acordo com o que se propôs no artigo de apresentação, a revista vem executando um interessante programa de estudo e divulgação dos fatos catarinenses, especialmente dos do Vale do Itajaí, publicando artigos, crônicas, relatórios, cartas e outros documentos históricos, prestando assim, assinalados serviços à coletividade.

“Blumenau em Cadernos” aparece mensalmente em 20 páginas de Texto, formato 16,5 x 23 cm., com capa ilustrada em duas cores. Está, atualmente, no XII tomo cada um deles com 12 cadernos formando já 11 volumes completos com mais de 2.650 páginas (1971). Constitui-se, por essa forma, a “Blumenau em Cadernos” o maior acervo impresso de informações histórica de Santa Catarina, tendo acolhido e continuando a ser honrado com a colaboração dos maiores expoentes das letras e da História da nossa terra.

Somos suspeitos para opinar sobre os méritos e préstimos desta publicação. Possuímos, entretanto, em nossos arquivos, centenas de opiniões de destacadas figuras do mundo social e cultural de Santa Catarina e de outros estados da Federação e até mesmo de outros países, todas salientando a valiosa atuação de “Blumenau em Cadernos” e a sua contribuição para o maior progresso intelectual barriga-verde.

“Blumenau em Cadernos” é mantido por pequena subvenção dos cofres municipais e por espontâneas contribuições de algumas indústrias e de particulares. Graças a essa cooperação, que, nos serve de estímulo, a publicação vai sendo feita com louvável regularidade.

“O MONITOR”
Dizendo-se “órgão da juventude social-progressista de Blumenau”, surgiu nesta cidade, a 15 de abril de 1958, um jornal quinzenal, sob o título “ O Monitor”. Era de distribuição gratuita e tinha como diretor Geraldo Luz, como redator Waldir Wandall e como gerente Lourival Nascimento. Os dois primeiros números (15 de abril e 16 de maio, respectivamente) apareceram com seis páginas, no formato de 25,5 x 36,5 cm.
O número 3 data de 2 de junho de 1959 e aparece em formato bem maior: 32 x 47,5 cm, tendo desaparecido do cabeçalho a indicação do órgão da Juventude Social Progressista e os nomes dos responsáveis, constando apenas como “órgão independente do Vale do Itajaí”. Já no segundo número, o nome do redator Waldir Wandall tinha sido substituído pelo de Péricles Prade. Foi uma folha de orientação política, ligada ao partido chefiado por Ademar de barros no âmbito nacional. Teve vida curta, mas foi muito combativo, bem feito e com boa colaboração.

“REVISTA AA BB”
Em janeiro de 1959 apareceu o primeiro número deu ma bem feita revista, com 20 páginas, formato 15,5 x 22 cm, órgão da Associação Atlética Banco do Brasil.
A “Revista AA BB”, Blumenau tinha como diretor Edison Müller, diversos redatores, de edição mensal e tinha por sede o Edifício do Banco do Brasil, à rua 15 de novembro. Era impresso na Tipografia e livraria Blumenauense S/A.
São do editorial de apresentação estas palavras: “Destinada, especialmente, aos associados da AABB, escudamo-nos, desde já no elevado espírito de compreensão que sempre nos tem unido, aos nos serem apontados os nossos defeitos. A feitura desta revista deve-se à colaboração imprescindível dos associados. Neste primeiro número apresentamos trabalhos dignos de figurarem nas melhores revistas do país fato que, sobremaneira, nos anima a continuar no campo da luta por muito tempo”.
Realmente, tanto esse primeiro como os demais números da Revista apareceram enriquecidos de excelente colaboração, artigos e contos bem feitos, bem escritos e de seções variadas, inclusive de palavras cruzadas, esporte, anedotas, piadas, variedades.
As primeiras nove edições saíram sob a direção de Edison Müller, as de números 10 e 21 sob a responsabilidade redatorial de Ary de S. Siqueira, a de nº 22 sob a direção de Rogério Bergonsoni e Edison Müller, figurando, este último, sozinho, como diretor-redator chefe no número 23. Deste, até o número 26, o Sr. Oswaldo Ladewig.

Com esse número, correspondente a setembro/outubro de 1966, a revista encerrou suas atividades. Lamentavelmente, porque foi um órgão de imprensa à altura do preparo intelectual, da experiência e cultura dos rapazes do Banco do Brasil, e que grandemente honrou a imprensa de Blumenau.
O nosso Arquivo Histórico possui toda a série dos números publicados.
Blumenau em Cadernos Tomo XII - * Abril de 1971 * - Nº 4
Colaboração: Sávio Abi-Zaid

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...