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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

- Adelina Hess de Souza

Texto produzido por  Jacqueline Hess e me enviado gentilmente para que eu pudesse postar em meu blog. Uma riquíssima história de sucesso. Este trabalho servirá de pesquisas. Eu Adalberto Day adquiri a minha primeira camisa nas Lojas DUDALINA na Rua XV de novembro em 1968, mesmo ano que a empresa veio para  Blumenau. Lembro-me que no inicio o tecido da qual adquiri a camisa, foi comprado pela senhora Adelina na antiga empresa Industrial Garcia. 
Os Moldes do Sucesso
Adelina 
A história de empreendedorismo, luta e sucesso de Adelina Clara Hess de Souza, Mãe de 16 filhos e fundadora de uma das maiores empresas brasileiras.
A palavra empreendedor é de origem francesa, entrepreneur, e denomina aquela pessoa que assume riscos e inicia algo novo.
O Brasil é um dos países onde mais se criam negócios. Nós brasileiros somos um povo muito empreendedor.
Nestas páginas Você conhecerá um caso real de empreendedorismo. A história de uma mulher verdadeiramente empreendedora, uma catarinense cuja vida foi dedicada a grandes ideias, costuradas com talento, amor e muito trabalho.
A história começa nos últimos anos da década de 19(40), quando um jovem casal apaixonado, Adelina e Duda, iniciava uma vida de sonhos e esperanças na pequena cidade de Luís Alves, num cantinho do Vale do Itajaí, em Santa Catarina.
Eles planejavam uma família de 20 filhos; tiveram 16.
Não havia telefone e nem energia elétrica. Mas o que poderia ser um drama rural brasileiro foi o princípio de uma história de grande sucesso pessoal e empresarial.
O relato de vida apresentado nas páginas a seguir é uma homenagem à memória de Dona Adelina Clara Hess de Souza, mulher à frente de seu tempo, que teve coragem, força e ousadia para dar início ao seu próprio empreendimento e torná-lo um negócio muito bem sucedido.
Mas este texto é também dedicado a todas as pessoas criativas e empreendedoras que constroem diariamente o nosso Brasil, do Norte ao Sul, do Leste ao Oeste.
A história de vida aqui contada é fonte de inspiração às mulheres e aos homens, jovens, adultos ou idosos, pois é através da ideia, do estudo, da vontade, da perseverança e da esperança, e do amor, que todos nós podemos deixar nossa marca no mundo, fazendo-o um lugar melhor do que estava quando nascemos.
Vejamos como tudo aconteceu!
Adelina era uma jovem inteligente, feliz, aplicada nos estudos, tinha muitos amigos e ajudava em casa nas tarefas do mésticas.
Era a década de 40 e a adolescente morava em Luís Alves. Mas, durante 6 anos estudou em escola interna na vizinha cidade de Blumenau.
Leopoldo e Verônica, pais de Adelina
Aos 14 anos ela  terminou o ginásio e resolveu, a partir de então, ajudar seus pais no pequeno comércio de secos e molhados da família em Luís Alves.
Observando a gestão da casa de comércio, Adelina notou que era preciso mudar a forma de organizar a loja e que era necessário motivar os vendedores que estavam muito acomodados. Além disso ela começou a implantar alguns controles, tais como o livro de estoque.
Os pais ofereceram a Adelina 1% de comissão sobre todas as vendas que ela fizesse e isso a motivou a ampliar os negócios.

Com muita disposição, ânimo e força de vontade ela conseguiu, num curto prazo ,obter sucesso nas vendas, melhorando o atendimento aos clientes, e com essa nova postura de negócios as vendas da lojinha foram aumentando.
“Já de manhã, por volta das 5 horas, estávamos de pé e começava a nossa lida: os carroceiros tratando os animais e buscando os produtos agrícolas; os operários iniciando a secagem do açúcar na eira e os balconistas abrindo a venda, para atender os primeiros colonos que já nos aguardavam com suas carroças.”
Adelina
Ao final de cada dia de expediente Adelina reuni aos balconistas e todos juntos colocavam em ordem as mercadorias, para que no dia seguinte a loja estivesse perfeita para os clientes.  Aqueles eram tempos difíceis, nos anos 1940. Luís Alves não tinha luz elétrica e as notícias podiam ser ouvidas no rádio à bateria.
Mas havia muita alegria também! Aos 15 anos Adelina fundou o Clube de Vôlei Luisalvense e a juventude passava os domingos jogando, pedalando bicicleta, fazendo passeios e piqueniques.
Quando da II Grande Guerra, Adelina quis se incorporar ao Corpo Expedicionário da Cruz Vermelha para prestar socorro às vítimas de guerra, mas seus pais não deixaram que ela fosse.
Entre 1944 e 1945, então com 18 anos, Adelina ficou em Blumenau para cursar corte e costura, bordado à máquina e economia doméstica. Terminados os cursos ela voltou para casa e retomou suas funções na loja, no balcão e no escritório da casa comercial de seus pais.
Em 1945 Adelina conheceu Rodolfo (o Duda) com quem casou em 24 de maio de 1947. Iniciava-se uma história de amor que durou meio século!
Após o casamento, os pais de Adelina ofereceram ao jovem casal a aquisição da pequena loja. Naquele momento iniciou-se uma saga de muito trabalho, determinação, inovação e visão de negócios  A jornada de trabalho na loja de secos e molhados era de 18 horas diárias e embora estivesse constantemente grávida Adelina não perdia o entusiasmo. Em 1955 ela e o marido decidiram fechar o açougue mas mantiveram a casa de comércio, abriram uma serraria e compraram um caminhão para transportar a madeira. O comércio e a serraria davam suporte ao sustento da família que aumentava, afinal em 1955 já tinham seis filhos.
Contudo, Adelina só pensava em fazer os negócios crescerem e para isto não media esforços. Duda se dedicava ao contato com os colonos, com os clientes e cuidava do abastecimento dos produtos para a venda.
Adelina se encarregava do setor de tecidos, confecções, sapatos, perfumaria e armarinhos. Para manter a loja abastecida, Adelina costumava buscar os produtos em São Paulo e nos atacadistas catarinenses.
Numa dessas viagens ela não pôde ir devido à gravidez adiantada. Então Duda teve que viajar a São Paulo sozinho e foi quando um dos fornecedores, um turco da Rua 25 de Março, o convenceu a comprar um grande lote de tecidos por um preço vantajoso e prazo a perder de vista. O turco falou ao Duda:
“Tenho um saldo bem ‘baratinho’
Que o ‘brimo’ leva de graça;
Umas peças de faill e xadrez,
‘Breço’ assim não tem na ‘braça’;
Negócio como este hoje, ‘brimo’
A gente procura e não acha.”
Quando as peças de tecido chegar amem Luís Alves Adelina levou um baita susto, pois não haveria consumidores para tanto tecido.
Bem, o que fazer então?
Colocou-se um preço baixo no tecido, fizeram uma promoção, mas a quantidade era muito grande.
Foi quando Adelina teve um estalo, percebeu uma oportunidade e pensou:
“Se não consigo vender o tecido em metro, vou transformá-lo em confecção, já que um dos cursos que fiz quando jovem era de corte e costura !”
Era maio de 1957 quando Adelina chamou 2 amigas, Lídia e Gertrudes, que eram costureiras e propôs um negócio: elas trariam suas duas máquinas de costura e juntas as três transformariam aquele tecido todo em camisas!
As amigas gostaram da ideia e as máquinas foram instaladas num dos quartos da casa de Adelina e foi iniciada a produção.
Trabalhavam durante o dia e à noite as máquinas eram retiradas para recolocar as camas.
Naquele período estava em construção a linha de transmissão de energia da Usina Jorge Lacerda para Joinville, que passava por Luís Alves.
Um grande número de trabalhadores foi deslocado para a obra e abrigavam-se perto da loja de Adelina. Eles foram os primeiros compradores das camisas e rapidamente o estoque de tecido acabou, estimulando a visionária Adelina a continuar com sua confecção.
Ela alugou a casa em frente à sua loja, comprou mais tecidos e iniciou a sua indústria. É preciso lembrar que naquela época não havia incentivos do governo; o casal não possuía capital e a cidade ainda não tinha eletricidade. Eram tempos duro se para manter o empreendimento era preciso enfrentar toda sorte de desafios e dificuldades

A alternativa encontrada foi contratar as costureiras e pagar aluguel pelo uso de suas máquinas.

Em 1959 Adelina e Duda instalaram um gerador elétrico e esta iniciativa possibilitou que fossem compradas máquinas industriais usadas, o que foi um novo impulso na fábrica. “Para crescer é preciso investir”, Adelina dizia.
Ela própria ia com seu caminhão vendendo as camisas para comerciantes de diversas regiões de Santa Catarina.
Adelina resolveu também contratar representantes que logo colocaram a produção no comércio da região Mas, com seu espírito sempre inovador, ela queria aumentar a produção de camisas e para isso foi adquirindo máquinas semi automatizadas. A fábrica primava pela qualidade para conquistar o mercado. O trabalho da confecção era quase artesanal. Adelina pessoalmente revisava peça por peça. Os filhos todos a ajudavam na revisão das camisas e corte dos fios
Nessa época foi criada a primeira logo marca e o nome DUDALINA (junção de DUDA com AdeLINA).
Em 1965 Adelina e Duda adquiriram duas lojas em Balneário Camboriú, SC. Numa loja o atendimento era feito por Duda e 4 filhos; na outra loja estava Adelina com mais 4 filhos e eram estabelecidas competições entre as equipes para ver quem vendia mais e os vencedores eram premiados.
O atendimento prestado pelos filhos e filhas, já perfeitamente entrosados com a arte do comércio, encantava os turistas, que sempre voltavam no ano seguinte para prestigiar a família que trabalhava unida.
Adelina revezava-se entre a fábrica de Luís Alves e as lojas de Balneário Camboriú. Os filhos menores ajudavam na loja de Luís Alves, atendendo os fregueses, pesando alimentos, medindo tecidos, revisando as camisas prontas, datilografando as etiquetas.
Porém, o estudo das crianças preocupava o casal e também o crescimento da indústria demandava maior infraestrutura (transporte, telefone, suprimento de matéria-prima e serviços bancários). Adelina, face a essas necessidades, já planejava a mudança para Blumenau.

Blumenau, anos 60
Ela poupou tudo o que pôde e quando já tinha o dinheiro suficiente adquiriu uma loja em Blumenau (era o ano de 1968). No mesmo ano Adelina e Duda compraram uma residência em Blumenau e em 1969 transferiram a família e a fábrica para a cidade. Com um espaço e uma equipe maior a confecção começou a se consolidar no mercado.

Os filhos mais velhos assumiam cada vez mais responsabilidades na empresa. Os filhos mais novos cuidavam da loja de Blumenau e também desenvolviam inúmeras atividades na fábrica e nas demais lojas.
Com isto a indústria seguia crescendo e novas praças iam sendo abertas.
Em 1983 Adelina achou que era hora de transferir o comando da empresa para seus filhos e a partir disso ela dedicou-se à administração do Himmelblau Palace Hotel, em Blumenau, recém adquirido pela família. Adelina dirigiu o Himmelblau até 1991 quando então passou tal incumbência aos filhos.

Nem mesmo as grandes enchentes de 1983 e 1984 em Blumenau derrubaram o espírito empreendedor da Família Hess de Souza.
A DUDALINA edificou uma nova sede em Blumenau, no bairro Fortaleza, inaugurada em 1984. Em 1985 foi construída mais uma fábrica em Luís Alves. E em 1986 uma unidade industrial em Presidente Getúlio.
Também a abertura de um escritório de vendas em São Paulo visou aumentar a presença da DUDALINA na região Sudeste.
Ainda nos anos 90 Dona Adelina iniciou mais um empreendimento: a confecção de “patchwork” até então inédita no Brasil. Montou a fábrica nos fundos de sua casa em Blumenau e pessoalmente fazia os desenhos e compunha os mosaicos. Ela revendia os produtos no hotel e também para várias lojas do Brasil e exportava para a Argentina e o Chile.
Dona Adelina faleceu em 2008, aos 82 anos de idade. Teve uma trajetória de vida marcada por trabalho, visão e disciplina, legado este ao qual seus filhos e filhas, netos e netas, dão continuidade com respeito, carinho e competência.
Adelina
Uma mulher de visão, que sempre soube que bons empresários são aqueles que não se intimidam diante das adversidades. Eles acreditam nas suas ideias, tomam iniciativas, assumem riscos e passam por cima dos problemas.
 “Devemos ter uma postura franca e buscar êxito nos negócios, o que só se consegue com muito empenho, determinação e vontade de vencer.
E claro, é preciso ter criatividade.”
Adelina
COMPROMETIMENTO é criar tempo, quando não existe nenhum. Passar horas após horas, anos após anos, ficando no mesmo, é estacionar e não procurar progredir para si e para os outros.
Comprometimento é formado pelo caráter de cada um, é o poder de mudar a cara das coisas. É o triunfo diário da integridade, do interesse próprio e da empresa. O orgulho é um comprometimento pessoal. É uma atitude que separa a excelência do inferior. Ele nos inspira a entrar na frente dos outros, mas devemos é entrar na frente de nós mesmos.”

Este relato:
CENTRO DE MEMÓRIA FAMÍLIA HESS DE SOUZA –DUDALINA


Texto e fotos  Enviado gentilmente por Jacqueline Hess 
Adelina nasceu em Luís Alves, em 20 de março de 1926 e faleceu no dia 31 de outubro de 2008 aos 82 anos.
Veja vídeo:

20 comentários:

Anônimo disse...

A minha vida em Blumenau foi escutando comerciais nas rádios da loja Dudalina, não fazia a mínima ideia de como surgiu esse nome, quando residia em Blumenau cheguei a comprar camisas nessa loja.
Estou feliz por saber de mais uma história que contribuiu com o crescimento da minha cidade.

Vitor Soares

Shirley disse...

Bom dia!
História fantástica dessa mulher e família!
Obrigada Primo!!!! ÓTEMA Leitura!!!!!
Bjokas
Shirló

Nillton Sergio Zuqui disse...

Meu caro Adalberto,
Sempre falo que é muito fascinante estes textos, veja vc que além de ser um usuário dá referida marca, não sabia que tudo iniciou Luiz Alves, é o que mais me dispersou foi o nome da marca. A fusão dos nomes dá Matriarca, é seu esposo. Que história, a sacada em transformar o produto acabado foi o grande bum asim eu entendo. Mais uma bela história. Mesmo a marca sendo vendida a pouco tempo ainda é muito forte no mercado nacional. Parabéns.

Jacqueline disse...

uerido Adalberto
Você talvez não saiba o quanto me é relevante ver essa história publicada em seu blog. Estou lisonjeada e feliz.

Agradeço-lhe profundamente a preciosa oportunidade.
Vou compartilhar com todos os 16 filhos de Duda e Adelina, bem como com netos, bisnetos, amigos e admiradores. E dois irmãos de Adelina ainda estão vivos, um deles é o meu pai.

Sou-lhe muito grata. E estou reunindo informações e fotos dos meus avós Leopoldo e Verônica Hess, que foram empreendedores em tempos ainda mais difíceis. Vou redigir o texto e encaminhar para que o Sr. possa avaliar. Desta vez o farei em word.

Grande abraço, sempre ao seu dispor.
Jacqueline Hess

Helga disse...

Quê mulher!
Energia, capacidade, determinação e dedicação à sua visão!
Admirável!

Obrigada, Sr. Day.
Helga Erbe Kamp

Henry disse...

Quanto Dona ADELINA, não sei nem fazer comentários, pois eram nossos vizinhos em BALNEARIO CAMBORIÚ, gente de batalha, o velho DUDA tinha um caminhão CHEVROLET BRASIL Verde, até a vaca eles traziam de Luiz Alves, para terem leite pra esta turma toda,
Nossa casa ficava em uma Rua, a deles na outra fazia fundos uma com outra, ao lado ficava casa dos Sackhl, antigos proprietários da empresa Nossa Senhora da Glória, tudo está piazada, Souza, Sackhl eu ali no meio, batemos alguma bola.

Os Souza, tudo turma boa, os Sackhl um pouco mais metidos, mas naquela época não tínhamos visão nem o conhecimento de hoje.

Tempos bon não voltam mais.

Saudades.

Abraços

Henry G. Spring

arletesan disse...

Essa é um história que vai ficar na história de Santa Catarina.

Ela foi uma verdadeira heroína.

Uma pessoa de quem nos orgulharemos sempre.

Parabéns sr Day por nos brindar com mais esse presente.

Abraços gasparenses

Luis disse...


Acompanho há muitos anos a história de sucesso dessa família que tem a fibra da Matriarca.
Luís Carvalho Filho

Ursula disse...

Que exemplo a ser seguido!
Ursula Pawlowsky

Silvio disse...

Quem negociou com ela nos anos 60 a 70 conheceu bem seu *empreendedorismo*.
Silvio Luiz Mueller

Ricardo disse...

D Adelina... um pessoa que tive a oportunidade de conhecer e conviver profissionalmente com ela...
Ricardo da Conceição

daniel.martins.bnu@gmail.com disse...

Tenho orgulho de ter feito parte ( profissionalmente ) da família chamada DUDALINA. Sobre Dona Adelina não há palavras para descrever uma mulher ímpar, simplesmente a frente do seu tempo!

sergio luiz buchmann disse...

Boa tarde Professor Adalberto,e Família DUDALINA! Adelina Hess de Souza um exemplo de Mulher Muito , muito mesmo a frente de seu tempo. Mulher de fibra guerreira desde sua infância já tendo a visão de inovar,sendo que já sabia que inovando,aprimorando a loja de seus Pais o negocio só iria prosperar. E com sua visão e aliada aos estudos e cursos ao longo de sua vida,os empreendimentos só teriam o crescimento desejado.Empreendimentos esses desde a loja dos Pais,sua loja,o caminhão com o transporte de madeira. Uma época já já existia grandes empresas no ramo como Hering,e outras. E 16 FILHOS? Da pra imaginar? Que garra, luta ,perseverança tinha Adelina,e seu braço direito Duda. Temos neste texto maravilhoso um dos maiores exemplos de garra e determinação. Eu fico a pensar sem energia elétrica trabalhando de sol a sol. E tbm as dificuldades de transporte pra divulgar o produto q nos dias de hoje a fama é vista por todo o Brasil,e internacionalmente,e com bem citado sem incentivos de governo algum. Sra Adelina Hess de Souza um exemplo digno de palestras a novos empreendedores. Grande Abraço Professor e como sempre meus parabéns. (Obs Usei muitas camisas POLO DA MARCA DUDALINA.)

André Luiz Bonomini disse...

Magnífico! Merecerá, sem dúvida, destaque também n'A BOINA! A história da Dudalina é uma das tantas que vemos pelo caminho onde um casal vai além de votos de amor, mas também se lança a aventura de empreender e vencer juntos!

Um exemplo para o Brasil vivo até hoje!

Heloisa disse...

Dona Adelina grávida, fazia as entregas de carroça pelas cidades a fora. A noite quando chegava em casa, costurava camisas e com o marido embalavam e preparavam a mercadoria para entregar no dia seguinte...
Heloisa Dutra

Sandro disse...

Saudades...guerreira,construiu um império, e deu empregos a muita gente da região...inclusive a mim..grato D.Adelina.
Sandro Sidney Schwartz

Oridio disse...

Saudade dela e também do seu Duda
Oridio Farias

Barreira disse...

Caro amigo Adalberto Day, que belo legado desta exemplar família. Esta marca "Dudalina" aqui em São Paulo é uma das mais procuradas, não só pela qualidade, mas também pelo acabamento e bom gosto da confecção. As lojas das camisas "Dudalina" estão em todos os grandes Shopping de São Paulo. A procedência só poderia ser desta nossa bela Blumenau. Parabéns pela matéria.
Um abraço.
Barreira.
Lourival Barreira - SP. Goleiro Campeão pelo Olímpico em 1964

Anônimo disse...

Boa noite sr. Adalberto
Lamento profundamente que o meu comentário não será colocado, devido ao fato de ser o "politicamente incorreto" .
Seria uma oportunidade de ouro, para que todo os descendentes de Alemães, que injustamente foram caluniados e atacados pela midia amestrada nesses ultimos 70 anos, tivessem uma 2a. opinião, mas fico na esperança de ser surpreendido positivamente pelo senhor.
www.inacreditavel.com.br
www.revisionismo.com.br
www.toedter.com.br
Esse sr. Norberto Toedter, vive em Curitiba e tem o blogue que indiquei, esteve tambem na Juventude Hitlerista
Abraços, saude e sorte
Eduardo
eduardo-ardo@bol.com.br

Tida disse...

Orgulho dessa história. Obrigada, Adalberto, por compartilhá-la como exemplo dignificante e motivação para os empreendedores!
Tida Zanatta

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