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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

- Saudades

Saudade palavra triste quando se perde um grande Amor...meu primeiro Amor foi como uma flor que desabrochou e logo morreu”...
Tenho saudades do tempo que o tempo era outro de romantismo, de confiança no ser, e não no ter. Saudades quando humano era humano, saudades da vila, das casinhas, da troca de gibis, jogar bilboquê, Kilica (Bolinha de gude). pião no meio da rua, banhar-se em um ribeirão sem poluição, do Tapume, da Churrascaria do Zé Silvino.
Saudades do Majestoso Hotel Holetz em Blumenau.
Centro Histórico
Do centro histórico, da igrejinha São Paulo Apóstolo, tudo descaracterizado pelos insensatos donos do poder. Saudades quando o professor era valorizado, respeitado, até as autoridades...
Saudades dos natais e do São Nicolau, do bombeiro, meu amigo e querido pai.
Lançadeira
Saudades da cuca da Oma, do tear ao ruído das lançadeiras...Tec...tec...tec...tec, da sirene para alertar a entrada dos colaboradores da E.I. Garcia, das pescarias, das piavas e carás.
Saudades do clube 12 e do bairro, o Anilado Amazonas, 
do seu magnifico e belo estádio que foi aterrado impiedosamente pelo “progresso” ou da covardia de alguns dirigentes da Artex. 
Imagem: Willi Sievert
Saudades do Apito do Trem conduzido pela Macuca, que os “futuristas” destruíram em 1971. Saudades dos amigos, das primas que hoje...deixa pra lá. Saudades de apanhar no galho as goiabas, tangerina, araçás, pitangas, das festas Juninas de São João e São Pedro e desfiles pelas ruas, da fogueira, da pipoca, pinhão, quentão e premiação. Saudades do "desfile do papai Noel do agaême".
Saudades do antigo colégio Luiz Delfino e São José, do cavalo Petiço, do Cavalinho Branco, da antiga Ponte Preta, do Sr. Russo e da Rua 12.
Saudades do Cine Garcia, Busch, Blumenau. e Cine Mogk
Saudades das janelas abertas e portas destravadas, saudades quando o pinico não era o prédio do congresso, e da esplanada. Saudades de quando se fazia por amor, jogar futebol, trabalhos comunitários, vereadores, hoje tudo interesses econômicos, Saudades quando vermelho era cor do sangue do brio e não da ideologia... Saudades quando o homem não tinha vergonha de ser honesto e virtude era dever não obrigação.
Saudades da palavra, da honra da simplicidade, da humildade, das estrelas cadentes, do luar e do sertão. Saudades da gruta Nossa Senhora da Glória, saudades da Marcha do Esporte comandada por Tesoura Jr. Na Prc4 Rádio Clube de Blumenau. Saudades do “Pick-up da frigideira ( Rádio Clube (Nereu) “A vida com alegria é outra coisa” apresentado por Nelson Rosembrock) do Programa Preto no Branco comandada pelo Lazinho, A Hora do Rei, Bandas e bandinhas, do repórter Catarinense e Esso. Saudades do Olímpico campeão, Guarani, Vasto Verde e Palmeiras, Saudades do galo Rodolfo Sestrem “Tempo e Placar no Dêba”, Só porque hoje é sábado, Blu é uma parada. Saudades da confeitaria Tonjes, da TV Coligadas Canal 3  das Lojas HM – Hermes Macedo e Prosdócimo.
Saudades das pandorgas/pipas que eram confeccionadas e soltas pelo Tio Alberto no morro do doze.
Saudades da saudade, mas que o amor ainda existe.
Na realidade saudades e orgulho de ter vivenciado tudo isso...
Adendo José Geraldo Reis Pfau:
Saudade é uma palavra única e só nos temos. 
A palavra Saudade e certamente com ela, o sentimento. 
Saudade....
de Jogar bola de todas as maneiras e em qualquer lugar;
de onde toda grama era um campinho de futebol;
da facilidade na escalação do time - os com camisa x sem camisa;
de obedecer a mãe e ir todo responsável buscar alguma compra na venda da esquina;
do procurar os mais velhos, falar com quem conhece para consertar;
do período de férias nas aulas;
do receio de ir buscar a bola que caiu no terreno do vizinho;
do orgulho de ir com o pai no jogo de futebol ao domingo;
de descer o morro de bicicleta;
de andar de carro sentado na janela com vento no rosto;
de fabricar o próprio carrinho de lata e arame;
de imitar o ronco dos motores de carros;
de exibir o primeiro relógio de pulso;
de ganhar a camisa do time preferido;
de ir na igreja e do almoço especial no domingo;
do primeiro baile, a primeira festinha;
de mãe dizer quem brinca com fósforo faz xixi na cama;
de rezar na igreja olhando a leitura labial da mãe para não errar;
de ir a praia, tomar banho de mar e furar ondas;
da conversa com amigos da escola, no caminho de volta pra casa;
daquela paquera - bem de longe - de colegas no colégio;
da satisfação ou medo no dia da entrega do boletim escolar;
da alegria da visita daqueles tios mais queridos.

Publicado na Revista Blumenau em cadernos - Tomo 55, nº1 Janeiro/Fevereiro/2014/Editora Cultura em movimento;páginas 92/97.
Arquivo: Adalberto Day/Texto:José Geraldo Reis Pfau- Publcitário /Adalberto Day cientista social e pesquisador da história

33 comentários:

Antônio disse...

Caro, Adalberto

Obrigado por essa viagem no tempo, pois eu ali pertinho em Corupá vi muito do que suas fotos mostram. Que Brasil Alemão lindo tínhamos. Quantas tradições importadas a completar a nossa cultura cabocla.
Amigo, somos privilegiados por ter visto tudo isso e quem sabe através de nós, levar ao conhecimento de muitos, que deixaram perder no tempo suas raízes culturais e morais.
Não sinto saudades. Sinto orgulho por ter vivido tudo isso e por poder fazer inveja a quem não viu ou viveu. Essa é a riqueza, (o tesouro), que carregamos e que ninguém nos pode arrebatar.
Somos ricos.... vivemos.

Forte abraço
Antônio Figueiredo

José disse...


Que coisa mais linda.
Acho que seu trabalho de recuperação da memória da Cidade é excelente. Tomara que a Comunidade saiba apreciar e aproveitar.
Ab.
José Alfredo Schierholt

Guiomar disse...

Parabéns , mais uma vez por este artigo.
Felizes , nós ,de termos vivido estes tempos .
É uma grande alegria voltar ao passado com tantas boas lembranças e dignidade .
Abraços.
Guiomar.

Werner Henrique Tönjes disse...

Eu percorria a região com a bicicleta Monarck com o guidão voltado para baixo e parecia de corrida. As casas da Fábrica de tecidos , as águas do ribeirão Garcia limpíssimas e convidando para um banho refrescante; A comprida rua interminável do bairro Garcia para um menino de 12 anos pedalando; As simpáticas pessoas caminhando sem o estresse, os poucos carros de passeio que circulavam.Foi uma época que deixou saudades...

Nelson disse...

Prezado Adalberto
Belo texto. Um abraço
Nelson V. Pamplona

Ivo disse...

Bom Dia Beto:
Obrigado por nos fazer recordar com "SAUDADES", das muitas coisas gostosas do passado.
Parabéns. Lembro-me de algo bem simples, mas que deves lembrar-se das folhas de goiabeira em que cortávamos a metade de um lado e do outro e com um palito a gente corria e com o auxilio do vento fazia-se girar a folha.
Ivo Schreiber

Isabel disse...

Oi Adalberto, tudo bem?
Adorei você falando de saudade... quem não sente, né....

Abraço

Isabel

Francisco M.Silva disse...

Amigo,bom dia!
Foi e não volta mais.

Abraço
Francisco

Shirló disse...

Delícia de viajem no tempo!!! Adorei!!! Você sempre nos presenteando!!! Bjokas Shirley

Sueli disse...

Bom dia Adalberto!
Agradeço a imagem que você. a qualifica como saudades!
Também sinto esta saudade!
E, ela vai além das pessoas se encontrarem - trocarem o cumprimento com a mão forte de um amigo!
Saudades de um tempo em que eramos mais felizes ou pelo menos se julgavam mais felizes!
fraterno abraço!

Sueli M.V.Petry

arletesan disse...

SE EU HOJE NÃO ESTAVA PENSANDO EM SAUDADE,AGORA ME COLOQUEI A PENSAR. QUANTAS BOAS LEMBRANÇAS FICARAM NO PASSADO.MAS ESTE RECORDAR JÁ VALE A PENA.NÃO É UMA SAUDADE QUE DÓI.É QUASE UM AGRADECIMENTO POR TER VISTO E VIVIDO TANTAS COISAS BOAS.
VALEU MESMO. ABRAÇOS CATARINENSES.

Nane disse...

Que bonito isso, meu amigo.

Abração
Nane Pereira

Marilse disse...

BOA TARDE BETO

TUDO CERTO?

REALMENTE DA SAUDADES MESMO DESTE TEMPO.

ABRAÇO.
Marilse Furtado

Anônimo disse...

Caro Adalberto,

Magnífico seu texto.
Saudade sim mas ao mesmo tempo orgulho. Orgulho e saudade de ter vivido e presenciado tantas maravilhas simples que o mundo nos oferece. O maior patrimônio que podemos ter é uma legião de amigos completamente desinteressados no que temos mas sim de quem somos.
Não é nostalgia.
Infelizmente o progresso nos fez mudar para muito pior.
Abraços.
Adilson Siegel
Ticanca

Nilton Sergio Zuqui disse...

Meu caro Adalberto, também tenho muitas saudades disso tudo aí. Principalmente dos banhos de rio escondidos é claro kkkkk....

Santos disse...

Amigo Beto. Esta foi profundamente marcante. Quantas recordações daqueles tempos ditosos trouxe a tona. Cada palavra ou frase remetia a gente para um fato saudoso que mexe lá dentro do coração (para não dizer da memoria). E quantas músicas belas já foram compostas em torno dessa frase "SAUDADES". E como mexe com a gente a ponto de provocar uma profunda comoção. Quantas passagens belas que se fosse possível, a gente voltaria a vivenciar, e, quem sabe, talvez fazer melhor do que foi feito, as vezes incompreensivelmente, as vezes, inadvertidamente. Quantos e quantos poetas já lançaram mão dessa frase a fim de enriquecer suas obras para marcar mais profundamente Obrigado amigo por essa mensagem que me trouxe tantas recordações belas da juventude e, até da infância. Como é bom sonhar com o passado Mais uma vez obrigado meu grande amigo e, SAÚDE, com a graça de Deus.
E.A. Santos

Adri disse...

‏Que saudade boa! Tudo guardado no coração e satisfação por ter vivido momentos tão bons.
Adri

Elaine disse...

Muito legal tio, também sinto muitas saudades no meu coração... Parabéns pelas lindas palavras, o tio como sempre emocionando. O blog está maravilhoso. Bjos

Geraldo Pfiffer disse...

Parabéns Adalberto, por lembrar de tudo isso, que realmente nos dá muitas saudades. Lembro dos mergulhos da Ponte (pingela)da Rua Catarina de Abreu Coelho que nossos amigos se jogavam de cabeça no Ribeirão Garcia. O Tigí fazia isso com maestria. Lembro de todos os domingos a tarde, quando atravessávamos o Ribeirão Garcia, para brincar de bola no campo do falecido Bernardo Rulenski. Naquela época quem perdia o jogo, pagava uma garrafa de capilé. Saudades do lindo campo de futebol do Amazonas E.C. Saudades da Empresa Industrial Garcia, da Artex, da Corrida da Fogueira, que era realizada na Associação Artex, dos amigos daquela época e de tudo que você postou. Mais uma vez, parabéns Adalberto,pelas boas lembranças, pela tua fé, pela tua coragem, pela tua força e por tudo que vc representa para todos nós, nesta linda cidade de Blumenau. Abraços
Geraldo Pfiffer

Adrian Marchi disse...

Amigo,
Parabéns por seu belo relato, poema e desabafo....
Nossa cidade não é mais a mesma... em nenhum sentido.
Perdeu sua própria identidade.

Abraços

Paulo Pedrini disse...

Meus professores na Engenharia Elétrica da UFSC não conseguiriam melhor exemplo sobre "sintonia"!
Posso dizer que me identifico com 99% dos pontos colocados neste valoroso texto.
Sintonia que me traz tão belas lembranças. Obrigado ao Criador, obrigado aos meus Pais, Familiares e Amigos.
Temos muito a retribuir aos que caminham conosco.
Um grande abraço a todos.

Justino da Silva disse...

Pois é mestre quanta saudade do tempo em que viver era tão simples.
-tempo em que cachorro era cachorro e não um animal humanizado;
-tempo em que as cercas no quintal serviam apenas para delimitar a área e evitar que animais penetrassem na propriedade;
-tempo em que as crianças iam "roubar" frutas e não eram recebidas a tiros;
-tempo de dificuldades em que todos os domingos a família almoçava macarrão, maionese e frango ao molho;
-tempo em que os professores decanos da cidade eram convidados para todas as solenidades cívicas;
-tempo em que o patrimônio público e privados eram respeitados;
-tempo em nas ruas tínhamos casas de pobres e ricos, convivendo em paz e com solidariedade.

Carlos A. Salles de Oliveira disse...

Adalberto

Entre os inúmeros fatos, acontecimentos e modos de vida desses, “não tão longínquos bons tempos”, na minha modesta opinião, indiscutivelmente há de ser fazer um destaque para a facilidade que tínhamos de praticar esporte, ou melhor dizendo, lazer esportivo. Na maioria das principais localidades de concentração residencial existia, no mínimo, um bom espaço aberto, com um ou mais campos preparados para o futebol e, que também possibilitava, com mais alguma improvisação, a prática de outros esporte como o vôlei, basquete, handebol e até o atletismo, além de outras formas de lazer que exige um espaço assim, disponível. Para a natação, mergulho e nado submerso não necessitávamos de piscinas, pois tínhamos nos ribeirões de águas limpas, muitos locais exclusivos e que nos propiciavam mais este lazer tão apreciado.
Com destaque para o futebol, existiam em nossa cidade naquela época, com certeza mais de uma centena de times, os quais distribuídos pelos vários bairros da cidade, disputando pequenos campeonatos de amadores, alimentavam os muitos clubes que pertenciam às várias divisões dessa modalidade, os quais, por conseguinte, forneciam os melhores atletas aos grandes times da 1ª divisão, que muito orgulho propiciaram às respectivas comunidades alimentadoras e, como também para toda cidade, em uma época de muitas glórias e de grandes conquistas.
Adalberto, nós vivemos e participamos disso e por isso que lembramos com saudade e orgulho desses tempos. Por isso também temos consciência, com tristeza, pelo fato de isto ter-se acabado, ter-se perdido. Divulgação recente do aumento da expectativa de vida nos mostra um aumento substancial, para uma média de 75 anos, para a população desta nossa região. Isto achamos natural e não nos espanta, pois temos na lembrança dos fatos acima descritos do que existia e, como se vivia a 70 / 80 anos atrás, o fator preponderante para esse aumento, o qual já nos permitia antever esta atual benéfica longevidade.
Necessitamos buscar neste nosso passado esta forma de se viver, resgatando os espaços necessários para que venham a possibilitar o incentivo das sadias práticas do lazer esportivo. Hoje, com a ajuda da tecnologia e do significativo contingente de profissionais formados nas áreas de educação, saúde e social, poder-se-á arquitetar e implementar com facilidade, para que tudo isto venha, no curto a médio espaço de tempo, voltar a ser novamente uma saudosa realidade. Basta apenas que isto venha a ser conscientizado na vontade da nossa sociedade.
Como é bom ter um mestre historiador como o nosso grande amigo Adalberto Day, que está sempre a nos mostrar o melhor do nosso passado e, em conseqüência, os melhores caminhos para se alcançar um bom e melhor futuro.
Professor, esta lição foi entendida.
Mãos à “Obra”.

CarlosASallesOliveira.

Djalma( Anapolis) disse...

Saudades só sente quem ja passou ou vivênciou alguma situção. O que é saudavel,é que esta mesma saudade nos traz tristeza por passarmos hoje por locais que num passado não tão distante nos truceram alegria. MAs talvez por motivos de modernização( como o AGG do Garcia, novo traçado da Rua Amazonas,que consequentemente acarretou com o sumiço da Rua 12 de Outubro), ou por motivos que podemos considerar dubios, como o aterramento do Campo do Amazonas, sumiço do Campo do 12 e outas cositas mais. Mas temos o previlégio de termos participado destas mudanças, sem perdermos a magia daquela época.Ontem foi postado uma foto aqui de um pessoal de bicicleta defronte ao antigo Dept de Compras na Artex, onde hoje fica a subida do AGG. fantastica, mas nostalgica. Apenas quem teve o previlegio de viver na época sabe onde foi tirada.E, aos mais novos, tomara que se deliciem com isto. Vejam as fotos, apreciem as discusões a respeito, compareçam a exposições a respeito. Muito iram aprender, podem ter certesa.

POSTMAIL disse...

Realmente a coisas que nos deixam saudades, as fotos são nossas lembranças mais aguçadas, Parabens pela postagem e por sua inspiração em realizar algo em pról da sua cidade, do seu Estado e tambem da Cultura e Memória do Brasil nun todo.
Momentos especiais de nossos antepassados.

Anônimo disse...

querido amigo adalberto, meu amado pai nasceu e foi criado em ibirama, família alemã, nesse seu lindo trabalho pude compreender melhor a cultura do meu pai, com seu zelo em retratar e recuperar a história dessa cidade linda, obrigado! por marcondes schifter - poeta!

VÂNGELA =) disse...

Primeiro eu canto:
"Saudade palavra triste quando se perde um grande Amor...meu primeiro Amor foi como uma flor que desabrochou e logo morreu..."

Agora eu comento, rs!:
Pra começar, já no inicio da postagem você arrasou! Antes mesmo de ler todo o texto, eu já estava com saudades do que eu vivi, e também do que nem conheci, pois você foi muito claro no seu relato. Estava inspirado, hein. Peço a Deus que te conserva por muuuito tempo ainda, para que você nos conte essas histórias tão apaixonantes. ARRASOU... E agora?! O que eu faço com a saudade que despertou no meu peito? Rsrsrs... Abraço Beto :)

VÂNGELA =) disse...

Saudade é a certeza de ter vivido e sentido o que algum dia, em algum lugar, nos marcou pra valer.

Waldir disse...

Dos namoros escondidos aonde os pais da namorada não podiam nem sonhar com o namoro.
Waldir Mafra

Mariana disse...

Matine no Cine Garcia p ver Marcelino Pão e Vinho! Domingueiras e soares, do terço de casa em casa, das misss de frei Joao Maria, do primeiro amor (não conto nem amarrada), revista Familia Crista, anáguas de nylon, frisante no Natal....
Mariana Klueger

Catarina disse...

Sei também o que é levar uma dessas lançadeiras nas costas rsrs, trabalhei na E.I.G. de estafeta e tinha que colocar uma ficha em cada tear dai já viu! Mas valeu pelo aprendizado abraço!Catarina Tecla Mistura

Ronaldo disse...

tenho uma destas lançadeiras em casa, trabalhava no prédio que iniciou a Artex, teares gaita, do pito do mão branca, sr Alido Trentine quando mexia com as meninas passando na estrada. kkk
Ronaldo Alfahrt

Flavio Monteiro de Mattos disse...

Prezado Amigo Adalberto,

Somente diria que a saudade remete aos que tem boas lembranças e neste ponto da vida, com tantos descalabros à nossa volta, é o que nos resta.

Grande abraço,

Flavio Monteiro

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