"A Educação é a base de tudo, e a Cultura é a base da Educação"

Seja Bem-Vindo e faça uma boa pesquisa!

domingo, 23 de janeiro de 2011

- Vera Fischer

A atriz blumenauense Vera Fischer em 1968. No ano seguinte ela seria eleita Miss Santa Catarina e Miss Brasil. (Imagem: arquivo pessoal de Willibaldo Zimmermann e Adalberto Day)
Publicado no jornal de Santa Catarina dia 22/01/2011
N° 12157 coluna ALMANAQUE DO VALE Da editoria de Geral -Sábado/domingo
_________________________

Assim foi enviado ao Santa:
- Vera Fischer
A imagem de 1968, mostra "a beleza eterna da jovem blumenauense Vera Fischer" provavelmente em sua residência no bairro da Velha. No dia 7 de junho de 1969 foi eleita Miss Santa Catarina e na madrugada do dia 28, eleita Miss Brasil.
Arquivo de Willibaldo Zimmermann e Adalberto Day
Foto Vera em 1968 enviada por Norberto Ballock
Maracanãzinho
Quase vinte mil pessoas lotavam o Maracanãzinho, no antigo Estado da Guanabara –RJ. Era uma noite fria de São Pedro (28 de junho) 24 jovens desfilaram pela passarela. Todas voltadas para ser a mais bela brasileira. Os apresentadores foram Paulo Max e Marli Bueno.
A comissão julgadora escolheu como semifinalistas as misses Ceará, Guanabara, São Paulo, Amazonas, Brasília, Minas Gerais, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Finalmente o resultado final: Miss Brasil de 1969, Vera Fischer, Miss Brasil Beleza Internacional Maria Lúcia Alexandrino dos Santos, Miss Brasil Mundo Ana Cristina Rodrigues, e em quarto lugar ficou Mara de Carvalho Ferro.
Vera Lúcia Fischer foi eleita com 17 anos, um a menos que o mínimo exigido pelo regulamento.
Antigo pavilhão "A" da Proeb - FAMOSC
Foi no dia 7 DE JUNHO de 1969, no Pavilhao A da Proeb em Blumenau que a Miss Blumenau Vera Fischer se tornou a Miss Santa Catarina. CANDIDATAS: 1 Lugar-Vera Fischer-miss Blumenau, 2 lugar-Marta Rinaldi-Miss Tubarao, 3 lugar- Dagmar Polmann-Miss Timbo.
História:

Vera Lucia Fischer nasceu em Blumenau no dia 27 de novembro de 1951 – Residia no Bairro da Velha.
Vera Fischer conta como se tornou Miss Brasil em livro.
Leia o trecho da autobiografia em que atriz revela que usou peruca e falsificou idade no concurso.
A coroação como Miss Brasil, em 1969



Desfile na Rua Itajaí no dia 10/julho/1969 no "Thunderbird" Branco,com estofamento vermelho de couro, da FORD - foto batida por Egon Gropp - feita em cima do muro em sua casa.
"Daí eu já pensava: se eu for Miss Santa Catarina, vou para o Miss Brasil, e se eu vencer o Miss Brasil, saio da casa dos meus pais e vou morar no Rio. Morar no Rio era o meu sonho.Naquela época era a capital do glamour. Mar, sol, Pão de Açúcar, boates da moda, boutiques da moda, bossa nova, barzinhos, shorts, sandálias, vestidinhos de alça, gente bronzeada, uma certa esculhambação, enfim, a minha alforria.Pensando dessa maneira, em conquistar a minha liberdade, me esforcei ao máximo para cumprir todos os eventos sociais propostos. A primeira providência a ser tomada: eu teria que emagrecer um pouco. Comecei a fazer massagens para diminuir os quadris e as coxas; tomava aqueles choquinhos para celulite e me pesava diariamente. Só não consegui fazer dieta. Eu era chocólatra. E gulosa. ..... Aplaudiram muito a Miss Tubarão. Acho que queriam que ela ganhasse. Ela tinha uma torcida imensa e eu não tinha nenhuma. Para meu horror, fui vaiada novamente. Fiquei passada! Desfilei quase correndo pela passarela e nem olhei pra cara do júri, só queria sumir dali. Aí tinha o teste do microfone. Eu não sabia o que fazer. Estava muito nervosa, mas me saí bem.
Quando saiu o resultado, quase desmaiei. Eu ganhara. Queria pular de alegria, pois tinha conseguido um dos meus objetivos, que era vencer. Mas eu precisava voltar à passarela para ser coroada pela miss do ano anterior. Como eu tinha sido vaiada, não quis ir. Recusei-me terminantemente. Mas Elenita (a amiga que a acompanhava nos concursos), com muito tato, me convenceu. ........ Mas a minha vida não era essa vida certinha de cidade do interior. Queria ser livre e morar na cidade grande. Queria ser dona do meu nariz, como, aliás, sempre fui. Nunca ninguém me impôs nada, eu sempre sabia o que tinha que ser feito. E fazia. Na minha vida tudo tinha um porquê. Eu, que sempre fui tão corajosa, não consigo entender o porquê daquele medo louco de desfilar de maiô. Afinal, até então, eu nunca tinha tido medo de nada. Era vergonha do meu corpo. Não só porque ele não era perfeito, mas porque quando me desnudava eu o achava feio. Como se fosse um pedaço de carne pendurado num açougue.E tinha medo de multidão. Era fobia mesmo. Como tenho até hoje. Numa grande concentração de gente, eu fico perdida, não suporto. Também não gosto de falar em microfone. A verdade verdadeira é que sou tímida. Sempre fui. “Não parece, mas sou”.
"Elenita e eu ficamos no mesmo quarto. Todas as noites ela enrolava as minhas seis perucas. Tinha chanel, gatinho, longa lisa, longa enrolada e duas curtas. Todas da cor do meu cabelo. Eles nunca souberam o tamanho do meu cabelo, que era curto, e não desconfiavam que eu usava peruca. Eu os enganava, usando todos os dias uma peruca diferente. E depois, era proibido usar perucas para desfilar. Engraçado porque era moda e todas as mulheres usavam. Mas miss tinha que ser ao natural. Que bobagem! ….. Quando eu entrei de maiô, o público começou a aplaudir de pé. Foi uma ovação geral. Gritaram: – Já ganhou! Já ganhou! Foi de arrepiar; o Maracanãzinho lotado, lotado. Um delírio! Mas eu não sabia fazer gracinhas, andava rápido como um general, queria mesmo era chegar no final e ganhar. Só isso. Os repórteres estavam nos bastidores e queriam declarações minhas. ….. Eu teria que tirar o passaporte para ir a Miami para o Miss Universo, e aí o pessoal do concurso descobriu que eu só tinha 17 anos. Foi uma loucura! Claro, uma miss tinha que ter 18 anos. Foi um corre pra cá, corre pra lá, homens grandes entrando e saindo da minha casa, desesperados. Até trazerem um despachante que, finalmente, falsificou meus documentos. Pronto. Eu já tinha dezoito anos. Deram um jeitinho brasileiro. Fiquei com a identidade e o passaporte falsificados até poucos anos atrás, quando eu resolvi atualizar a minha idade. Afinal, agora que estou mais velha, faz diferença, né?!".
Este traje típico da Vera Fischer foi feito pela Senhora ASTRIT BAUMGARTEN. Moradora do bairro da Velha e que continua fazendo trajes de luxo, entre outras costuras. São os parentes dela que conviveram com o Doutor Blumenau.


O texto a seguir foi enviado por Luiz Herinque Pfau

Depoimento de Vera Fischer
Blumenau. Santa Catarina. Era noite. O ano, 1968. Eu estava na cama lendo um livro de poesia... (Vera morava na casa do poeta Lindolf Bell e conta que foi procurada à noite. Vestiu uma roupa e foi à porta, ver o que era)... Cabelos bem curtinhos, óculos de grau, calças pretas, blusa de gola rulê preta e sapatilhas também pretas. Pronta para descer, eu estava sem a menor vontade de ver ou conversar com ninguém. Mas fui. Encontrei meu pai e minha mãe em companhia de três estranhos. Dois homens e uma mulher. Eram do jornal "A Nação". E tinham vindo me convidar para participar do concurso de Miss Blumenau.Então eu, musa do existencialismo, era convidada para ser miss? Que afronta! Era só o que me faltava. Eu não tinha nenhuma pinta de miss. Eu era intelectual (pelo menos eu achava) e ser miss seria uma desonra Eu quase morri. O quê?! Então eu, musa do existencialismo era convidada para ser miss? Que afronta! Era só o que me faltava. Eu não tinha nenhuma pinta de miss.  Eu tinha 16 anos e é claro que meus pais não deixaram. – Ano que vem, quem sabe... – disseram. Mas mesmo que deixassem eu não aceitaria. Era contra os meus princípios. Mas fiquei com aquilo martelando a minha cabeça. Tinham colocado lá uma sementinha, e eu, sem ter muita consciência, a regava todos os dias. Adorava filosofia, mas queria ser jornalista. Dessas jornalistas que vão ao campo de batalha, no meio da guerra; queria ser como a Oriana Fallaci. Se eu soubesse o que passavam...!"


Um ano depois...
"O convite para concorrer ao título de Miss Blumenau veio, evidentemente (através da Elenita), do jornal "A Nação". Meus pais disseram que agora, se eu quisesse, poderia aceitar. Desfilar de novo, me maquiar, me pentear, usar saltos altíssimos, roupas de miss... e enfrentar o povo. Mas alguma coisa na minha cabeça estava se formando (não sei o quê, então) e eu disse sim. Iria ser candidata pelo teatro Carlos Gomes. À noite, eu pegava os maiôs da minha mãe (sim, porque eu só tinha biquínis e monoquínis) e ficava desfilando diante do espelho. Ai, ódio! Eu era cheinha, pernas grossas, e estava com pavor de ter que desfilar para a galera. Pensava, refletia – vou desistir – miss tem que ser magra, elegante. Eu já estava pronta para dizer que desistiria quando Elenita me contou que outros clubes não queriam concorrer. Eles não queriam apresentar nenhuma miss, porque sabiam que eu iria ganhar. Mas sabiam como? Bom, eles tiraram o cavalinho da chuva. Fiquei pasma! Foi uma surpresa e tanto para mim. Fiquei até meio convencida, porque isto significava que me achavam mais bonita que as outras. Foi um alívio saber que eu não teria que desfilar novamente. Desfilar de maiô era o meu terror".
Arquivo e fontes : Luiz Herinque Pfau/ José Geraldo Reis Pfau/Adalberto Day

Vinicios Batista/Rafaela Martins
Acervo de 200 filmes enriquece a história da cidade
Cerca de 3 mil negativos fotográficos da década de 1940 e 1950 e mais de 200 filmes que abrangem o período de 1950 até 1980 produzidos pelo comerciante blumenauense Willy Sievert foram encontrados por seu neto, o arquiteto blumenauense Sávio Abi-Zaid. O avô, que morreu em 1998, havia deixado o material na casa da família. Após a morte da avó, Vitória Sievert, ano passado, o neto encontrou o acervo.
Além de filmes e fotografias, Abi-Zaid encontrou diversas revistas, selos, moedas e outros materiais. vídeo com as projeções de filmes em formato 16mm.
Confira vídeos antigos de Blumenau feitos por Willy Sievert
Publicado no Jornal de Santa Catarina dia 22/janeiro/2011 - aqui além da bela Blumenau, aparece Vera Fischer sendo eleita Miss Blumenau e SC.
Confira só clicar:
http://www.youtube.com/watch?v=Z6wze3iT51s&feature=player_embedded
Belo trabalho publicado por Vinicios Batista e fotografias Rafaela Martins, a história de Blumenau agradece. (Adalberto Day cientista social e pesquisador da história).
___________
1. Fontes: EGO - NOTÍCIAS - Vera Fischer conta como se tornou Miss Brasil em ...
2. http://misssantacatarina.blogspot.com/2008/03/misses-brasil-de-santa-catarina.html
3. http://odia.terra.com.br/cultura/galeria_foto/vera_fisher_071207/

17 comentários:

M.C.Sada disse...

Adalberto
Já repassei para meus contatos novamente seu blog para verem esta matéria , muito interessante e eu soube coisas da Vera Fischer que desconhecia.
Nos veraneávamos no mesmo ponto de Balneário Camboriu,nossas casas eram próximas. Ela sempre se sobressaia com seu charme e beleza...
Realmente vivendo como eu vivia nesta época, para mim ela foi uma jovem que sabia o que queria, eu sempre admirei sua coragem,
Como as jovens desta época ela foi em busca do seu sonho.

Carinhosamente
M. Cecilia

Cao Zone disse...

Prezado prof. Adalberto, é aqui que aquela do "poetinha" mais se encaixa: "as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental". Abraços, Cao.

Leonardo Oliveira disse...

Parabéns pelo post Professor Adalberto e aproveito para informar que o "História, Educação, e Cultura" já está na ativa para 2011. Sempre na divulgação de uma história crítica. Abraços.

Maria C Sada disse...

Adalberto
Agradeço a oportunidade de eu poder rever momentos e comemoração da eleição da Vera Fischer em nossa
cidade, revi pessoas queridas com as quais convivi naquela época. Ah bons tempos quantas recordações.
Realmente a participação do Sr. Willy Sievert foi importantíssima .Sem duvida ele foi "um guardião" do seu tempo.
Fiquei feliz sabendo que o neto Sávio AbiZaid se interesse por este grande e valioso acervo de seu avo inclusive utilizando -o, todos nos seremos beneficiados.
Este foi um dos grandes motivos de lançar nosso livro "FORMANDAS 1959 50 ANOS DEPOIS- BLUMENAU DOS NOSSOS VERDES ANOS',
pois um das autoras a Beatrice Abi Zaid e filha do falecido Willy Sievert e mãe do Sávio.
Infelizmente a filha mais velha dele a Regina faleceu quando jovem.Eu estudei com as 2 irmãs e acompanhei sempre com admiração, o interesse deste homem que deixou marcas, registrando momentos, fatos QUE SE DESTACAM NA HISTORIA DA NOSSA CIDADE.

Em nosso livro Beatrice registra fatos da historia de seu Willy Siewert.
Assim outras autoras ao falar de sua família, registram pessoas e fatos importantes que contribuiram para a Historia de Blumenau



Carinhosamente M. Cecilia

ValeItapocu disse...

A matéria de destaque, neste blog focaliza a trajetória de Vera Fischer, a jovem blumenauense, de familia humilde. Porém ganhou notoriedade, quando o Brasil a descobriu.
Que bom, o jornalismo contribuir para revitalizar partes da história social de Blumenau (SC), narrando trajetórias de pessoas como foi Vera Fischer.
O depoimento das pessoas para a matéria jornalística, que estavam muito próximo ao seu cotidiano, foi importante,visto que a nova geração possa conhecer uma história de uma "vencedora" mulher, que foi significativa para elevar o nome da cidade Blumenau, nos veiculos de comunicação, como a televisão.
Ler o contéudo desta matéria no blog de Adalberto possibilitou o entendimento e o marco de uma história rica, marcada por vitórias e retrocessos, porém acima de tudo, a moça é blumenauense convicta, e ainda tem no seu coração, a grande paixão: Blumeanu, terra gente humilde, memória e história.O próximo museu da memóriada cidade, poderá ser Vera Fischer. Quem se habilita a difundir o pensamento?

Anônimo disse...

Olá a todos.
Esse blog é marivilhoso e instrutivo principalmente para o povo de Blumenau.
Mas sera que é necessario essa reportagem? em algum periodo da vida de Vera Fischer ela era viciada em drogas! e também teve centenas de namorados...

Flavio Monteiro disse...

Prezado Adalberto,
Ótimas matérias sobre a eterna Vera Fischer e acho que quando comenta "...ficava desfilando diante do espelho. Ai, ódio! Eu era cheinha, pernas grossas..." talvez fosse porque o espelho fosse daqueles que distorcem a imagem.

caminha, caminhando, poetando... disse...

Rapaz,

mas tem coisa neste Blog, não? Tá cada vez mais interessante. O Beto descobre cada uma que é de amargar (como dizem os manés). A reportagem com Niels Deeke é nota 1.000. Com a Vera Fischer nem se fala.

Que Deus o abençoe,

Caminha

SeuLuiz disse...

Linda esta matéria sobre a Vera. É muito interessante saber detalhes daquela época. Parabéns Professor.

Abraços!

Anônimo disse...

Adalberto:
Com um dia de atraso, mas acabei vendo e matando a saudade de outros tempos, inclusive dos filmes do seu Willy Siewerdt.
Vera Fischer e eu estudávamos no Colégio Pedro II - ela fazia o Clássico (infelizmente, curso extinto pela ditadura) e eu ainda estava no ginásio. Mas lembro do dia glorioso em que ela chegou ao colégio como miss Brasil, num carro aberto, belíssima, usando um mini vestido de veludo vermelho, uma echarpe branca ao pescoço e um baton vermelho com brilho que era completa novidade para nosotras, colonas de Blumenau. O saudoso prof. Joaqui Floriani, diretor do colégio, esperava-a no seu melhor terno e com seu maior sorriso, e deu-lhe o braço para que entrasse lá (tratava-se do prédio novo do Pedro II, lá onde há uma placa comemorativa ao evento até hoje).
Fui reencontrá-la já na década de 1980, quando seu pai faleceu e ela foi com a mãe na Caixa Econômica Federal, alterar as contas da família. Era minha função atendê-la, e ela era absolutamente linda, simples e simpática. Não usava nenhuma maquiagem, mas uma saia plissada, simples, e uma blusinha simples que sou capaz de descrever até hoje. Fazia pouco que eu havia publicado meu livro "Verde Vale", e diversos colegas da Caixa que tudo faziam para se aproximar e lhe oferecer um cafezinho, aproveitavam para lhe falar do meu livro, que ele tinha cacife para uma novela, etc. Ela foi bem clara: disse que achava que um livro assim deveria dar origem era a um filme. Foi muito simpática todo o tempo, inclusive com a enorme turma que oferecia cafezinho.
As duas lembranças que tenho dela são de uma mulher extremamente bonita e simpática. Falaram um bocado de mal dela aqui em Blumenau, conforme foi crescendo seu sucesso, mas acho que tal é bem comum em cidades pronvicianas como a nossa, onde se morre de ciúmes do sucesso alheio.
Valeu a matéria! Gostei muito! Pena que já não temos o seu Willy Siewerdt - nem sua loja onde eu comprava coisas maravilhosas, como cada vez mais peças para o nosso presépio de Natal!
Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR.

pamellapiva disse...

Olá,

Parabéns pelo blog.
Achei muito interessante a reportagem sobre a Vera Fischer.
Impressionante como mudou os padrões de beleza. Nesse momento, a beleza tinha um ar mais saudável e natural. Pena a sociedade tenha mudado tanto seus padrões de beleza, tornando-a doentia.


Abs,

Pamella

Amarildo disse...

DAY

gostaria de colocar a seguinte questão, e tão somente uma questão, voce esta de parabéns, obrigado pelo seu trabalho pois é de fundamental importancia, muito bonito. Amarildo Pera

Gelasio disse...

gsoares10 @adalbertoday Vera Ficher aos 17 anos com uma foto preto e branco sem fotoshop. Era muito linda.

Belmiro Avancini disse...

belmiroavancini Bela matéria da Vera Fischer @adalbertoday . Pena que ela não faz que nem o Guga: divulgar no Brasil sua cidade natal...

Paulo/ DF disse...

Vera Fischer está mais linda hoje do que quando foi eleita Miss Brasil...O Miss Brasil foi o primeiro passo para ela ser reconhecida nacionalmente.

Anônimo disse...

Linda,a reportagem sobre Vera Fischer!comdetalhes q só quem viveu aí sabe.parabéns pleo blog,tbm!As fotos antigas nos remetem a um mundo distante...revelam coisas q desconhecemos.Abraços,Japão

sergio luiz buchmann disse...

Bom dia!Vera Fischer sempre foi uma menina moça,Mulher a frente de sua época.Eu quando criança tive o prazer de conhece-la ela estudava com minha Irmã,e morava perto de uma tia no bairro da velha. Sempre exuberante,cheia de si,sabendo o que queria pro seu futuro.A FAMA veio,sucesso,e junto a tudo isso as más companhias,o que a levou a se destruir e cair ao esquecimento, não só do publico q a amava muito, como dos que ficaram ricos as custas da mesma. Parabéns professor, grande abraço!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...