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quarta-feira, 14 de maio de 2008

- As camisas dos clubes de Blumenau


Olímpico - Palmeiras - Amazonas - Vasto Verde - Guarani
As camisas que foram idolatradas em nossa cidade. Escolha qual o craque que você viu vestir e mande um comentário.
- As mais tradicionais equipes de Blumenau foram o G. E. Olímpico, Palmeiras E.C., Amazonas E.C. (todos fundados em 1919), S.E. Vasto Verde, Guarani, que disputavam o campeonato da cidade, e torneios inícios, que hora era vencido por uma ou outra equipe.
- O importante nessas competições era o espírito esportivo e o amor à camisa vestida por qualquer dos componentes das agremiações blumenauenses.
Além do campeonato da cidade, também existia a disputa com outras equipes da região, das quais podemos citar o Tupi de Gaspar, União de Timbó, Floresta e Botafogo de Pomerode, XV de Outubro de Indaial, Internacional de Indaial, Baependi de Jaraguá do Sul e outros. Eram tempos de muita nostalgia, amor, determinação e colaboração.
História:
O futebol em Blumenau até 1941, era praticado mais de forma amadora, quando então é fundada a LBF – Liga Blumenauense de Futebol, que passa a organizar campeonatos da cidade e regionais.
- Anteriormente o futebol era praticado somente por equipes formadas pelos jovens do “Turnverein Blumenau – Sociedade de Ginástica (1873-1942)” e operários da Empresa Industrial Garcia, depois Amazonas Esporte Clube. Os jogos eram realizados nos finais de semana, próximo ao hotel Holetz, one hoje se localiza o Grande Hotel.
O primeiro jogo em Blumenau com equipe realmente formada foi no dia 26 de março de 1911 – no pasto do hotel Holetz  O Pasto era aos fundos, onde hoje se localiza a Casa do Comércio.contra um grupo de alemães – Imperial Esquadra Alemã – (conforme registros no jornal Der Urwaldsbote da época era um domingo à tarde), o resultado do jogo 5x2 para os alemães.
O Amazonas Esporte Clube foi a primeira equipe de Blumenau a vencer um time de Florianópolis (seleção da cidade), o placar foi 2x1, gols de Nena Poli e Leopoldo Cirilo.
Arquivo de Adalberto Day

8 comentários:

valdir appel disse...

Beto,
Saber que no passado tivemos um futebol primoroso no vale do Itajaí aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de resgatar times e jogadores, contando suas histórias.
De qualquer forma dói saber que tivemos grandes times e agora vivemos de migalhas, representados por clubes sem tradição e identidade junto ao torcedor.
Valdir

Juliano Russi disse...

Sr. Adalberto, bom dia !

simplesmente achei esse blog fantástico. Achei-o através de um site de busca e imediatamente já o adicionei nos meus "favoritos". Só posso lhe parabenizar pelo excelente conteúdo aqui disponibilizado.

Um cordial abraço,

Juliano Russi

Alemão disse...

Olá Adalberto,
Ví todas essas camisas sendo utilizadas por exemplo por : Teixeirinha, Aducci, Daniel, Ninha,Testinha, Nanico, Acari Moser, Nazareno, Nilson Greul, Romeu Fischer, Mauro Longo, Brandão, Paraná,Paraguaio, Lila, Maqui, Garoto, Alemão, Pereirinha, Schippmann, Dí, Bianchini, Cildo (todos nativos da região vestiram a camisa do GE Olimpico) e também pelos que foram contratados em várias épocas como Orion, Calita, Altemir,Eudes, Catorze,Pingo,JBatista,Barreira,Ézio,Orlando, Gonçalves, Robertão, Jurandir Marques, William, Antoninho, Chico Samara, Sado, Jorginho. A do Palmeiras com Juca, Adalberto, Joel, Jorge, Delucas, Lázaro, Gordinho, Roberto Picolé, Alvacir, Antoninho Carvalho, Jair Carvalho, Félix Michel, Nanico, Sadinha, Orlando Schramm, Jonas, Lupércio, Avelino, Fernando Cruz,
Zé Gaúcho, Arão, Balsini, Renato Viana, Albano, Zéca Matedi, Dinho, Leal, Lázinho,Telmo e depois por Leme, Parobé, Tarcísio, Edgar Lopes, Batista. Do Guarani com Daniel, Fritz Hartmann, Edgar Mueller, Arno Correia, Harry Klitzke, Haraldo Mogk (Grilo),Cildo, Pedro Mula, Werner Schulz, Georg Stadisch, Norival, Tadeu, Félix (Pelé), Félix Michel, Nelsinho, e na grande fase de 1963 como campeão da LBF com Mosquito, Carlos, Bianchini, Cildo, Brandão, Dí, Dagô, Chelo, Antoninho, Nilo Boeing, Alcino, Chico (irmão do Déquinha do Flamengo), Da Silva, Carlinhos, Ivo, Joel. A do Vasto Verde com Geraldo Tesche, Jango, Waldemar, Sadinha, Nenê, Sarará, e depois com Largura, Izardo, Ivo Hoffmann, Pichuca, Catorze, Quevedo. A do Amazonas com Nenê Tilmann, Oscarito, Osni, Amadeu, Dufles, Mayer, Mozito. O Floresta copm Siebert, Marcos, Alfonso Haas, Celso Boeing, Luizinho. O União de Timbó com Alirio Barth, Ivo Gennser, Molinha, Velho, Krieger, Zé Matedi, Vidal. O Tupi de Gaspar com Geraldo, Curt Schramm (Côte), Alois Scmhidt, Ninha e tantos e tantos que ficaram marcados na minha memória. Com certeza esquecí algumas dezenas de personagens que marcaram a história usando essas camisas. Tá de bom tamanho Adalberto?
Um abraço
Edemar Annuseck - Curitiba -.

Adilson Siegel - Ticanca disse...

Adalberto,

Tive a honra e a alegria de vestir quase todos estes mantos, exceto o do Vasto Verde.

Com o Manto do Palmeiras Esporte Clube, campeão juvenil em 1974. Com o Manto do Grêmio Esportivo Olímpico, campeão juvenil em 1975, sempre comandado felo saudoso Altemir Antônio. Com o Manto do Guarani Esporte Clube, atuei como atleta de Futebol de Salão, campeão ESTADUAL em 1978 e Bi-Campeão 78/79 da LBFS, comandado pelo Haraldo Mogk (Grilo).

Já com o Manto do Amazonas Esporte Clube, em função das minhas origens, nascido, criado e residente até hoje no Bairro Garcia e pela história de toda minha família com forte vínculo desde o Meu Querido e Saudoso Pai, CHICO SIEGEL, meus irmãos, Bigo e Nene, foi a minha Grande Paixão Esportiva. Nós respirávamos Amazonas o tempo todo. Ou vivenciando as narrativas históricas do meu Pai, que não foram poucas ou falando do assunto do momento, na época, dos meus irmãos que foram criados dentro do campo do Amazonas desde o infantil quando ainda descalços, comandados pelo PROFESSOR HUSADEL, formou uma geração vencedora, desde o Juvenil 1968, passando pelo time principal Bi-Campeão 1972/1973 e mais tarde representou dignamente a Associação Artex e conquistou diversos títulos, culminando com o título de CAMPEÃO ESTADUAL AMADOR COPA-ARIZONA em 1976. Também atuei desde a categoria de infantil, fui gandula do Deusdith, atuei no juvenil no futebol de salão e cheguei a fazer um único jogo com a camisa do time principal. Lamentavelmente peguei o Amazonas fechando, o Ziza ex-goleiro, técnico da época me colocou num jogo amistoso contra o Serrinha da Vila Itoupava, entrega de faixas ao Serrinha, campeão da Segunda Divisão da LBF, 12 a 1 para o Amazonas foi o placar. Isso não foi carimbar a faixa, isso foi borrar a faixa mesmo. Trenei junto com o time principal no finalzinho ainda no campo da Empresa Garcia e depois, treinávamos feito ciganos, hora aqui, hora ali, no Olímpico, no Palmeiras, no 23ºBI, no Canto do Rio... Mesmo tendo atuado muito pouco, mas desde o berço ouvindo sobre o Amazonas, não tinha como ser diferente, foi a minha maior PAIXÃO ESPORTIVA e olha que eu tive vínculos não menos importantes com outras agremiações.

Em relação aos craques destes times, como sou filho temporão, a maioria dos craques eu conheço de ouvir falar, mesmo porque sou de 1959.

No Olímpico, admirava o Mauro Longo, pois treinávamos contra os Veteranos do Olímpico aos sábados a tarde (Veteranos x Juvenil).

No Palmeiras, estes eu vi jogar várias vezes, até porque o Olímpico parou em 1964 (tinha somente 5 anos): Parobé o craque favorito entre muitos. Gostava do Zinho, ponteiro direito, especialista da posição como não vemos mais atualmente, a categoria do Vado, o chutaço do Tarcísio Torres, a habilidade do Rubinho, a forma clássica do Duia, os passes certeiros do Adão.

Do Guarani e do Vasto Verde, lembro-me muito pouco, muito mais de ouvir falar.

Do Amazonas, destes eu convivi com alguns craques: Deusdith, Elói, Elizeu, Vilmar Heiden, Gibi, Mozito, Nene (meu irmão), Raul Cavaco. É do Amazonas Esporte Clube, talvez ele não saiba da minha opinião, mas foi ele o melhor centroavante de todos os tempos que eu vi atuar. Não foi meu maior ídolo porque ele não me perdoava nos erros que eu cometia quando atuávamos lado a lado (e fizemos por mais de 15 anos) me xingava muito, NILSON SIEGEL, o Bigo, meu trocador oficial de fraldas depois de minha Mãe, MEU IRMÃO. O melhor atleta polivalente. Fazia atletismo ( salto com vara, salto em altura) vôlei, basquete, futebol de salão, futebol de campo e detalhe, se destacava em todas as modalidades. UM SUPER CRAQUE. Embora não tivesse um Físico Privilegiado, tinha CORAJOSO. Mesmo sendo muito caçado pelos zagueiros, era inocente, não tinha maldade, mesmo quando atuava como Quarto-Zagueiro, era técnico e clássico. Aliás, se um dia a Associção Artex, hoje comandada pela COTEMINAS resolvesse fazer uma homenagem para algum ex-atleta, sem dúvida deveria por obrigação fazer uma estátua do Nilson, para imortalizá-lo na praça de Esportes da Rua Progresso, onde por anos e anos foi a grande atração de sábados a tarde vestindo a camisa da Artex. Gols, muitos Gols e ele, ninguém melhor que ele sabia fazer, de cabeça, com pé direito, com pé esquerdo, com bola rolando, com bola parada, de pênalti ou de falta, com força, com categoria, de dentro da área, de fora da área, de qualquer jeito, feio ou bonito, mas ERA GOL DO NILSON e foram tantos e tantos... UM HERÓI QUE IGUAL A TANTOS OUTROS VIVE NO ANONIMATO. Já aposentado, com muito orgulho, trabalha em uma das minhas empresas, a COMBO DVD LOCADORA, anexo ao BIG em Blumenau-SC. Quem quiser matar saudade do Bigo, poderá encontrá-lo lá diariamente, no período da manhã até as 14 horas. UM PERSONAGEM FANTÁSTICO DO FUTEBOL NOSTALGIA DE BLUMENAU. Talvez ele seja uma unanimidade entre os seus contemporâneos do Amazonas e da Associação Artex.

Abraços,

Adilson Siegel - Ticanca

Carlos Irapuan Meyer disse...

Prezado Adalberto.

A tarefa que sugere não é fácil. Inúmeros jogadores vêm à mente vestindo essas camisas. Todos craques na acepção do termo e que, tenho certeza, integrariam qualquer grande equipe do futebol brasileiro de hoje.
Do nosso Amazonas destacaria: o MALHEIRINHO com a sua classe, com o seu espírito incansável de luta e, sobretudo, pela sua inteligência (era o dínamo do time), mais o GEPI e o FILIPINHO, este com seus goals incríveis.
Dos nossos adversários indicaria (do Olímpico)o ADUCCI, o ACARY, o ROMEU (detentores de técnica altamente refinada, só comparáveis ao do nosso GEPI); do Palmeiras vêm-me a imagem de um DELUCA, de um LEAL; do Guarani o CLAUS e, do Vasto Verde, o NANICO e o QUATORZE.
Era isso, Adalberto. Sei que fico devendo. Abração. Meyer

Anônimo disse...

Ai Ticanca.Falar do Bigo é covardia.Comparo ele,e sempre disse isto ao Beto,ao Nunes.Raça e categoria.Cabeceava a bola rente ao chao.Não tinha bola perdida nem zagueiro com cara feia.Um dia ,se não me engano, um domingo de manha nos deu um susto la no campo do Vasto verde.Lembra?Inssuperave.Mas outro jogador que me enchia os olhos era o Vilmar.Toque refinado no meio de campo.E quer saber mais.Começar a falar do Amazonas aqui levara horas.Um time inesquecivel
Djalma Fontanella Da silva Filho

Anônimo disse...

Bonjour,
je suis nouveau ici j'aime vous lire ;)
je voulais vous remercier pour votre super site internet !
Bonne continuation
----
Nicolaseo, Rien de mieux que le referencement naturel.

Anônimo disse...

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