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quinta-feira, 28 de abril de 2016

- No Tempo da Ana Bugra

Lançamento do livro: 05 maio 2016
Adalberto Day
Desde garoto ouvia falar sobre a Bugra Ana e sempre tive curiosidade de conhecê-la. Tive este privilegio lá pelo inicio dos anos de 1960.
Depois que me tornei Cientista Social e pesquisador da história, pesquisei um pouco mais sobre nossa querida personagem.  Assim publiquei em meu blog conforme o link no final deste texto, como também publiquei no Jornal de Santa Catarina.
Conversando com a senhora Lorena Karasinski, me ajudou com dados na postagem e fotos. E foi assim que também pude colaborar com a Urda. Com algumas ideias e a orientar a procurar a senhora Lorena.
Foto: Lorena Karasinski,

A imagem de 1960 mostra a Bugra Ana. Aparecem na foto Maria da Graça Silva, Ana Bugra, Ângela Solange Chaves e Teresinha Fernandes.

Com muita honra estou no Conselho editorial deste livro da escritora, historiadora Urda Alice Klueger. 

Como também recebi o livro autografado pela escritora Urda
O 24º livro da escritora Urda Alice Klueger, intitulado “No Tempo da Ana Bugra”, será lançado na livraria Blulivro, no Shopping Center Park Europeu, das 18h às 21h30min. , dia 05 de maio de 2016. O livro contém 71 páginas.
Editora Hemisfério Sul Ltda.
Rua Urda Maior, 431 – Lote 36.
Bairro Escola Agrícola – CEP. 89.037.510 – Blumenau SC
Fone 47 3035-3181
editorahemisferiosul@gmail.com
Adalberto Day
Li e recomendo a leitura histórica e agradável. 
URDA ALICE KLUEGER
A escritora nasceu em Blumenau, Santa Catarina. É licenciada, bacharel e especialista em História pela Universidade Regional de Blumenau (FURB). É doutora em Geografia pela Universidade Federal do Paraná.  É autora de 24 livros, romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979), “No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e “Sambaqui” (2008). É militante de movimentos sociais, pesquisadora da arqueologia do litoral de Santa Catarina, dentre outras, além de produzir textos para a imprensa de três continentes (América, Europa e África) a cada semana. Urda pertence a Academia Catarinense de Letras, ao Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, entre outros.
Para Saber mais leiam:
A BUGRA Ana do Convento das Feriras.
No Blog do Jornalista e pesquisador André Bonomini Leiam:
https://goo.gl/g8HGNV

quinta-feira, 7 de abril de 2016

- Blumenauer Zeitung – Digitalizado

Blumenauer Zeitung – Digitalizado o primeiro jornal blumenauense
Por André Luiz Bonomini
Exposto como sempre num dos livrões do Arquivo Histórico, o fabuloso Blumenauer Zeitung agora é digital e a pesquisa pode ser acessada com mais facilidade pelos estudiosos e curiosos da história de Blumenau O Blumenauense)
18.025 páginas repletas de uma história que está ávida para ser descoberta e estudada, tudo preservado agora na mais alta tecnologia e acessível ao  público e apaixonados pela história deBlumenau. Acha muito? Pois é muito mesmo, e tanto este jornalista como tantos aficionados pelo resgate do passado temos muito a bater palmas e pesquisar.
É que o Blumenauer Zeitung agora é disponível em versão digital nas dependências do sempre firme Arquivo Histórico Prof. José Ferreira da Silva. O processo de digitalização do primeiro jornal da cidade foi de responsabilidade de uma empresa paulista e resgata fatos e curiosidades que marcaram a cidade em seis décadas, especialmente contando a partir de um tempo onde a cidade ainda não era um município declarado.
Fundado da iniciativa pioneira de Hermann Baumgarten, (foto) o Blumenauer Zeitung  foi colocado em circulação em 1º de janeiro de 1881, dois anos antes da instalação oficial do município, em 1883. Nele, diversos acontecimentos da história da cidade foram noticia, dentre elas a emancipação oficial de Blumenau, que só pode acontecer quatro anos depois do anuncio feito pelo governo da entãoProvíncia de Santa Catarinaà época comandada por Antônio de Almeida e Oliveira, por conta da terrível enchente que ocorreu em 1880, a maior da cidade, com 17,10m.
Isto fora acontecimentos referentes a Primeira Guerra, aRevolução de 1930, o início do desmembramento da cidade em 1934, a passagem dos dirigiveis Zepelin e Hindenburg pelo município em 1934 e 1936 e tantos outros fatos. Tudo isso e outras tantas curiosidades de um outro tempo do jornalismo e da vida citadina estão agora as mãos de todos, permitindo a preservação das páginas originas na Hemeroteca Hermann Baumgarten e um estudo mais minucioso do conteúdo das notícias.
 Assim como o Blumenauer Zeitung, o Der Urwaldsbote (Mensageiro da Floresta)…
…e o Immigrant são registros de um tempo ainda carente de estudos e pesquisas para a história de Blumenau (Reprodução)
O Blumenauer Zeitung, assim como o Der Urwaldsbote (Mensageiro da Floresta) e o Immigrant, são quase como o tríduo jornalístico histórico da cidade. Sumariamente importantes hoje como documentos imortais de registro de nossa história em um período que muito anseia-se ser estudado, pesquisado e analisado nos detalhes por suas características únicas e, especialmente, pela carência de documentos que detalhem este momento da vida blumenauense. Uma prova mais do que concreta de que o jornalismo é um registrador máximo de histórias e cujo papel neste sentido enriquece ainda mais a reflexão do passado para o pensamento do presente e a projeção do futuro.
A última edição do Blumenauer Zeitung foi aos jornaleiros em 2 de dezembro de 1938, minado pelas leis nacionalistas instituídas no Estado Novo de Getúlio Vargas.
No Arquivo Histórico: Depoimento e comprovação da história
Sueli Maria Vanzuita Petry, Sylvio Zimmermann e o precioso livrão: Seis décadas de fatos e histórias agora em arquivos digitais para novos estudos (O Blumenauense). 
A BOINA ( https://goo.gl/6Yp8e8  ) esteve no Arquivo Histórico, em uma alegre reunião que encontravam-se a Diretora do AH e historiadora, profa. Sueli Petry; o então presidente da Fundação Cultural, Sylvio Zimmermann; e a professora, jornalista e amiga deste espaço,Rosemeri Laurindo. Brevemente conferindo os conteúdos do jornal, A BOINA pode conferir notícias e ordens curiosas.
Dentre elas, uma determinação da prefeitura para que os moradores cuidassem das calçadas e sarjetas fronteiras as próprias residências e um um anuncio do então Partido Nazista, convocando pessoas para a filiação. Impressionante e isto é apenas uma palhinha do que pode ser descoberto e complementado em pesquisas daqui para frente.O encontro foi registrado em uma fabulosa matéria da RICTV Record, com reportagem da talentosíssima e simpática Ketrin Raitz, juntamente com o cinegrafista gente boa André Pofahl. Confira e conheça mais sobre o projeto (com depoimento deste jornalista):
Para saber mais acesse:
http://goo.gl/ufCnZj 

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