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segunda-feira, 27 de julho de 2015

- O amado Amazonas

Bandeiras do Amazonas E. C.  de 1920 e 1952
Foi no dia 25 de julho de 2015 que torcedores, jogadores e simpatizantes do Amazonas Esporte Clube do bairro Garcia se reuniram para mais uma confraternização.
A bate papo, as narrações, uma história por cada um foi relatada, as lagrimas vieram, os sorrisos, a admiração e paixão pelo clube é algo sublime. 
O evento aconteceu na cidade de Gaspar sito a rua, BR-470 nº 2000 Km 35  – Artefatos de Cimento Gaspar,organizado por Álvaro Luiz dos Santos, Dolete José Alves (Gaspar) Jean Carlos Alves, Adalberto Day/Colaboração Gilmar Alfredo Oeschler, e toda família Alves. Mais de 300 pessoas compareceram ao evento.
Foram vendidas 396 camisas (esgotou), acima da  expectativa. 
Autoridades presentes: Prefeito de Gaspar Pedro Celso Zuchi,
e o Prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes.
Dolete José Alves (Gaspar) organizador do evento
Dolete José Alves
Álvaro Luiz dos Santos - Organizador do evento. Foi o encarregado de convidar todos e confeccionar mais 350 camisas.
Beto Day e Prefeito de Gaspar Pedro Celso Zuchi (selfie)
Beto e Prefeito de Blumenau com camisa do Amazonas, Napoleão Bernardes.
Pessoal da cozinha - fundamental e com muito carinho proporcionaram um atendimento nota 10!.
A última confraternização foi no dia 25 de setembro de 1999,  festa inesquecível, com exposição sobre o clube, com destaque na TV. Quando proferi um texto sobre a história do clube, as lagrimas foram muitas.  De 1993 até 2008 promovemos várias mostras sobre o clube e bairro. Em 17 de setembro de 2005, na Associação Artex, conseguimos trazer o ídolo de todos, Carlos Irapuan Meyer, o craque eterno Meyer. Já havia passado 42 anos que ele não vinha à Blumenau. O reencontro com jogadores e torcedores foi emocionante.
Beto e Deusdith de Souza
Beto e Nilson Siegel - selfie (Bigo) craque.
Beto e José Egídio de Borba (Tigi)
Arnaldo de Souza (Nardo) Elonir, Beto, Airton, Gilberto.)
Beto Day, Nino, Napoleão, Ziza, Tilmann,Júlio Rodrigues e Gaspar.
Flagrantes da Festa
Alvinho, Beto, Gaspar, Ticanca, Mauro, Assunção, Moacir Adriano.
O clube dava seus primeiros passos por volta de 1910, jogando no pasto dos Holetz (hotel), que se localizava onde hoje é o atual Grande Hotel, enfrentando Associação Turnverein.  O campo se localizava onde hoje é a atual Casa do Comércio. Eram conhecidos como “Jogadores do Garcia” e mais tarde em 19 de setembro de 1919 passa a se chamar Amazonas Esporte Clube. Oficialmente em Janeiro de 1975 o clube foi extinto por solicitação dos diretores da Artex. O último jogo em seu magnifico estádio foi no dia 26 de maio de 1974, jogo Amazonas 3x1 Tupi, dois gols de Bigo e um de Tarcísio. Em seguida a Artex aterrou (enterrou) impiedosamente o estádio.
Os últimos jogadores a pisar o gramado do majestoso estádio da Empresa Industrial Garcia foram: Dolete José Alves (Gaspar), Girão, Eloi, (depois Luiz Pereira o Nena), e Adir, Nelsinho Pereira e Raul Cavaco, Werninha (depois Poroca),Nilson (Bigo), Tarcisio e Ademir. O último gol no estádio foi marcado pelo avante Nilson Siegel o Bigo.
Adilson (Ticanca) apontando para seu irmão Nilson Siegel (Bigo) "este é o cara", os craques amazonenses. 
Beto e José V. Iten (Selfie)
A última conquista do Amazonas
A conquista derradeira com o nome de Amazonas foi em 1974, na Taça Governador Colombo Machado Salles, também disputado pelo União, Marcílio Dias, Carlos Renaux, Tupi e Humaitá. A campanha do Amazonas, que treinava na atual associação Artex, antigo pasto do Sr. Bernardo Rulenski, se desenvolveu em maus e bons momentos, culminando com a conquista a 14 de julho, ao vencer o Humaitá, por 5x1 no estádio do Palmeiras. Só o avante Nilson (Bigo) fez quatro gols, que serviu para compensar a tristeza pela perda do seu estádio, o outro foi de Tigi (José Egídio de Borba). O último gol do Amazonas foi marcado pelo avante Bigo.
Neste jogo derradeiro o Amazonas formou com Dolete José Alves (Gaspar), Girão, Luiz Pereira (Nena), Vilmar e Assunção, Cavaco e Nelsinho, Werninha, Nilson (Bigo) Tarcísio Torres e Ademir. Também atuaram Deusdith, Eloí, Adir, e Tigi.
Mais flagrantes da grandiosa festa do Amado Amazonas:

Valmor, Tarcísio, Tamir Pera.

Wilson Hort,Tigi, Geraldo Labes, Olimpio Moritz,Jaime Costa, Claudio Boos, Gilberto Boos







Beto e Carlos Jorge Hiebert



Girão, Afonso Luebke, Álvaro, Antonio Carlos, Nélio Zimmermann.



Anizio Vargas (Gaturamo), Wilson Alves. Gilberto Oeschler.

Gilberto Oeschler, Celésio Bernz, Gustavo Moritz


Sylvio de Oliveira. Dr. Riguetto, Vilson Loos (Dedinho)


Gibi,Adir, Girão, Antonio Carlos, Arlindo de Souza, Afonso.


Remi e Valdemar Oneda (Vardo)


Deusdith, Jerry, Napoleão, Celso Zuchi


Prefeitos: Napoleão e Pedro Celso Zuchi


Álvaro e Napoleão


Nilson Siegel, Assunção, Gibi, Reginaldo dos Santos.

Para saber mais sobre a história do Amazonas clique no link:

Acervo de Adalberto Day/Carlos Jorge Hiebert (Russo), Jerry da Silva/Airton (Moritz) Gonçalves Ribeiro

terça-feira, 21 de julho de 2015

- A origem dos nomes dos Bairros

A origem dos nomes dos bairros de Blumenau
do Vorstadt: “Entrada da Cidade”, isto é, para quem vinha do litoral é o que se localiza antes do centro da cidade.
Centro: Local onde ficou instalada a sede da Colônia Blumenau, conhecida como Stadtplatz – praça da cidade. Hoje engloba três ruas principais, a Rua XV de Novembro, a Rua Sete de Setembro e Castelo Branco (Beira Rio).
do Ribeirão Fresco: Desde o início da Colônia Blumenau, já se conhecia o caminho principal deste bairro como Kühler Grund – palavra de origem alemã que significa Solo Fresco, daí o nome do ribeirão, como Fresco.
do Garcia: Por existir nesta região moradores vindos do rio Garcia de Camboriú, hoje rio Camboriú, já em 1846. Conhecidos como gente do Garcia
da Glória: Nome dado em 04 de fevereiro de 1938 pelo então prefeito José Ferreira da Silva por existir nesta localidade, desde 1920, o Clube Musical Glória.  Esta localidade até esta data era conhecida pelos moradores como Spectiefe – palavra de origem alemã que significa caminho ou vale lamacento, ou gorduroso.   
Progresso: O nome deriva de na proximidade da região; serem instaladas as primeiras indústrias têxteis: Empresa Industrial Garcia e a Artex, sinal de Progresso. Quando um morador vinha fazer uma "Ficha" nas empresas ou no comércio, eram perguntados: Onde você mora? - Moro no Alto Garcia, ou Garcia Alto, - mas onde fica este local? ; - Lá onde o Progresso está chegando, se referindo as indústrias. 
Valparaíso: Por haver na localidade um conjunto residencial Loteamento Valparaíso – nome dado em homenagem à cidade chilena de Valparaíso. 
da Vila  Formosa: Margeado pela rua Hermann Huscher, este bairro foi criado em 1956 pelo prefeito Frederico Guilherme Busch Júnior.   Esta denominação foi dada em homenagem a um grande proprietário de terras no Bairro Vila Formosa, que inaugurou um curtume no dia 7 de janeiro de 1898.
Jardim Blumenau: Criado em 1956 belo então prefeito Frederico Guilherme Busch Júnior que o denominou assim, motivado pela tradição dos moradores terem em frente às casas, sempre jardins bem cuidados. 
Bom Retiro: Desde cedo esta localidade era conhecida como Jammerthal – que significa Vale das lamentações. O nome do Ribeirão Retiro já consta no mapa de Blumenau de 1864.  Com a criação deste bairro em 1956, a tranqüilidade do lugar deu origem ao nome de Bom Retiro.
da Velha: A origem do nome deste bairro tem duas versões: uma, que remonta a 1838 diz que na região morava uma velha senhora as margens do ribeirão; outra versão baseia-se no fato de que ali existiria uma família de cognome Velha, antes mesmo da fundação da cidade de Blumenau. Como também de referencia a serraria mais velha, do que a do Garcia.
Velha Central: Área central do curso do ribeirão Velha com ampla área plana, envoltos em pequenos morros.
Velha Grande: Área junto do ribeirão da Velha formada pelo estreito e longo  vale deste ribeirão, hoje com locais de ocupação quase que exclusivamente em áreas de declive.
Passo Manso: Desde cedo esta região era conhecida como Stiller Pass, que significa passo ou passagem calmo ou silencioso, pois o rio Itajaí-Açu ali tem suas águas calmas e tranquilas.
Salto Weissbach: Bairro na margem direita do rio Itajaí-Açu próximo da foz do Ribeirão Branco, que em alemão se diz “Weissbach”. Nome dado por imigrantes alemães que significa “Salto do Ribeirão Branco”.
do Salto: Bairro localizado na margem direita do rio Itajaí-Açu, do lado sul do Grande Salto de 8 metros de altura aproximadamente.
da Escola Agrícola: Na localidade em 1940 foi instalada uma “Escola Agrícola Municipal” para crianças. Com o desenvolvimento a região passou a ser conhecida como Escola Agrícola. 
Água Verde: Diz a lenda que por haver nas águas do ribeirão da região grande número de algas e musgos, aparentando ser de coloração verde, daí o nome deste bairro.
Vila Nova: Bairro criado em 1956 e deu-se o nome de Vila Nova, porque na época sua ocupação com residências era recente. 
de Itoupava Seca: Localizado no lado Sul do rio Itajaí, o nome Itoupava de origem tupi-guarani significa corredeiras, já Seca se refere ao afloramento das pedras do leito do rio em épocas de estiagem.
dr. Victor Konder: Nome dado em homenagem a personagem da história local. Victor Konder tinha uma fazenda nesta localidade e  foi Presidente da Câmara de Blumenau, Secretário da Fazenda do Estado e Ministro da Viação.
da Boa Vista: Nome derivado de neste bairro haver um morro que desde cedo oferecia uma boa visão da área central da colônia.
da Ponta Aguda: Nome dado pelo fato de o rio Itajaí-Açu nesta área ter uma curva bem acentuada, formando uma ponta de terra, daí Ponta Aguda. 
Nova Esperança:  A localidade era conhecida como Morro do Abacaxi , mais tarde após o encontro de uma onça passaram a chamar Toca da Onça, nos anos 1980 após um plebiscito na comunidade optaram pela denominação Nova Esperança, por ventura da esperança dos inúmeros migrantes que chegavam ao local.
de Itoupava Norte : O nome  Itoupava é de origem tupi-guarani e significa corredeiras, logo este bairro está localizado no lado Norte do rio Itajaí-Açu.
Fortaleza: Região do ribeirão Fortaleza, por ventura deste ribeirão haver próxima sua foz no Itajaí um rochedo alinhado semelhante a uma fortaleza. 
Tribess: Nome dado em homenagem a um dos primeiros moradores da localidade. 
Fortaleza Alta: Região próxima as nascentes do ribeirão Fortaleza.
Fidélis : Nome derivado da referência que os primeiros moradores da localidade faziam ao ribeirão ali existente, dizendo: fluss geht ganz fidel – o rio corre mansamente. A palavra Fidel, mais tarde aportuguesada passou a ser pronunciada Fidélis. 
Salto do Norte: Lado norte do Grande Salto do rio Itajaí-Açu..
Badenfurt: Bairro próximo à região da foz do rio do Testo no Itajaí-Açu, onde imigrantes vindos de Baden se estabeleceram, daí o nome que significa travessia do (rio) de Baden. Trata-se de um lugar que permite a passagem de um rio, travessia do rio em uma localização da água rasa (mas não pantanosa).
Testo Salto: Bairro próximo ao salto do rio do Testo, daí a origem do seu nome. 
Itoupavazinha: De origem tupy que significa “pequeno ribeirão com corredeiras”.
Itoupava Central: Região central do ribeirão Itoupava. Itoupava: corredeiras.
Vila Itoupava: Vila do ribeirão de corredeiras.
Para saber mais acesse:
Arquivo de Adalberto Day/Colaboração Jochen G. Rohlfs

terça-feira, 7 de julho de 2015

- Rodoviárias de Blumenau

AS “ESTAÇÕES RODOVIÁRIAS” DE BLUMENAU

Por Carlos Braga Mueller

Blumenau registrou no dia 13 de abril de 1928 o surgimento da Auto Viação Catarinense, pioneira em transporte coletivo intermunicipal e interestadual do Brasil.
Foi uma das causas para que sempre houvessem em Blumenau locais que se adequassem ao embarque e desembarque dos passageiros, conhecidos como as “estações rodoviárias” de nosso município.
Hotel São José
A mais antiga “rodoviária”  ficava na Rua 15 de Novembro, utilizando o varandão  do Hotel São José (onde hoje se situa o Castelinho da Havan), varandão que tanto podia abrigar ônibus como carroças e carros de mola, possuindo, inclusive, apoio para se amarrar cavalos de montaria.
O Prefeito Hercílio Deeke, em seu primeiro mandato (1951-1954), teve com uma das principais metas a construção de uma Estação Rodoviária (foto), que foi inaugurada ainda no seu governo. Ficava situada na Rua 7 de Setembro, esquina com a Rua Padre Jacobs, e abrigava também um hotel, bar, revistaria, engraxataria e os guichês para  a venda de passagens.
Trinta anos depois, na gestão do prefeito Renato Viana, seria inaugurada uma nova Estação Rodoviária em Blumenau, o  Terminal de Passageiros da Itoupava Norte, denominado Hercílio Deeke em homenagem ao ex-prefeito, então já falecido.
Atual  terminal rodoviária de Blumenau, em construção em 1979
Embora nos dias atuais existam muitas reclamações em relação a este terminal, na época foi considerado um dos mais modernos do Estado. A inauguração se deu no dia 4 de fevereiro de 1980, como parte das comemorações do Centenário da Emancipação Política de Blumenau (4/2/1880).
No discurso de inauguração o prefeito Renato Viana destacou:

“O projeto elaborado por arquitetos da nossa Assessoria de Planejamento, Drs. Sérgio Mantovani e Sônia Fumagalli, procurou, cumprindo as exigências do órgão competente do DNER, expressar nas linhas do concreto aparente a funcionalidade das construções modernas.
Prestando observância à topografia, sistema viário, fluxo de veículos, volume de passageiros, desenvolvimento urbano, segurança e rapidez  nos movimentos, o Terminal de Passageiros Hercílio Deeke foi deslocado do miolo urbano, da malha viária central, para a periferia da cidade, possibilitando fácil acesso com as BRs ou Rodovias Federais, principalmente  os ônibus intermunicipais e interestaduais que se veem obrigados a médio ou longo percurso.
Convém, todavia, assinalar que a obra não se acha completa no seu projeto global. Tanto que os acessos são provisórios e somente  com a construção da ponte sobre o Rio Itajaí-Açú, ligando o terminal à Rua Xavantina e Rua São Paulo é que se completará. “Mas acreditamos que o povo blumenauense, que não nos tem faltado com seu apoio, saberá relevar e suportar as primeiras dificuldades e porque não dizer os pequenos desacertos desta fase inicial.”
(Nota do autor: o provisório tornou-se quase que definitivo, porque somente em dezembro de 1999, no primeiro mandato do prefeito Décio Lima, a Ponte do Tamarindo (batizada de Ponte Prefeito Vilson Kleinubing) ficou pronta, ligando a Rua São Paulo ao Terminal, ou seja  20 anos depois da sua inauguração).
Renato Viana também destacou no seu discurso:
“A execução do projeto custou até agora Cr$ 62.000.000,00 (sessenta e dois milhões de cruzeiros), sendo Cr$ 5.000.000,00 já obtidos através convênio de colaboração com o DNER, para construção do prédio, e os restantes Cr$ 57.000.000,00  destinados ao pagamento do prédio,  das desapropriações, da canalização, estaqueamento e acessos, com recursos próprios do município, através de impostos, portanto com dinheiro do próprio povo.
A obra foi construída pelo Município, através da Companhia de Urbanização de Blumenau, empresa de economia mista constituída de capital majoritário (99%) da Prefeitura.
Sentimos a obra brotar do chão, vistoriando os trabalhos de retificação e canalização do córrego aqui existente e o aterro necessário, realizados pela firma Hayashi, para início dos trabalhos de alvenaria pela Construtora Rio Branco, empresa blumenauense, na época dirigida pelo saudoso Otto Kienen, construtora que venceu a concorrência pública e cumpriu integralmente os cronogramas físicos e financeiros, entregando a obra completamente concluída antes da data aprazada e sujeitando-a, pela boa qualidade técnica, à inspeção não só da fiscalização pública mas de todos os bons conhecedores desse ramo da engenharia civil.”
(Nota do autor: quando escrevemos este artigo, junho de 2015, o córrego continua correndo a céu aberto, com um cheiro nauseabundo e insuportável  tomando conta de todo o Terminal.)
No seu discurso o então prefeito Renato Viana aduziu:
“As estacas foram fincadas pela Batestal; os equipamentos eletrônicos foram executados pela Ciaer; os equipamentos de telefonia e PABX pela Inteca Comunicações; o sistema eletrônico de relógios pela Rod Bel; o mobiliário pela Mendes Moeller & Cia. Ltda. A firma Garbe executou o projeto das paredes divisórias, a NM forneceu e realizou os serviços de vidro e a empresa Sinoda o asfaltamento do pátio frontal da Estação, fornecimento de brita, sua compactação e imprimação.
As 10 empresas que irão operar no Terminal, movimentando seus ônibus nas 27 plataformas de embarque e desembarque, de cerca de 6.500 passageiros diariamente, através de 434 partidas de ônibus intermunicipais e interestaduais, nossos agradecimentos pelo espírito de compreensão.”
No seu discurso de inauguração do Terminal, Renato Viana citou também os integrantes da Comissão pró-construção, teceu loas ao vice-prefeito Ramiro Ruediger e ao final fez referência especial ao ex-prefeito Hercílio Deeke, nome dado ao terminal.
No dia seguinte, 5 de fevereiro de 1980, o Terminal começou a funcionar, aliviando sensivelmente o  tráfego no centro da cidade.

Fontes:
Discurso do Prefeito Municipal de Blumenau,  Renato de Mello Viana, proferido em 4 de fevereiro de 1980.
Blumenau em Cadernos, Tomo  21, nº 3
Fotos: acervo de Adalberto Day/Arquivo Histórico José Ferreira da Silva.

Texto Carlos Braga Mueller/Jornalista e escritor em Blumenau

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