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terça-feira, 5 de agosto de 2014

- Ribeirão Garcia


Foto Divulgação travessia a cavalo por Irmãs de Caridade, parteiras e de espiritualidades sem distinção religiosa.
Renate S. Odebrecht cita: As freiras (Schwestern), parteiras e enfermeiras, que estão na foto são diaconisas evangélicas, alemãs. Embora ligadas às Comunidades Evangélicas Luteranas de Blumenau, atendiam também pessoas de outras confissões religiosas. A primeira diaconisa enfermeira formada no Brasil, na Casa de Diaconisas de São Leopoldo, RS, foi a querida Irmã (Schwester) Elizabeth Letzow, uma blumenauense. 
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No início da colônia Blumenau, o Ribeirão Garcia, que mais mereceria ser chamado de rio, era bem caudaloso. Suas margens bem conservadas, pouca habitação, grandes baixadas e a vegetação eram predominantes. Havia espaços suficientes para vazão natural das águas quando das cheias. Foi assim até próximo aos anos de 1960. 
Localidade: rua Emílio Tallmann
Em 1961 ocorreu uma das maiores tragédias em todo Garcia. Foi na manhã do dia 31 de outubro de 1961. Algumas casas foram levadas, a principal foi na Rua Emilio Tallmann e onde uma mãe com três crianças preferiu ir para o “sótão” descartando o alerta das autoridades e bombeiros. A Casa foi levada e apenas a mãe se salvou. As três crianças foram encontradas mortas no estádio do Amazonas. Também nessa enxurrada morreu afogado o soldado Moacir Pinheiro. A tragédia poderia ter sido pior. No entanto, na época, as ocupações nas margens do Ribeirão eram poucas.
Observação:
Nessa tragédia ocorrida no dia 31 de outubro de 1961, tivemos o caso do Soldado Moacir Pinheiro (morador da rua Almirante Saldanha da Gama, bairro Glória)  que acabou caindo próximo a  passarela (pinguela) após tentar atravessa-la, devido a forte correnteza, da hoje rua Hermanan Huscher (Valparaiso) cujo nível da rua era inferior ao da pinguela. Era água pelo joelho, mas ele caiu e foi arrastado para uma cerca de arame próxima onde ficou preso junto ao entulho e veio a óbito para a atual rua que empresta seu nome, ( Rua Soldado Moacir Pinheiro) no bairro Garcia em sua homenagem.. 
Outro fato foi uma tentativa feita por um morador da rua Emilio Tallmann, de salvar três crianças que vinham pelo ribeirão abaixo nos destroços da casa em que moravam. Este senhor foi HELMUTH LEYENDECKER que se atirou nas águas barrentas e com muita correnteza. Seu ato de heroísmo não foi suficiente pra salvar as três crianças, pois a ponte com estrutura muita baixa não permitiu, elas foram encontradas mortas no estádio do Amazonas Esporte Clube de propriedade da E.I. Garcia.
Colaboração Valter Hiebert/Marcos Salles Leyendecker 
O Ribeirão Garcia por vários momentos da história até próximo aos anos de 1980 era navegável com pequenas canoas. Essas embarcações faziam a travessia quando da não existência de pontes, como também para pescaria. Existiam também as chamadas “pinguelas” de madeira apoiadas em cabos de aço, bem mais simples que as atuais e mesmo passagens bem rústicas sobre o Garcia, constituídas por meros pranchões sobre tambores de metal cheios de seixo do próprio rio que serviam de pilar e apoio aos pranchões, sobre os quais passavam, se equilibrando, pedestres e ciclistas com suas bicicletas às costas, caso da ligação para a Alameda Rio Branco nas proximidades do G.E. Olímpico, acessando pela rua Manaus, transversal da rua Amazonas uns 250 metros acima do atual Terminal Fonte. Ainda até meados do século passado eram comuns passagens a pé por dentro da água, calças arregaçadas, em pontos de espraiado, onde o Garcia era mais raso.
Quanto às matas ciliares eram predominantes até quando começaram as construções irregulares e próximas as margens. Os aterros indiscriminados também contribuíram muito para agravar os efeitos das enxurradas, obstruindo as baixadas que serviam de passagem e armazenamento das águas quando das enxurradas, aliviando e  amortizando as ondas de cheias repentinas.
Ponte Preta década de 1960 Acesso a Rua Rui Barbosa
Foto divulgação .
A poluição até os anos finais da década de 1960 era pequena, principalmente acima das empresas Industrial Garcia e Artex. Mas já nesta época a poluição gerada por essas duas empresas era assustadora. As cores d’água eram diversas, geradas por tintas (corantes) da tinturaria e estamparia dessas empresas. 
Todos os esgotos, assim como hoje, eram dirigidos direto ao ribeirão. Mudou um pouco depois que se exigiram as fossas nas casas e depois da implantação da rede coletora de esgotos a partir da altura do 23º Batalhão de Infantaria o seu tratamento na ETE existente próximo à Praça Mascarenha de Moraes. Porém mesmo assim apenas amenizava a situação.
Por volta de 1965 - Ponte Catarina Abreu Coelho que da acesso a rua Júlio Heiden. Na imagem Osni Wilson Melin 
Também a ocupação das encostas no médio e baixo Garcia e a abertura de estradas florestais para exploração madeireira acima e nas proximidades da Nova Rússia até chegar a boa parte da região não habitada das cabeceiras (alto Garcia), resultaram em muita erosão, cujo material passou a assorear o ribeirão, deixando-o menos profundo e com sensação de menor volume de água.
 
Localidade Nova Rússia
Para melhorar a situação atual do Ribeirão deve ser feito primeiro o tratamento e saneamento básico, coisa que vai demorar pelo menos até o ano de 2025. Preservação das matas ciliares, não permitir construções irregulares nem aterros, educação da comunidade para não jogar lixo nem entulhos de qualquer tipo ao Ribeirão. Nas escolas palestras e mostrar aos alunos o quanto é importante nosso Ribeirão para a conservação de seu manancial.
O Ribeirão Garcia Nasce na Serra do Itajaí e tem vários formadores. A nascente principal do ponto de vista de critério de maior distância é o ribeirão Canjerana, que nasce, por coincidência, junto ao morro Loewsky (o ponto mais alto de Blumenau, na tríplice junção com Guabiruba e Botuverá, com quase mil metros de altitude) e a nascente principal do ponto de vista de quem sobe sempre buscando nas confluências o maior volume de água pode ser o Garcia propriamente dito conforme consta nas cartas do IBGE, ou, mais provavelmente, um córrego confluente da direita, que pode ser denominado como Garcia-Janga, em homenagem ao Sr. João Geffer Bernardo, lá instalado a mando do proprietário daquelas terras nos anos 1960, o Sr. Roland Renaux.
Localidade Rua Emílio Tallmann 
Possui 40 km de extenção conforme dados da literatura, 41,9 km conforme medidas pessoais do Biólogo e Ecólogo Lauro Eduardo Bacca. Mas pode ter um pouco mais, pois os mapas nunca conseguem detalhar todas as curvas e pequenos meandros do rio segundo o Ecólogo.
Não existe a contagem exata de quantos afluentes, porém são centenas. Entre os principais afluentes mais conhecidos na parte habitada do Vale do Garcia, podemos listar (obs.: MD = Margem Direita e ME = Margem Esquerda):
- Ribeirão Minas de Prata, na localidade de Nova Rússia e ao sul do morro Spitzkopf, ME;
- Riberão Caetés, oriundo da vertente norte do morro Spitzkopf, ME;
- Córrego Encano do Garcia, ME;
- ribeirão Jordão, MD;
- ribeirão Krooberger ou Rui Barbosa, ME;
- ribeirão da Glória, MD;
- ribeirão Gebien ou Zendron, ME;
- ribeirão da rua Araranguá, MD e
- ribeirão Fresco, MD.
Rua Júlio Heiden
Tanto o Bairro como o Ribeirão recebeu este nome em homenagem a pessoas vindas das margens do antigo Rio Garcia em Camboriú, atual Rio Camboriú. Essas famílias se estabeleceram em 1846 na Região.
A Rua Amazonas recebeu esta denominação através da lei n° 124 de 16 de abril de 1919. Segundo a Lenda o nome deriva-se de mulheres que andavam a cavalo, no entanto oficialmente é devido ao Estado do Amazonas. Até então a Rua era conhecida como estrada geral do Garcia.
Para os moradores de antanho (outrora, Passado) era o local da ¨Gente do Garcia¨ e conhecida como o portal de entrada do Bairro Garcia ( Antes identificado como ¨Die Kolonie”– A Colônia ) e como via de acesso à toda região do Vale do Garcia, banhado pelo ribeirão do mesmo nome.
Todos os seis bairros que compõe o Grande Garcia, (Garcia, Ribeirão Fresco, Valparaiso, Vila Formosa, Glória e Progresso) foram criados através da lei nº 717 de 28 de abril de 1956, na administração do Prefeito Guilherme Frederico Busch. Jr. Observação: o Bairro Ribeirão Fresco não faz parte do Distrito do Garcia.  . Possui uma área total Urbana (27,60 Km²  mais a Rural uns 132 Km²) próximo 160Km² mais de 1/5 do município.
Lauro Eduardo Bacca/naturalista e ecólogo;Adalberto Day/Cientista Social e pesquisador da História em Blumenau.

15 comentários:

Fernando disse...

Sr Adalberto
li a matéria, então por isso a rua ao lado da nova Cooper se chamada Moacir Pinheiro, legal saber! Curiosidade: ele se afogou em ação no seu dever de soldado?

Abs.;

Fernando M Santos

Renate S. Odebrecht disse...

As freiras (Schwestern), parteiras e enfermeiras, que estão na foto são diaconisas evangélicas, alemãs. Embora ligadas às Comunidades Evangélicas Luteranas de Blumenau, atendiam também pessoas de outras confissões religiosas. A primeira diaconisa enfermeira de Blumenau foi a conhecida Schwester Elizabeth Letzow, que trabalhou na administração e no serviço hospitalar geral do Hospital Santa Catarina durante décadas. oderenate@yahoo.com.br

Renate S. Odebrecht disse...

Retifico: A primeira diaconisa enfermeira formada no Brasil, na Casa de Diaconisas de São Leopoldo, RS, foi a querida Irmã (Schwester) Elizabeth Letzow, uma blumenauense.

Henry disse...

Adalberto
Boas passagens tenho por lembrar do Ribeirão Garcia.
Na altura do número 850/860 da Rua Julio Heiden morou meus avós Brehemer, domingo de tarde familiares se reunião na casa deles, nós piazada nos divertíamos no ribeirão, pescando com um balaio, pegávamos camarão pitu, traíras, jundiás, as meninas preparavam em uma lata de leite ninho vazia, misturando com farinha os camarões e fritando os peixes e uma frigideira, com fogo entre as predras.
Tempo bom, com muita inocência, coisas que hoje ninquem sabe mais o que é isto.

Além de fatos das catástrofes que o rio causou.

Mas em resumo, boas lembranças, dele.

Abraços.
Henry Georg Spring

Olimpio disse...

Era um lindo rio. Várias vezes eu ia pescar neste rio na propriedade de meus tios Ewaldo e Pedro no Progresso. Tinha muita piava, cará, jundiá, cascudo, peixe pedra e outros.
Também servia para refrescantes banhos.
Cordial abraço vascaíno.

Olímpio MOritz

Wieland Lickfeld disse...

Salve, amigos! Lembro com muita satisfação de quando, na década de 1970, 'fugia' de casa, no Centro, para ir tomar banho no Ribeirão Garcia, fundos da casa do Sr. Rudi Hort. Tinha que fazer isso escondido, pois os pais não deixariam que fosse sem supervisão de algum adulto. Obviamente estavam certos, mas na verdade já tinham me ensinado, àquela altura, o que eu precisava saber para ir até lá com segurança e não fazer nenhuma bobagem. Além do mais, era algo salutar. Boas lembranças daqueles tempos, mas não das butucas, que incomodavam um bocado. Grande abraço!

Anônimo disse...

Na localidade Nova Rússia tive oportunidade de banhar-me.E´um local agradabilíssimo. Lamenta-se o fato que há famílias descompromissadas com o meio ambiente. Pratos de papelão, sobras de churrasco, farinha,copos e garrafas de plastico deixadas ao ar livre. Os outros tem de limpar o local, pois esses indivíduos sujismundos não tem consciência ecológica...werner henrique tönjes

Valdir Salvador disse...

Beto perdi um belo comentario, vamos ver se consigo fazer outro. , Beto sobre as Irmãs não tem comentario ja sabes que quem fez o parto em minha Mãe foi a Suestra Marta como era chamada na rua do Fifa, quanto ao rio garcia sabes que nos quando eramos pequeno vivia aprontando, por isto minha mãe proibia determinadamente que nos iamos pescar no rio garcia,certa vez eu fugi e fui pescar nosso pesqueiro era nos fundos da cooperativa da E.I.G.comandada pelo grande Olegario o mono nos chamava,la chegando pesquei um baita de um Cara Corcunda adivinha o tamanho pois parei a pescaria e la foi eu mostrar minha arte a familia so que assim minha mãe descobriu onde eu andava e adivinha o tamanho da ssurra mas valeu,depois fomos morar no bairro da ponta aguda e la fui eu de carona em uma pescaria no rio garcia,na minas de prata na nova russia sul do spitzkopf, sabes como eles os adultos os burros pescavam era com dinamite super proibido garotos ficavamos no raso do rio para cercar os peixes mortos eram de todos os tamanhos pois morria todos que estouravam o fé ou o bucho,era uma pena e eu não sabia do perigo que passava,ha lembrei que tambem nos fundos da Empres Artex na parte rasa do rio nos com agua pela canéla iamos com fisga para fisgar a chamada viola um peixe da familia do cascudo, bom ja falei demais desculpe. abraços Valdir Salvador.

Osmar Hinkeldey disse...

Olá Adalberto

muito boa esta matéria; uma aula de História.
A Irmã (Schwester) Elizabeth Letzow cheguei a conhecer na década de 70 quando trabalhei no HSC. O Ribeirão Garcia e suas histórias da infância de todos nós e também o seu lado trágico. O soldado Moacir Pinheiro, nome de rua no bairro, mas desconhecia o fato de seu afogamento no rio, terá sido no intuito de cumprir o dever de salvar alguma vida ?
Abraço

Wagner disse...

Beto...

Isso sim é história de verdade...
Vou publicar essa matéria no mural da escola...
Fantástico, história viva...
Parabéns,
Wagner

Nilton Sergio Zuqui disse...

Meu caro Adalberto,]
É difícil eleger uma de suas matérias(textos) como uma especial, pois todas tem seu significado.
Mas esta sobre o Ribeirão Garcia tenho excelentes lembranças, como esquecer dos banhos neste mesmo ribeirão, como esquecer as pescarias com picaré(rede fixada em dois pedaços de pau com cerca de 1metro)levantávamos o capim as margens do rio, e então levantávamos bem rápido a PICARÉ, onde ficavam os peixes , e posso lhe garantir, era suficiente para garantir o jantar de quem participava destas pescarias(em torno de 6 pessoas).
Quanta saudade disso tudo, hoje olho o leito do rio e fico muito triste, pois o que em outrora era picina para nos os menos favorecidos hoje não passa de um simples córrego é lamentável.
Só lembrando , após a morte do então bravo soldado Moacir Pinheiro, temos em sua homenagem o nome da rua ao lado da cooperativa( COOPER) da Rua Amazonas, parabéns por mais um resgate da minha infância.

Valter disse...

Lembrei-me dele, (Helmuth Leyendecker)
era amigo de meu pai. Ele deve ter pulado na água entre 8,30 e 9,00 horas da amanhã pois era o horário do café da manhã dos funcionários da EIG e muitos deles aproveitaram aquela folga para ver como estava as enxurrada. Naquele horário o pai dos Teixeira, que também trabalhava na EIG, foi até sua asa entar convencer a esposa a sair da casa, um sobrado padrão EIG, pois havia grande risco de ficar na mesma já que a parte inferior já estava alagada com forte correnteza. Do barranco que ficava ao lado da casa ele argumentou com ela, mas houve recusa em sair da casa. Momento depois um tronco veio com a enxurrada e derrubou a casa cujas partes foram flutuando até se chocar contra a ponte onde tinha muita gente assistindo. Foi nesse momento que teu tio pulou na água. Eu não sei como acharam ele, pois a tal árvore que ele ficou era do lado oposto ao campo do Amazonas e no meio de outras árvores, bem longe da margem oposta. Eu não vi ele pular na água mas cheguei logo depois, era assustador ver tanta água, com muita tranqueira, animais, etc, fazia um barulho assustador. Mesmo assim muita pessoas estavam em cima da ponte, inclusive eu, tinha então quinze anos. Ver tudo aquilo era assustador e pular naquela água infernal que vi e ouvi vou um gesto absolutamente heroico.
Valter Hiebert
Obrigado pela narrativa, Valter. Na época eu tinha 11 anos, mas lembro bem. Chamaram meu pai e eu fui junto. Mas só pudemos observar e esperar. Realmente o tio Helmuth era uma pessoa dum coração enorme. E adorava crianças. Valeu. Abraços.
Marcos Salles Leyendecker

Valter Hiebert disse...

Parabéns Adalberto, mais um belo trabalho que resgata e preserva a história de nosso bairro. Todo o desenvolvimento industrial de Blumenau começou às margens do Ribeirão Garcia, desde os primeiros moradores todos se beneficiaram de suas águas, das terras em seu entorno. Como você muito bem relata muitos fizeram e continuam fazendo muitos aterros, de longa data suas margens foram mutiladas e as florestas das colinas de seu vale foram devastadas. O que era uma rio maravilhoso até por volta de 1960, virou uma calha de esgoto.Sobre feita por comentaristas que me precederam cabe esclarecer que o Soldado Moacir Pinheiro fazia parte de um grupo que ia ajudar na retirada de móveis de algumas casas que estavam sendo alagadas. Ao tentar atravessar uma "pinguela" que fica no final da rua que hoje leva o seu nome ele morreu afagado, seu corpo foi encontrado preso a uma cerca de arame próximo. Naquele dia trágico existiu um herói chamado HELMUTH LEYENDECKER, cuja ação está descrita nessa postagem do Adalberto e com muitos comentários no site Antigamente em Blumenau.

Paulo disse...


14 de abril de 2015 01:11
Sou neto de Helmuth Leyendecker . Me emocionei ao ler estes comentários . Ouvi muito louco da historia . Ele faleceu em 2007 de enfisema pulmonar aos 84 anos . Esta no cemitério da Igreja Luterana Centro . No que puder e precisar me avisem. Consigo até foto dele se quiserem. Eh uma honra para mim como neto homenagea-lo e SIM faria igual se um dia precisar salvar uma vida !
Leyendecker Paulo

Ralf Annuseck disse...

Adalberto
Nasci e me criei na casa que ficava junto ao muro do Grupo Escolar Santos Dumont, hoje rua Lidia Zwicker, minha avó. Atrás de nossa casa passava o Ribeirão que vinha lá da granja do 23 BI(atualmente o ribeirão foi desviado, pois desembocava entre a Sousa Cruz e s casa dos Himmich, e hoje na pinguela da rua Soldado Moacir Pinheiro) e não consta na lista. Quando das fortes chuvas, mostrava sua força, até mesmo de casos se afogamento.

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