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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

- Pousando nas águas do Itajaí Açú

Mais uma bela colaboração de Carlos Braga Mueller/Jornalista e escritor, onde relata sobre a antiga A TABA começou em 1945 como Transportes Aéreos da Bacia Amazônica. 

O Brasil é um verdadeiro "continente" oceânico. Mesmo assim, não aproveitamos nossas águas  como devíamos para o pouso e decolagem de aviões, atividades que ficam praticamente restritas às regiões das florestas da Amazônia.
Mas houve um tempo em  se podia viajar de Itajaí para o Rio, e vice versa, de hidroavião... decolando e pousando nas águas dos rios ou do Oceano Atlântico, ao longo da costa brasileira ! Os passageiros da nossa região começavam suas viagens embarcando nas águas calmas da foz do Itajaí Açu, na cidade de Itajaí. E ali desembarcavam também !
 UMA EMPRESA CHAMADA TABA
 Em 1948 foi aberta uma linha aérea com hidroavião do Rio de Janeiro para Laguna, em Santa Catarina, linha que depois foi estendida até Porto Alegre, ligando a então capital federal a Paraty, Santos, Iguape, Cananéa, Paranaguá, São Francisco do Sul, Itajaí, Florianópolis, Laguna, Araranguá e Porto Alegre.
A empresa era a TABA, fundada por um veterano ex-piloto da FAB, que na Segunda Guerra Mundial havia executado, na Itália,  o maior número de missões em aeronaves Republic P47D Thunderbolt. Seu nome: Alberto Martins Torres. 

A TABA começou em 1945 como Transportes Aéreos da Bacia Amazônica, para transportar borracha ao porto de Belém. Porém, o mercado da borracha sofreu uma queda após a guerra e Torres pediu então ao Ministério da Aeronáutica  uma concessão para transportar passageiros e cargas entre o Rio e Porto Alegre.
  
IR DE SANTA CATARINA AO RIO ERA COMPLICADO 
Naquela época, os blumenauenses costumavam viajar para o Rio no "paquete" Carl Hoepcke, um navio que saía regularmente do Porto de Itajaí em direção ao norte, levando carga e passageiros. A viagem durava de 2 a 3 dias. 
Com a novidade do hidroavião, muitos mudaram para o transporte aéreo.
Minha tia, Nahyd Braga, tinha loja  de artigos para noivas em Blumenau, mas morava em Copacabana, no Rio. Embora a viagem no Carl Hoepcke fosse confortável, e até sala de estar com piano ele possuísse, feitas as contas do tempo gasto pelo navio e pela aeronave,  ela resolveu voar pelo hidroavião da TABA que, com a mudança para a rota do sul também mudou de nome. Passou a chamar-se TABA Transportes  Aéreos Bandeirantes Ltda.
Tia Nahyd contava que era uma verdadeira aventura voar pela TABA. A cada amerissagem, e como tinham,  lá entravam novos passageiros e muita carga, cachos de banana, tambores de óleo e por aí afora. Ela se divertia muito com isso e nos contava, rindo, o que enfrentava a bordo.

A frota da TABA era pequena: 2 aviões Catalina do tipo PBY-5, que voaram nos anos de 1948 e 1949, e um Douglas DC-3 que esteve no ar durante o ano de 1949.
 A TRAGÉDIA 
No dia 30 de setembro de 1949 o Catalina  prefixo PP-BLB deixou as águas da Baía da Guanabara e levantou voo em direção a Porto Alegre.
Ao amerrissar no porto de Iguape, em São Paulo, bateu em uma tora de madeira submersa e capotou,  afundando em seguida nas águas do rio que ali desemboca. O memorialista Niels Deeke conta que, por relatos do piloto Karl Heinz Eberius a Gunter Deeke (ver ADENDO II abaixo), o acidente ocorreu devido ao avião ter amerrissado sobre um banco  de areia submerso, ocorrendo o capotamento,e não por ter batido em uma tora".
Segundo os registros, no acidente morreram dois mecânicos do hidroavião e dois passageiros. 
Seria o início do fim da TABA do comandante Torres. Sem peças de reposição, com uma frota muito pequena e enfrentando a aviação comercial que já usava aeroportos terrestres e começava a se estruturar, a TABA acabou sendo vendida em 1950 a um outro piloto veterano da segunda guerra: Coronel Marcilio Jacques Gibson, proprietário do Lóide Aéreo Nacional, que rebatizou a empresa com o nome original: TABA - Transportes Aéreos da Bacia Amazônica.    
Os blumenauenses perdiam, temporariamente, mais um meio de locomoção para viajar ao Rio de Janeiro ou Porto Alegre, o que acabou sendo suprido por empresas como a TAC - Transportes Aéreos Catarinense, que viria logo em seguida.

Adendo 
Respostas e comentários aos que leram e comentaram:
Referente ao Djalma de Anápolis: 
Estou preparando um trabalho sobre a TAC - Transportes Aéreos Catarinense (anos 50), e ali relato sobre o Aeroporto antigo de Itajaí, até com depoimentos de pessoas que acompanharam o seu fechamento e a transferência para Navegantes.
Rubens Heusi: interessante o depoimento de que o cunhado dele, Dr. Telmo Duarte Pereira (foi meu médico quando eu era criança), estava no acidente do avião da TABA.  E assim podemos resgatar um ato de heroismo de um blumenauense que mesmo estando  entre os acidentados,  prestou socorro aos feridos no desastre aéreo. Honra ao mérito !
Osmar Hinkeldey: tempo de viagem Itajaí/Rio: não posso precisar, mas  era coisa de sair e chegar no mesmo dia, isto se os pousos e decolagens não tivessem problemas...problema, sim, era de Itajaí a Blumenau e vice versa, em estrada de barro, o ônibus aos solavancos.
Cao Zone: super interessante o histórico que ele passa do  paquete Carl Hoepcke e o fim melancólico e trágico que o navio teve. 
Flávio Monteiro de Mattos
Que bom poder constatar que provocamos belas lembranças,  que nos transportam aos tempos dos "Catalinas".

Se o tio de Flávio tinha emoções ao voar, conduzindo estes "senhores do ar", nós é que temos agora emoções ao resgatar momentos como estes. Valeu !

Obrigado a todos pela leitura. Carlos Braga Mueller
Texto Carlos Braga Mueller
Adendo II
Adendo à postagem “ Pousando nas Águas do Itajaí Açu ¨- TABA
Maravilhado com as sempre oportunas menções  histórias divulgados pelo abnegado jornalista Carlos Braga Müller e, quando agora vem brindar-nos com o episódio da hidro-aeronavegação comercial , pela Taba, tendo o rio Itajaí Açu como pouso para amerrissagem, externo-lhe meus efusivos aplausos pela feliz recordação.
Naquela época eu estava com cerca de 12 anos de idade e assisti, em Itajaí, uma decolagem do Catalina no qual meus pais seguiam ao Rio de Janeiro. Na oportunidade eu permaneci na casa de meus tios -  Elsa e Victor Deeke, na Barra do Rio, em Itajaí ( Cia. Fábrica de Papel Itajaí) , vez que o comandante do hidroavião era  irmão de minha tia Elsa (Eberius) Deeke. Sabedor, desde sempre, de que a empresa Taba era propriedade dos sócios Torres e Karl Heinz Eberius, em idênticas proporções de capital e, estranhando a omissão do nome de Eberius no texto, recorri  ao meu primo Gunter Deeke, em Itajaí- sobrinho de Eberius-  para indagar mais detalhes acerca da  empresa Taba e dos acontecimentos coevos, não sem antes pesquisar na própria Web. 
Na Web observei que o nome de Karl Heinz Eberius é, da mesma forma, geralmente obliterado, ou dito simplesmente como piloto dos aviões Catalina, além de grafarem o nome como EBERIOUS ( sic) . Contudo Karl Heinz Eberius era sócio da Taba em partes idênticas com o já Tenente Torres, e ambos pilotavam, alternadamente,  cada vôo de seus aviões. Quiçá nas reportagens postadas, deram relevância ao comandante Torres, em razão de, na qualificação de filho de diplomatas brasileiros, ter nascido nos EEUU, ou por ter participado da  FAB/ FEB na Itália durante a  2ª Grande Guerra, ou ainda em virtude de haverem se agastado, ambos os sócios, durante a liquidação da empresa, e como Torres houvesse, logo após,  constituído a Brinks – Transportes de Valores, concedeu entrevistas publicitárias enaltecendo o feito como ¨pessoal  seu ¨. Deixo, também, de tecer comentário à possíveis questões de vaidade pessoal do tenente Torres. Outra omissão histórica, consoante sítios no Google,  é a de que no afundamento, em 31/7/1943,  do submarino alemão U-199 – do qual era  capitão Hans Werner Kraus – comandava  de fato o Catalina –modelo PBY-5 que, após,  recebeu a denominação de ARARÁ,  o piloto Karl Heinz Eberius, sentado no comando à esquerda quando o aspirante Alberto Martins Torres estava no co-pilotagem à direita, pois como próprio Torres afirma , foi ele incluído na função de ¨tripulante extra¨ naquela missão.Vide in Google : “O Afundamento do U-199” –cel. aviador José de Carvalho. Portanto no episódio o piloto ¨máster¨ foi  Karl Eberius e não Torres, como ele próprio Torres declarou em entrevista muitos anos após, simplesmente suprimindo do episódio a  qualificação ocasional do Barão Eberius no comando e piloto máster naquela oportunidade. Conforme afirma Gunter Deeke,  chamavam-no de ¨Barão¨ , Barão Heinz, e não imagino qual fosse o real motivo. Há uma sugestiva e curiosa menção no texto supracitado “ O afundamento do U-199”, quando refere a  escalação da tripulação daquele vôo, onde consta : "... Aí ocorreu o imprevisto. O comandante do grupo, major Kahl ao rever a escala de vôo, resolveu incluí-lo numa tripulação já completa escalada para efetuar u"a missão."
Ora, não seria o dito major KAHL  na verdade major  KARL  , ou seja  KARL Heinz Eberius ? – Evidente que sim!

No acidente ocorrido em 30 de setembro de 1949, em Iguape –SP, quem pilotava era o Comandante Eberius, que absolutamente não morreu  na  tragédia como consta em diversos sítios do Google, porém conseguindo desvencilhar-se dos cintos de segurança, conseguiu  retirar da cabine já afundada uma passageira sua cunhada  - de Florianópolis - da qual, porém faleceu-lhe a filha de dois anos de idade, afogada.
A Taba, naquela ocasião da tragédia, possuía três aviões, dois Catalina – dos quais um estava em manutenção, e um Douglas DC-3 que imediatamente após o sinistro partiu  - em socorro - do Rio de Janeiro à Iguape, todavia também sinistrou-se ao aterrissar em precário campo de pouso naquela localidade, sendo posteriormente recuperado e vendido.
O acidente em Iguape, segundo o relato do comandante piloto Karl Heinz Eberius, deu-se não por ter trombado com uma tora de madeira semi submersa, mas sim por haver amerrissado sobre águas pouco profundas que encobriam, ilusoriamente, um banco de areia, Baixios e bancos de areia, naquele foz de rio, mudavam constantemente de posição.
Enfim para complementar, esclarece Gunter Deeke, que o berço de atracação dos Catalinas da Taba, situava-se na margem esquerda do Itajai Açu, em um remanso apropriado, em local próximo de  onde, na atualidade construíram o terminal portuário PORTONAVE. Lá havia uma bóia de flutuação fixa,  firmemente ancorada, à qual  era engatado o cabo de ancoragem que do saía do  ¨focinho¨ do hidroavião. Os passageiros e carga eram tranportados de uma margem à outra, em grandes batelões de madeira  movimentados a braço. O interessante do relato de Gunter Deeke é a sua afirmação das peculiaridades no afretamento. São suas palavras : .... “ A entrada no avião era por uma porta muito grande, que levantava, tipo tampa de porta mala veicular. Primeiro entravam os passageiros, depois saiam os que aqui desciam. Um detalhe interessante. Entre a fuselagem e a asa do avião, havia um "pescoço" que unia as duas partes. O mecânico sentava ali no meio para dar partida nos motores, uma manobra inusitada”.   
Sem mais, era  o quanto supus oportuno aditar.
Niels Deeke, em Blumenau, SC
ADENDO III
Carlos Braga Mueller
Nos consulta o internauta Luciano Faustino sobre algumas particularidades do acidente do avião Catalina da TABA, ocorrido em 30 de setembro de 1949 em Iguape, SP, cidade onde ele reside.
E nos envia um link reproduzindo  página do Diário Oficial da União de 24 de fevereiro de 1950 - Seção II, que faz alusão à tragédia,
Link do Diario Oficial da União enviado por Luciano Faustino:

http://my.opera.com/perfeito/albums/showpic.dml?album=3397492&picture=84329892


conforme segue:
Reprodução:
"No lamentável acidente ocorrido em Iguape, Estado de São Paulo, no dia 30 de setembro último, em que o avião PP-BLB, comandado pelo piloto Carol Heinz Eberius*, chocou-se violentamente com uma tora de madeira submersa**, do que resultou a capotagem da aeronave, causando ferimentos graves e mortes entre passageiros e tripulantes, o Diretor de Aeronáutica Civil julgou de justiça "realçar" o corajoso procedimento da tripulação da aeronave mencionada, constituída pelo Comandante Carol Heinz Eberius, co-piloto Eduardo Augusto Drolhe da Costa, co-piloto extra Adolfo Silveira Pouman, e o rádio operador José Dias Couto, que apesar de feridos todos, portaram-se à altura da situação, socorrendo, na medida de suas forças, os passageiros". Destacou ainda o engenheiro César Grilo "a ação resoluta, destemerosa e abnegada do radiotelegrafista José Dias  Couto que, embora também seriamente ferido, conseguiu, com esforço individual, salvar muitos companheiros de viagem, alguns dos quais foram por ele libertados dos destroços do avião".
Ao louvar os tripulantes do avião PP-BLB pela coragem e perfeita noção de dever que demonstraram, especialmente o radiotelegrafista José Dias Couto, recomendou que na baixa das cartas dos mecânicos Paulo César de Niemeyer e Paulo Neusefman, que pereceram no desastre, se declare: "Vitimado no cumprimento do dever"."
Notas
*  O nome correto é Carl Heinz Eberius
** Segundo Niels Deeke, ligado por parentesco ao comandante Eberius (vide Adendo II), o avião acidentou-se porque amerrissou sobre águas pouco profundas que encobriam, ilusoriamente, um banco de areia.
Pelas informações do nosso artigo "Pousando nas Águas do Itajaí Açú", e com as complementações fornecidas por Niels Deeke no Adendo II e, agora, por Luciano Faustino, de Iguape, chega-se aos nomes da tripulação, citada no Diário Oficial, com louvor, pelo Diretor de Aeronáutica Civil, César Grilo, e constata-se que houve "mortes entre passageiros e tripulantes".
Da tripulação pereceram os mecânicos César de Niemeyer e Paulo Neusefman.
Entre os passageiros duas pessoas pereceram.
Uma adulta (não temos maiores informações), enquanto que a outra vítima foi uma criança, como conta Niels Deeke:
"No acidente ocorrido em 30 de setembro de 1949, em Iguape, quem pilotava era o Comandante Eberius, que absolutamente não morreu na tragédia, como consta em diversos sítios do Google, porém conseguindo desvencilhar-se dos cintos de segurança conseguiu retirar da cabine já afundada uma passageira sua cunhada - de Florianópolis - da qual, porém, faleceu-lhe a filha de dois anos de idade, afogada."
Muitos demonstraram bravura em socorrer as vítimas, como conta o internauta Rubens Heusi:
"Lembro-me bem do acidente, pois meu cunhado Dr. Telmo Duarte Pereira, pediatra, estava neste vôo e, mesmo ferido, atendeu a várias pessoas e posteriormente recebeu um agradecimento da TABA que, naquele dia, estava selando seu fim, o que ocorreu em seguida."

Observação de Adalberto Day
Conforme minhas pesquisas
Carl Heinz  Eberius faleceu em 1988  e não em 1949.
Para saber mais acesse: 

10 comentários:

Djalma Fontanella da Silva Filho( De Anápolis) disse...

Bom dia. Mais uma bela reportagem sobre um passado recente. Parabens ao Braga e a vc por nos brindar com esta postagem. Ja que vc esta falando de aviação, antes de existir o Aeroporto de Navegantes, ele sediava-se na cidade de Itajai. Seria possivel publicar algo a respeito? Se puder.........E a saude como esta? Abraços

Theodor disse...

Bom dia Sr. Adalberto !

Muito legal a notícia, que interessante heim ?!! Eu que gosto do setor de transportes, muito bacana !

Um grande abraço,

Theodor.

Osmar Hinkeldey disse...

Bom dia Adalberto

Que postagem fantástica do Braga.
Parabéns por resgatar esta história de idos tempos!
Se o Braga nos pudesse informar o tempo de deslocamento ao Rio de Janeiro com o hidroavião.
Abraço

Rubens Heusi disse...

Lembro-me bem do acidente pois meu cunhado Dr.Telmo Duarte Pereira,pediatra,estava neste vôo e,mesmo ferido,atendeu a varias pessoas e posteriormente recebeu um agradecimento da TABA,que,naquele dia,estava selando seu fim o que ocorreu em seguida.

Cao Zone disse...

Prezado Braga, belo texto, parabéns, uma história curiosa com o paquete Carl Hoepcke, foi quando ele precisou ser afundeado em Santos, SP, pelo motivo de um incêncio à bordo, depois reflutuado e rebocado até Florianópolis, reparado e rebatizado de Recreio, anos mais tarde esse navio naufragou, de maneira definitiva, bem próximo do local do primeiro acidente. Abraços. Cao
Sobre tragédia aérea tenho um pequeno vídeo que relata aquela em que morreu, entre outros, o único catarinense presidente do Brasil: Nereu Ramos. Em:

Rubens Heusi disse...

A historia é feita de historias.Obrigado pelo adendo,Braga

Flavio Monteiro de Mattos disse...

Prezado Adalberto e Carlos Braga,
Excelente post, resgatando a precariedade dos meios de transporte do país, naquele tempo.
A postagem me fez lembrar os relatos do meu tio, também aviador, que voava os Catalinas na região Norte, cujas dificuldades e perigos eram semelhantes.
Parabéns,
Flavio Monteiro de Mattos

L.C.Maestri disse...

Fantástico
Abraço
Maesttrinho

Valdir Salvador disse...

Oi Braga muito bem lenbrado este meio de trabsporte,da até piada a pessoa procurava a taba ia pelo rio para embarque no avião e seguir para o Rio, digo Rio de Janeiro, Prabens vamos para outra .abraços Valdir Salvador.

Airton Gonçalves Ribeiro (Airton Moritz disse...

Parabéns pela belíssima e oportuna reportagem, ao amigo Djalma Fontanella informo que acesse o facebook de Itajai de antigamente (https://www.facebook.com/update_security_info.php?wizard=1#!/groups/317816911614732/)e poderás ter conhecimento de reportagens sobre o aeroporto de Itajai e posteriormente o aeroporto de Navegantes...Abraços

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