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sexta-feira, 8 de julho de 2011

- RAPA

Hoje faço esta postagem, e  com isso muita gente certamente vai lembrar da atuação da então chamada por nós de "RAPA", lá pelos fins dos anos de 1960 e início dos anos de 1970.
Lá vem a "RAPA" era uma correria só. Claro aqueles que tinham algum problema, pois quem não deve não teme.
Rádio patrulha de Blumenau faz parte da matéria Segurança Pública, do relatório de prestação de contas do governo de Carlos Curt Zadrozny (1966-1969). Aos fundos, Grande Hotel e antigo prédio das Lojas Flamingo. (Imagem: arquivo de Arno Evandro Gielow e Adalberto Day)
 Publicado no Jornal de Santa Catarina dia 07/07/2011 | N° 12301 ALMANAQUE DO VALE | Jackson Fachini
Adendo: José Geraldo Reis Pfau/publicitário em Blumenau
Considero que a RAPA foi uma nova etapa na vida da comunidade. Se pesquisar veremos que antes disso a "polícia" se resumia a um serviço acionado apenas quando acontecia um "forte" delito. Tem que "chamar" a polícia. Acredito que antes disso só se tenha a história da polícia civil e destacava-se a figura do investigador, e  do Delegado naturalmente. Pouca ou quase nenhuma era a repressão ou a prevenção. Não precisava.
A RAPA foi criada (acredito) depois ou junto da existência de policial militar. Quem chegou antes ? Ela deve ter sido algo semelhante ao que existia no Rio e em São Paulo aonde a violência nas ruas já ocorria. Assalto praticamente não existia, apenas um ou outro "ladrão de galinhas". Vendo aqueles filmes brasileiros da época da pornochanchada você vê só policiais civis, com aquelas camionetes veraneio e não vê a presença de policiais militares. Mas voltando a nossa realidade,"o que teria acontecido para que Blumenau entrasse nesta etapa da vida com mais segurança?".Como terá sido a adaptação deste relacionamento.... lembro do "medo" da RAPA - que existia na cidade. Quando na verdade "quem não deve não teme". ____________________
Adendo 2 : Carlos Braga Mueller/Jornalista e escritor
"Blumenau, infelizmente, sempre foi preterida pelo Governo do Estado, não importa a época ou o partido no poder.
Se a Prefeitura já ajudava o policiamento militar no final dos anos 60, como destaca o relatório do então Prefeito Carlos Curt Zadrozny, com o tempo, ao invés de melhorar, as coisas foram piorando.
Embora esta responsabilidade - SEGURANÇA PÚBLICA - seja do Governo do Estado, criou-se no município de Blumenau, em 1994, um FUNDO para atender as necessidades dos Bombeiros: o FUNREBOM.
No ano seguinte, 1995, este Fundo foi ampliado, estendendo-se às necessidades da Polícia Militar. Passou a chamar-se FUNREBOMPOM.
Em 1999, nova alteração, agora visando estender os recursos para a Polícia Civil. E a sigla foi se estendendo também, passando para FUNREBOMPOMPOC (que sigla, não ?) Sucessivamente foram sendo criadas, também, novas taxas:exames de projetos, vistorias, manutenção, credenciamento, segurança ostensiva contra delitos, segurança preventiva.
Quem paga ?
bancos, indústria, comércio, prestadores de serviços, diversões públicas e esportivas, joalherias, guarda de valores e casas de crédito.
O recolhimento é feito quando a Prefeitura cobra, uma vez por ano, o alvará de funcionamento, sendo cobradas também taxas quando há pedidos de vistoria, etc.  
_________
Adendo 3 : Paulo R. Bornhofen
2.7 Decreto PM nº 1.981, de 18 de setembro de 1962 que aprova o Regulamento do Corpo de Rádio Patrulha da Polícia Militar.
O Serviço de Rádio Patrulha é o policiamento motorizado de objetivo preventivo com possibilidade repressiva, desempenhada por elementos fardados auto transportados em carro com comunicação, com o fim de policiar as diversas zonas da cidade, atendendo as ocorrências policiais em geral.
O presente Decreto cita em seus artigos algumas peculiaridades, que passaremos a citar:
“Art. 2º - O Corpo de Rádio Patrulha da Polícia Militar, unidade especializada de policiamento ostensivo, com raio de ação na Capital do Estado, tem a seu encargo o pronto atendimento de todas as ocorrências de caráter policial.
Art. 4º - O Corpo de Rádio Patrulha será comandando por um oficial combatente de livre escolha do Comando da Corporação, o qual ficará disciplinarmente subordinado à Chefia do Estado-Maior.
Art. 5º - A ação da Rádio Patrulha tem sempre início nos locais das ocorrências e termina com a entrega à autoridade policial mais próxima, de todos os elementos indispensáveis a fim de que esta proceda como de direito.
Art. 7º - Disporá o Corpo de Rádio Patrulha de viaturas (camionetas) devidamente equipadas com aparelhos de rádio comunicação, pronto socorro, extintores de incêndio, camisa de força, tacógrafo e algemas.
Art. 8º - As viaturas serão em números suficiente de modo que cada setor com seu posto disponha de uma, independente das de reserva, destinadas a substituir qualquer das viaturas em serviço por motivo de pane ou revisão.
Art. 9º - O Comando de Rádio Patrulha disporá de uma viatura devidamente equipada, com o letreiro “Rádio Patrulha-Comando” que será destinada a fiscalização rigorosa dos carros em serviços e ao atendimento das necessidades internas do Corpo de Rádio Patrulha.
Art. 13 – Quando em serviço, as viaturas permanecerão estacionadas em seus postos, sempre em permanente escuta com a Central, somente deles se afastarem, para atender a qualquer ocorrência após sua autorização.
Art. 14 – Cada viatura terá uma guarnição composta de quatro homens, assim discriminados:
1 Cabo Comandante.
1 Soldado Motorista.
2 Soldados Patrulheiros.

Art. 19 – Não é permitido o transporte de pessoas portadoras de doenças infecto contagiosa, certificadas ou presumidas ou com sintomas de fraturas graves.
Art. 20 – O uso da sirene deverá ser o mais restrito possível e somente quando a viatura se deslocar para atender a ocorrência extremamente urgentes.
Art. 22 – Nos casos de crimes e contravenções, uma vez efetuada prisões ou detenções serão apresentados à autoridade policial mais próxima, a qual serão entregues, além destes, todo o material ou objetos apreendidos, bem como encaminhados as eventuais testemunhas.
Art. 25 – É proibido utilizar as viaturas Rádio Patrulha para diligências policiais.
Art. 27 - Normalmente, as viaturas de Rádio Patrulha não poderão ultrapassar a velocidade máxima de 40 Km por hora, salvo quando atender ocorrência urgente com autorização da Central.

Art. 28 – Ao Oficial Comandante do Corpo de Rádio Patrulha compete:
1 – Dirigir e fiscalizar o emprego de todas as viaturas da Rádio Patrulha;
2- Ministrar juntamente com os oficiais subalternos de que disponha a instrução diária aos elementos de serviço, que poderá ser feita através do próprio aparelhamento de rádio comunicação das viaturas, com a distribuição prévia de uma ficha sobre o assunto.
3 – Elaborar os planos de policiamento normais e extraordinários que tenham que ser feitos pela

Rádio Patrulha.
Art. 29 – Da Seção de Controle da Central: Será operada por sargentos, dois por turno de 24:00 horas, os quais terão as seguintes atribuições:

1 – Receber e anotar devidamente todas as solicitações para atendimento das ocorrências policiais, determinando o imediato atendimento, através da viatura correspondente à zona respectiva.
2 – Usar da máxima discrição, não divulgando por si ou por seu subordinado ordens relativas ao serviço, nem comentar publicamente pormenores sobre quaisquer ocorrências atendidas.
3 - Não utilizar nem permitir a utilização do aparelhamento de rádio comunicação das viaturas para fins estranhos ao serviço e sempre fazer uso nas comunicações com as viaturas, de linguagem educada, enérgica e incisiva.
Art. 30 – Do Comandante de Guarnição: Como comandante da guarnição, é o cabo o responsável pela disciplina, ação, apresentação de tudo o que de anormal houver com seus elementos durante seu quarto de serviço, competindo-lhe:
1 – Tomar suas decisões sempre apoiados em prescrições legais e de acordo com as determinações emanadas do controle central.
2 - Jamais demonstrar familiaridade com quer que seja quando em serviço e nem alimentar discursão em público, não permitindo que seus comandados o façam.
3 – Nunca deixar de entregar ao Sargento Controlador todo o material inclusive documentos relacionados com o seu serviço nem deixar de relatar, verbalmente ou por escrito o seu desempenho.

Art. 31 – Do Motorista: É dever do motorista:

1 – Ao entrar de serviço, examinar atentamente a viatura, comunicando imediatamente toda e qualquer anormalidade que constatar, sob pena de ser responsabilizado disciplinar e pecuniariamente pela irregularidade havidas e não tenha constatado.
2 – Não abandonar a viatura em hipótese alguma, nem mesmo para socorrer colega, devendo nesse caso chamar imediatamente a Central e pedir socorro com urgência, agindo se necessário, de dentro do próprio veículo, lançando mão de armas para intimidar os turbulentos.
3 – Comunicar com presteza, qualquer irregularidades verificadas no funcionamento ou no equipamento das viaturas e obedecer prontamente as ordens de seu comandante de guarnição.

Art. 32 – Dos Soldados Patrulheiros: É dever de todos os soldados patrulheiros observar a maisrigorosa obediência ao seu comandante de guarnição dele dependendo todas as suas ações no decorrer de todos os serviços, cabendo-lhes ainda:
1 – Ter sempre em vista que agir com calma, prudência e energia é dever do policial.
2 – Apresentar-se para o serviço em perfeito estado de higiene pessoal e asseio de seus uniformes.
3 – Auxiliar com solicitude seus companheiros de guarnição, observando as escalas de serviço.”.
(Decreto nº 1.981).

HISTÓRICO DO 10º BPM - BLUMENAU
Desde o período colonial, a Polícia Militar já se fazia presente em Blumenau-SC, inicialmente em 1848 com 8 (oito) Soldados da Cia de Pedestres instalados em Belchior (hoje pertencente ao Município de Gaspar), que defendiam os colonos dos ataques dos bugres.
Em 1863 foi instalado um grupo de Pedestres na colônia de Dr. Blumenau, também para a defesa dos colonos contra o ataque de bugres.
1871 - Após a visita do Governador, e atendendo às autoridades, foram enviados 3 soldados.
1873 - Foi organizada pelos colonos a Guarda de Batedores de Mato, para a abertura de picadas e defesa contra índios.
1875 - Com o crescimento da população e a infiltração de maus elementos, foi designado o primeiro Delegado, Tenente PM Pedro Félix Gomes, que com mais 10 soldados da Força Pública faziam a segurança de toda a região do Vale do Itajaí.
1968 - Foi instalado o Serviço de rádio Patrulha na cidade de Blumenau, e o destacamento foi transformado em Pelotão subordinado a 4ª Cia do 1º Batalhão na cidade de Itajaí.
1979 - Marca a criação em Blumenau da 1ª Cia do 1º BPM – Itajaí, que foi instalada em 1981 e após vários endereços, veio a se fixar definitivamente no ano de 1982, em prédio próprio na Rua Almirante Tamandaré nº. 1501, atual endereço do Batalhão.
1987 - Foi criado no dia 06 de Março o 10º BPM, ocupando o mesmo espaço físico da então 1ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar, e tendo como área de atuação 12 municípios.
1989 - Houve a incorporação ao 10º BPM da Companhia de Rio do Sul, passando a denominar-se 4ª Cia do 10º BPM, com área de atuação em 27 municípios do Alto Vale do Itajaí, ficando o 10º BPM com 39 municípios.
1994 - é criado o 6º Pelotão de Polícia Militar Feminina.
1995 - Em 05 de maio é implantado o Grupo de Polícia de Proteção Ambiental, ativado em 02 de junho. Também em maio de 1995, foi criado o Grupo de Ações Táticas, com ações direcionadas para o atendimento das ocorrências de maior gravidade.
1996 – Foi instalada a primeira Base Operacional em Blumenau, situada no Bairro Itoupava Central, tendo por intuito a descentralização e facilitação do serviço de policiamento nos bairros. Em 1999, foram entregues mais duas bases, uma no Bairro da Velha e outra no Bairro do Garcia.
1999 – Foi implantado o PROERD (Programa Educacional de Resistências às Drogas e à Violência) que atua nos 14 municípios da área do 10º BPM; o programa consiste em levar às escolas instrutores, que através de aulas preventivas ensinam como as Drogas tornam as pessoas violentas e infelizes, ajudando-as a resistirem às pressões que poderão lhes influenciar a experimentar cigarro, maconha, álcool ou inalantes entre outras drogas. Hoje, na área do 10º BPM, o PROERD já vacinou 26415 (Vinte e seis mil e quatrocentos e quinze) crianças contra as drogas e a violência.. E desde o primeiro semestre deste ano vem desenvolvendo o programa também com adolescentes da 6º serie, tendo sua primeira turma formada com 146 alunos em agosto deste do corrente.
2005 - Conforme decreto nº 3.549 de 03 de outubro de 2005, transforma a 1ª Cia do 10º BPM em Guarnição Especial de Polícia Militar de Brusque a qual deixou de pertencer ao 10º BPM, juntamente com os municípios de Botuverá, Gaspar e Guabiruba.
2006 - Conforme decreto nº 3.979 de 31 de janeiro de 2006 o pelotão da cidade de Gaspar retorna a fazer parte da área do 10º BPM.
Atualmente, o 10º Batalhão de Polícia Militar, com efetivo de 553 policiais militares é comandado pelo Tenente Coronel César Luiz Dalri, atende 11 municípios: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Doutor Pedrinho, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.
ATIVIDADES DESEMPENHADAS PELO 10º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR
POLICIAMENTO OSTENSIVO A PÉ;
POLICIAMENTO OSTENSIVO MOTORIZADO;
POLICIAMENTO DE TRÂNSITO;
POLICIAMENTO ESCOLAR;
PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência);
POLICIAMENTO EM EVENTOS ESPORTIVOS;
POLICIAMENTO VELADO;
POLICIAMENTOS ESPECIAIS (realizado pelo GRUPO DE RESPOSTA TÁTICAS – GRT).
OKTOBERFESTO 10º Batalhão de Polícia Militar também é o responsável pela segurança externa da 2ª maior festa do país, a Oktoberfest. Uma grande festa realizada nesta cidade todos os anos, com duração de 17 dias, onde reúne milhares de turistas, das mais diversas regiões. Nela são empregados aproximadamente 300 policiais militares, responsáveis pela segurança de em média um milhão de pessoas, freqüentadoras da festa. Efetivo este, recebido como reforço das mais diversas unidades da Polícia Militar do Estado.
MARATONA INTERNACIONAL DE BLUMENAU - Dentre os vários eventos que a Polícia Militar atende em Blumenau, destacamos a Maratona Internacional de BLUMENAU , onde todo o efetivo da sede e o reforço de outros municípios da área atuam para garantir a segurança dos participantes da prova e membros da comunidade local.
Polícia Militar de Santa Catarina
- 10º BPM - Rua Almirante Tamandaré, 1501 - Vila Nova - Blumenau
Santa Catarina - CEP 89035-000 - Fone (47) 3221-7300
Desenvolvimento: Sd Valesca e Sd Bruno
Arquivo de Arno Evandro Gielow e Adalberto Day) Colaboração José Geraldo Reis Pfau/Carlos Braga Mueller

8 comentários:

Shirló disse...

Primo...
Eu lembro da Rafa... ich... tô "veinha" hihihihihihihihihi
Será que a velocidade passava de 60km/h???? hihihihihihihihi
Só pegava ladrão de bicicleta, né!!!
Bjokas

Eurides Antunes Severo disse...

Boas lembranças caro Adalberto.
bom fim de semana.
Antunes Severo

Paulo Roberto Bornhofen disse...

Adalberto,

Parabéns por mais esta bela contribuição. O serviço da "RAPA" era um serviço da Polícia Militar, hoje conhecido como policiamento motorizado. Foi um serviço que uniu três tecnologias inovadoras, para a época: automóvel, telefone e radiocomunicação. O que foi inovação, mostrou-se uma grande armadilha, pois afastou a polícia da comunidade. Agora, os programas de policiamento comunitário pretendem retomar este contato.

Abraços,

Paulo R. Bornhofen

Adrian Marchi disse...

Adalberto,

Parabéns pelo relato e por demonstrar que, para andar da carruagem, já deveríamos contar com um sistema de segurança pública muito melhor do que, infelizmente, temos no momento.

Teus relatos expõem o abandono que encontra-se este país, em todas as suas esferas.

O povo, omisso e iludido, é quem paga; com o próprio sangue.

Lamentavel.

Abraços

Fábio disse...

FabioJDavidFabio José David@
@adalbertoday Ótima lembrança, meu avô fez parte da Rádio Patrulha de Blumenau, um dos primeiros comandantes o Sgt. Astor David. emocionado.

Osni Melin disse...

Ola Adalberto ,eu me lembro bem do Rapa,como era chamado,mas também chamávamos de radio patrulha,que na época era um fusca.Com o Tangará tenho uma vaga lembrança,mas o Cassiano me lembro bem,ele morava perto ou do lado da casa do Sr. Felski e tinha ali uma quitandinha,conhecida como quitandinha da Maria mamicuda, era uma senhora que usava muita jóias muita maquiagem,pela época,não sei se era irmã dele ou mãe.Vc sabe alguma coisa sobre isso.Pois o Zone Cassiano me lembro bem,ele era gordo tinha bigode e era uma pessoa muito alegre.só não me lembro qual o carro que ele colocava o alto-falante daqueles antigos tipo cone vc sabe qual é. Eg ostaria de saber se o Alvinho que foi visitar vc é o Alvinho irmão do Paulo Afonso, eles moravam logo na entrada da rua do sumpa, como nós chamávamos,morava lá também o Fubá que hoje mora em Brusque.

Boa Noite
Bom final de semana para vc.

Airton Gonçalves Ribeiro (Airton Moritz) disse...

Nossa!Quando iniciou as atividades a "RAPA" apavorou geral, mas aos poucos fomos nos acostumando, afinal, Blumenau dos anos 60 era muito pacata, mas, quando a euforia ultrapassava os limites, lá estavam "ELES" para apaziguar os ânimos ou levar para um passeio, digamos constrangedor para a época. Quanto as bicicletas recolhiam também, lembro-em de uma oportunidade em que recolheram 15 (quinze) bicicletas nas imediações da praça entre a Artex e Empresa Garcia de um grupo de jovens que resolveram realizar um passeio ciclistico, altas horas da noite, perturbando o sossego dos moradores, que em sua maioria iniciavam o traballho às 5 (cinco) horas da manhã. Sabe Day, o Dedinho conhece bem esta história....sentiu na pele o rigor da "RAPA"...sorte dele que foi somente um susto.....

Prof. Wieland Lickfeld disse...

Caro Adalberto, a RAPA é um destes termos que fizeram parte de nosso cotidiano no passado e que acabaram sendo esquecidos...até agora, é claro! É muito bom lembrar da famosa Rádio Patrulha. Grande abraço!

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