"A Educação é a base de tudo, e a Cultura é a base da Educação"

Seja Bem-Vindo e faça uma boa pesquisa!

domingo, 31 de outubro de 2010

- O Trovador e o Banhista

Apresentamos uma pequena homenagem ao Grande Trovador do Garcia Silvio Godri. Conhecido em toda região, Godri com seu acordeón fazia a alegria de muita gente durante as décadas 50/70 do século passado.
Também mostramos a alegria da garotada ao banhar-se no então Ribeirão Garcia, representado na figura de nosso amigo Osni Wilson Melin. Na época além águas límpidas e caudalosas, com boa profundidade e excelentes locais para a pesca.
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O Trovador
Imagem de 1962 mostra o grande trovador Silvio Godri (de acordeón), acompanhado de Mário Melin (direita) e Cristovão Rachbert Rosembock, que seguram um cartaz com os dizeres “3ª Turma - Coruja - Pinga com limão”. A foto foi tirada no pasto do Sr. Bernardo, hoje pertencente à Associação Artex. (Imagem: arquivo pessoal de Osni Wilson Melin e Adalberto Day)
Publicado no Jornal de Santa Catarina
30/09/2010 -  ALMANAQUE DO VALE
Da editoria de Geral

Hoje neste local localiza-se a Associação Artex
A Associação Artex foi fundada em 20 de Junho de 1971.
Os dirigentes da Artex acabaram com o clube Amazonas. Aterraram impiedosamente uma das mais belas praças esportivas de Santa Catarina da época, mas ergueram um novo e moderno estádio, no antigo campo do Niteroi (time que pertencia aos moradores da Rua Emilio Tallmann), posteriormente passou ser do América (funcionários da Artex), que anteriormente era conhecido como pasto do Sr. Bernardo Rulenski, seu antigo proprietário.
Por volta de 1970, a Artex comprou este local e fundou em 1971 a Associação Artex.
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Mergulho no Ribeirão Garcia
Imagem de 1966 mostra um jovem desconhecido banhando-se no Ribeirão Garcia. Na época, era comum as pessoas mergulharem no ribeirão, que, com águas límpidas e caudalosas, proporcionava um belo lazer. O local da foto é próximo à ponte da Rua Catarina Abreu Coelho, no Bairro Progresso. (Imagem: arquivo pessoal de Osni Wilson Melin e Adalberto Day)
Publicado no Jornal de Santa Catarina
27/10/2010 - ALMANAQUE DO VALE
Da editoria de Geral
O local mostrado na imagem acima, localiza-se na Rua Catarina Abreu Coelho com acesso à Rua Júlio Heiden.
Por muitas vezes a passarela foi destruída pelas enxurradas, como em 17/dezembro de 1983 e 23/novembro de 2008. Prometida pelo atual prefeito João Paulo Kleinubing desde 2005, ser refeita de concreto, mas nunca foi "concretizada" sua promessa junto aos moradores, por diversas vezes.
Arquivo de Adalberto Day e Giovani Luebke

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

- No tempo da ditadura

A escritora e Colunista Urda Alice Klueger, nos apresenta uma crônica sobre a tal época da ditadura, o golpe de 1964, em que seu amigo Ivo Hadlich e tantos outros foram para a segunda opção de partido que era o MDB, sem saber na verdade o que significava. O governo que inicialmente teve a frente o General Humberto de Alencar Castelo Branco (que visitou Blumenau e Artex em 1965), instituiu dois partidos, ARENA x MDB. A maioria absoluta foi para o lado da ARENA, e praticamente não houve oposição. E sem oposição não dava, e nunca dará certo. Até instituições religiosas apoiavam o regime implantado pelos militares (sei disso pois acompanhei de perto mesmo sendo criança). Ulysses Guimarães liderou o MDB nacional e foi a cata de adeptos.
Aqui em Blumenau, lembro de algumas pessoas que foram presas, na Rua Amazonas e Glória. Eu conheci alguns, mas confesso que até hoje não sei direito porque foram presos. Nas empresas principais de nossa cidade, se falasse de MDB eram repreendidos, agora se votassem para o partido eram demitidos. Havia uma caça a essas pessoas, e por isso aos poucos o partido dominou e reinou em Blumenau por alguns anos. Já com 15 anos, fui trabalhar na Empresa Garcia, Artex e pude presenciar esses momentos infelizes. Mal sabiam os patrões que dessa forma, trabalhavam contra si próprio, o efeito era contrário. Até perceber que não deveriam interferir, já era tarde demais. Isso ocorreu de 1964 até o final dos anos 80, sei disso pois trabalhava em Recursos Humanos da Garcia e Artex.
Adalberto Day cientista social e pesquisador da História.
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Por Urda Alice Klueger
Um amigo, faz uns tempos, emprestou-me um livro onde um jornalista entrevistava oficiais do exército brasileiro que deram “sustança” ao golpe de 1964, que apoiaram os generais para que tudo desse certo. Eu fiquei boba quando li aquilo: os caras não tinham o mínimo preparo para o que estavam fazendo, foram, mesmo, “na onda”, acreditaram em tudo o que lhe disseram e se deixaram guiar direitinho por um tal de Estados Unidos, que naquele momento desejava governos militares para o resto do continente americano. Na ocasião, fiquei de queixo caído, mas mais de queixo caído fiquei, mesmo, foi na semana passada, quando, conversando com meu amigo Ivo Hadlich, muitas vezes vereador em Blumenau pelo PMDB, soube de umas coisinhas mais.
Na foto : Presidente Castelo Branco, Ingo Hering (Hering) Jorge Buechler (Garcia) , Carlos Curt Zadrozny (Artex)
Presidente da República - Humberto de Alencar Castelo Branco em visita a  empresa Artex S/A em maio 1965 - atrás a (E) Carlos Curt Zadrozny (D) Governador Celso Ramos
No final da conversa eu perguntei ao Ivo: “Vem cá, tu tinhas alguma formação política? Tu eras marxista, ou alguma coisa assim, por exemplo? O que te levou a querer participar de um MDB que estava nascendo?” (Para os mais jovens: MDB foi o antepassado do PMDB, a única opção que havia para os corajosos serem contra o governo da Ditadura.).
O Ivo me disse que não. Contou-me que era extremamente jovem, então, e que, como tal, gostava de rebelar-se contra o estabelecido. Foi isto que o levou ao MDB, sem a menor formação política, e contra a vontade da família. É muito engraçado o jeito como ele conta que sua mãe tinha tanto medo de vê-lo na oposição, que pedia para que ele se escondesse no mato.
Assim, tínhamos um jovem politicamente despreparado para lutar contra a Ditadura, e num instante ele foi preso, levado para o Quartel do Exército, onde amargou horas e horas esperando para saber o que iria acontecer. Finalmente, falaram com ele, e ele foi acusado de ser comunista. COMUNISTA? O que era aquilo? Gente, ele me garantiu que não sabia – foi depois daquela prisão que ele acabou indo se informar, entender o que era aquela palavra.
Bem, mesmo não sabendo o que era, o Ivo Hadlich, devidamente taxado de comunista, fazia seu papel no MDB. E como haveria eleições municipais, ele e um amigo saíram a ajudar o partido. O que levavam? Cartazes para colar nos postes, um balde de cola de trigo, e uma escada de carpinteiro. Onde é que carregavam tudo isso? Sobre uma minúscula lambreta, com suas rodinhas de nada – um dirigia e o outro ia no banco de trás, e os dois se equilibravam, principalmente na coisa de carregar uma comprida escada. Fica implícito que paravam a cada poste, encostavam a escada, subiam, e colavam lá em cima o retrato do seu candidato.

Daí, chegaram a uma região de Blumenau chamada Itoupava Central, onde funcionava a falecida Cia. Jensen, que muita manteiga e muita lingüiça produziu para todo o Brasil, no passado. Os nossos perigosos “ comunistas” também deram sua paradinha lá, para colar cartazes nos postes. E o que aconteceu? O guarda da Cia. Jensen, sem a menor cerimônia, foi lá e prendeu tudo: a lambreta, a escada, o balde de cola, os cartazes, mesmo estando eles em via pública e o guarda ser segurança de uma empresa particular.
E então, e então, o que aconteceu? Claro que o Ivo Hadlich e seu companheiro, jovens como eram, espernearam e reclamaram, até que o dono da empresa (o mesmo que mandara prender as coisas), acabou liberando tudo de novo. Já era noite, no entanto, e os nossos heróis receberam sua lambreta ... com o tanque cheio de areia! Que lhes restava fazer naqueles tempos difíceis, onde quase não havia condução? Um deles empurrou a lambreta, enquanto o outro carregava a escada e o balde, e pela rua escura e sem calçamento, andaram os doze quilômetros que faltavam para chegarem em casa. Ainda bem que eram jovens!
Pois é, este tipo de coisa era comum na Ditadura. Arbitrariedades aconteciam a toda hora. Quem não viveu aquele tempo, nem faz idéia. É por isso que gosto de contar um pouquinho, de vez em quando.
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Blumenau, 11 de Abril de 2003.

Urda Alice Klueger escritora
Arquivo de Adalberto Day

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

- Sociedade Concórdia

CLUBE RECREATIVO, ESPORTIVO E CULTURAL CONCÓRDIA – ITOUPAVA CENTRAL
Os Schützenvereine, como eram chamados em língua alemã os clubes de caça e tiro em Blumenau, e em outras regiões do sul do país, são instituições germânicas muito antigas que remontam à idade média. Trazidos para o Vale do Itajaí com a imigração, tiveram relevante papel na vida social, cultural e recreativa dos imigrantes. Este tipo de sociedade veio representar com a família e a igreja a terceira célula da vida dos colonos teuto-brasileiros, servindo de base para a formação da vida social da colônia Blumenau. Texto: Suely Petry
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Schützenberein Eintracht
Fundado em 29 de abril de 1899, o “Schützenberein Eintracht” testemunhou a própria evolução do bairro Itoupava Central, região que compreendeu um dos vértices de expansão da colonização em Blumenau, logo após sua fundação pelo Dr. Hermann Blumenau, em 1850.
Situado junto á Rua Dr. Pedro Zimmermann, outrora a estrada principal que ligava a cidade de Blumenau às colônias de Pomerode e Jaraguá do Sul, no século XIX, o Clube concentrava os eventos sociais, esportivos, culturais, educacionais, religiosos e políticos da comunidade.
Em 1918, as atividades destas sociedades foram fechadas por ordem do Governo Federal em conseqüência da 1ª Guerra mundial, voltando as suas atividades normais no ano de 1919. Em 1938, o “Schützenberein Eintracht” mudou seu nome para “Sociedade de atiradores Concórdia” obedecendo às leis da Campanha de Nacionalização.
Atualmente com o nome de clube Recreativo, Esportivo e Cultural Concórdia, conta com aproximadamente duzentos sócios,muitos deles têm laços de parentesco com os fundadores. São os filhos, netos e bisnetos dando continuidade à tradição legada por seus antepassados de origem germânica. Texto Clube Concórdia

ARQUITETURA
A antiga sede do Clube Recreativo Concórdia possui excepcionalmente valor histórico e arquitetônico, sendo uma das construções em enxaimel das mais expressivas ainda encontradas no município de Blumenau.
O conjunto é composto por dois edifícios contíguos em enxaimel, com telhados de duas águas, sendo que o menor abrigava a residência do ecônomo e o outro, mais extenso, destinava-se á administração e bar. Um terceiro volume, disposto perpendicularmente ao bar e construído em alvenaria autoportante de tijolos, também coberto por telhado de duas águas, abrigava o refeitório, cozinha e demais dependências de serviço. Merecem destaque a precisão e riqueza dos encaixes das peças estruturais em madeira e a delicadeza dos acabamentos em tijolos, tanto nas paredes de vedação das partes em enxaimel como nas paredes de alvenaria autoportante da cozinha.
Texto Fabiano Teixeira e Omato Arquitetura
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PROJETO DE RESTAURO
Com a transferência das atividades do Clube para uma nova sede em 1997, as edificações centenárias ficaram sem uso e encontravam-se em avançado estado de deterioração.
Considerando a importância histórico-arquitetônica da antiga sede do Clube Recreativo Concórdia e a preocupante situação em que se encontrava, colocando em risco sua própria existência, os sócios e a comunidade blumenauense decidiram recuperar e valorizar o conjunto arquitetônico,transformando-o em um espaço cultural através de um projeto global de restauro e adequação de uso.
Para tanto buscou-se, no ano de 2007, o apoio do Estado através do SEITEC – Sistema Estadual de Incentivo ao Turismo Esporte e Cultura, o qual aprovou o projeto possibilitando o aporte de recursos para realização da obra. Buscou-se também o apoio da Prefeitura Municipal de Blumenau que investiu na contrapartida .

USO DO ESPAÇO
Paralelamente ao desenvolvimento do projeto de restauro, concebeu-se uma proposta de utilização dos espaços.
A parte frontal do imóvel, que abrigava as acomodações do ecônomo, receberá o Museu dos Clubes de Caça e Tiro da Região de Blumenau.
A área perpendicular ao museu receberá um espaço de gastronomia típica.

MUSEU
Além da restauração do imóvel, o projeto prevê o uso do espaço para abrigar o Museu dos Clubes de Caça e tiro da Região de Blumenau. Serão criadas condições para o gerenciamento ambiental, reserva técnica para guarda e preservação do acervo, projeto luminotécnico, mobiliário de exposição, administrativo e de pesquisa, segurança contra sinistros, e conservação. Do ponto de vista institucional, as ações de levantamento, identificação, seleção, tratamento técnico, guarda, definição dos eixos temáticos e difusão dos acervos das sociedades e clubes de atiradores serão desenvolvidas pela Fundação Cultural de Blumenau. Arquivo Histórico José Ferreira da Silva e a Associação dos Clubes de caça e Tiro da região de Blumenau. Estas entidades irão gerir o espaço, garantindo a dinâmica requerida para que possa cumprir seus objetivos de proteção, fomento e difusão do patrimônio cultural destas sociedades.

ESPAÇO DE GASTRONOMIA
Outra proposta do projeto é o espaço de gastronomia, que além de manter e valorizar a tradição culinária trazida pelos imigrantes se tornará fonte de renda para o clube.
No espaço disposto perpendicularmente ao museu, que originalmente abrigava a sala de jantar, cozinha e demais dependências de serviço do Clube, funcionará um restaurante que servirá pratos da cozinha típica alemã e da internacional. O mesmo será administrado pelo Clube Recreativo, esportivo e Cultural Concórdia
Arquivo: Clube Recreativo, esportivo e Cultural Concórdia

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

- Pelé, o livro!

- Rádio Blumenau "Arca da Aliança"
No dia 21 de outubro/2010, fizemos uma visita surpresa ao Programa Show de Bola dos amigos Amauri Pereira e Marciano Régis. O programa é realizado pela dupla dinâmica do Rádio futebolístico blumenauense de segunda/sexta na Rádio Blumenau - Arca da Aliança AM 1260 , sito à Rua Dr. Amadeu da Luz,31 Sala 3, - Centro - Blumenau, SC - das 17:00 as 19:00 horas.
Obs:. lamentavelmente demitidos assim como todos da equipe a partir do dia 23 de janeiro 2015;  Uma grande perda de audiência para emissora e para a comunidade de Blumenau.
Amauri - Adalberto - Marciano
Na oportunidade, entregamos um livro da autobiografia do Rei Pelé.
Amauri Pereira nos presenteou com um livro 50 anos JASC - Arthur Schlosser e a criação dos  JASC - jogos abertos de Santa Catarina.
Marciano Régis nos entregou um belo distintivo do XV Indaial - antigo XV de Outubro da cidade de Indaial.
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Durante 1 hora podemos discorrer sobre esportes em geral de nossa cidade.
Comentamos sobre a vinda de Pelé que jogou em Blumenau em 30 de agosto de 1961, e na oportunidade o Santos derrotou o Olímpico por oito a zero, com 5 gols de Pelé e 3 de Cabralzinho. Segundo muitos que assistiram o jogo, na realidade 1 dos gols atribuído a Pelé, foi de Formiga .
Porém na revista Placar consta 5 gols de Pelé conforme imagem a esquerda.
Destacamos grandes craques do passado, e estádio do Amazonas. Relembramos que após o jogo contra o Santos, no dia 1º de setembro de 1961, o Olímpico é campeão da cidade na prorrogação vencendo o Amazonas por 1x0, gol de Orio. No tempo regulamentar o placar foi dois a dois. Nos dois jogos anteriores o Olímpico venceu o primeiro jogo por 2x0, no segundo jogo o Amazonas deu o troco no estádio da Empresa Industrial Garcia vencendo ao time Grená pelo placar de 3x1.
Destaque negativo do jogo derradeiro onde o Olímpico se tornaria campeão da cidade, foi que após o gol de Orio na prorrogação, um torcedor do Olímpico morre de um ataque fulminante do coração. A arquibancada e todo estádio estavam lotados neste dia.
Falamos sobre o BEC - Palmeiras, Metropolitano, Olímpico principalmente do ano de 1964, quando o clube grená da baixada derrotou o Internacional da cidade de Lages pelo placar de três tentos a um - gols de Rodrigues, sagrando-se pela segunda vez campeão estadual. O jogo foi realizado no dia 25 de abril de 1965.
Também fizemos um relato da passagem dos 90 anos de história do Clube Náutico América, completados dia 20/outubro. Uma história que se mistura a cultura e tradição de nossa gente.
Durante a entrevista/visita, nosso amigo Vascaíno Valmir "Verde que te quero Verde" ligou, como também o Sérgio de Oliveira, que fez um breve comentário elogiando nosso trabalho perante a cultura de nossa cidade.
Agradecemos a acolhida da diretoria e funcionários da Rádio Blumenau - Arca da Aliança e em especial ao Amauri Pereira e Marciano Régis que nos ofertaram um delicioso café no intervalo, para a Oração da Ave Maria do nosso querido Padre João Bachamnn.
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Acesse :

Pelé, simplesmente ele!
PARTICIPE dessa lembrança sobre a vinda de Pelé em Blumenau. Faça seus comentários no BLOG e inclua suas informações que serão importantes para nossa história.
Curiosidades: Pelé recebeu este nome em homenagem a Thomas Edison, o inventor da lâmpada.  Seu Dondinho pai de Pelé, colocou o nome de Edison pois a energia elétrica estava chegando a região. Sim na certidão original de Pelé está o nome de Edison, e não Edson, como também por erro a data de nascimento que aparece na certidão é o dia 21/outubro/1940
No carinho da família, Pelé era simplesmente o "DICO".
Cinco Sim
O pesquisador Adalberto Day, que tem vasto material sobre a passagem de Pelé pela cidade, afirma não haver dúvidas sobre os cinco gols do Rei naquele jogo. Mais tarde, garante, surgiu a história de que um gol marcado por Formiga teria sido dado a Pelé. - Mas valem os registros. Na súmula do jogo e na contagem dos 1.000 gols de Pelé, constam cinco gols marcados por ele neste jogo - destacou.
Garoto propaganda
Adalberto Day lembra também que, após a partida, Pelé esteve na Artex (atual Coteminas), fazendo fotos para uma ação publicitária das toalhas da empresa.
Publicado no Jornal de Santa Catarina páginas 28,29 Esportes, sábado e domingo 23/24/10/2010. Jornalista Everton Siemann.
Observação : Comentei ao jornalista que Pelé esteve na Artex, mas foi antes do jogo. Quanto a ele Pelé ter feito cinco gols, não afirmei, apenas disse que assim me foi relatado e que na revista placar e na contagem dos 1.000 gols de Pelé, constam 5 gols do Rei neste jogo.
Arquivo de Dalva e Adalberto Day

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

- Clube Náutico América

Nosso Remo  forte antes e agora
- 90 Anos de História -
História:
Nosso querido e tradicional C.N. América foi fundado em 20 de outubro de 1920 e desde então acumula grande números de títulos, na atividade do REMO, como o de campeão sul americano, campeão brasileiro, estadual e até títulos internacionais.
A iniciativa de fundação deste tradicional clube, partiu do Juiz de Direito Amadeu da Luz a partir de 28 de março de 1920.
O Clube tradicional de Blumenau está em uma luta incansável para resgatar sua história brilhante e retomar com tudo no Remo esportivo não só de Santa Catarina, mas de Brasil.
Nacionalmente foi incansável adversário de famosos como os Clubes de Regatas do Rio; Flamengo, Botafogo Vasco da Gama, São Cristovão e (outros de outros estados) e em Santa Catarina dos ( Clube de Regatas Aldo Luz (1918) e Clube de Regatas Francisco Martinelli - (1915) Clube Náutico Riachuelo - (1915)) de Florianópolis. As atividades esportivas no Rio Itajaí Açu sempre foi um programa de final de semana dos blumenauenses. A presença de remadores na raia do Rio quase todos os dias acontece até hoje.(graças a incansável capacidade de seus dirigentes na manutenção desta atividade)
Fundos da Sede do Clube Náutico América, onde hoje ergue-se o esqueleto de concreto do prédio inacabado. As janelas abertas davam para o Rio Itajaí Açu 1951.
Imagem por volta de 1930 Mulheres com a Bandeira Brasileira a (E) e
bandeira suástica a (D) Foto: Sérgio da Silva
Além das atividades esportivas, o Clube Nautico América, em boa memória, foi uma das nossas importantes sociedades na metade do século 20, que proporcionou grandes bailes e alegres e movimentados eventos (foto do Carnaval de 1935). A Sociedade blumenauense frequentou alegres tardes e noitadas com as atividades no clube cuja privilegiada localização lhe proporciona a proximidade ao porto, praça Hercílio Luz (hoje Biergarten) e frente a majestosa vista para a Rua das Palmeiras, uma das espetaculares e tradicionais atrações da cidade.
Regata em 1927 - Imagem Sérgio da Silva
Da (E) para (D) Não identificado, Nilton Russi , Rumbeira da Orquestra de Ruy Rey, Ruy Rey, Sebastião Cruz, presidente do Clube Náutico América
O Clube que honrosamente representou pelo Remo Blumenau está em uma luta incansável para resgatar sua história brilhante e retomar com tudo no Remo esportivo, orgulhosamente, não só de Santa Catarina, mas de Brasil.
A busca de um ideal para o Clube, provar que a modalidade de Remo e um esporte olímpico e que é viável em Blumenau, devido a diversos fatores, material humano, um rio espetacular para treinamento que em poucos lugares do Brasil temos um Clube tão bem localizado para treinamento.
Um povo hospitaleiro e guerreiro, temos que honrar os nossos antepassados. Uma sede que dê condições dignas á estes bravos atletas e dirigentes.
Ata de Fundação
Em outubro do ano de 1920 um grupo de rapazes, tendo a frente João Kersanach, idealizaram a fundação de uma agremiação náutica, com o aproveitamento do Rio Itajaí-Açú que corta a cidade de Blumenau, para a pratica do saudável exercício do Remo.
Remadores nas ioles, fundos da Praça Hercílio Luz, Porto Fluvial.
Aos fundos se vê o lendário Hotel Holetz -1952
Foi escolhido um barracão existente atrás da velha prefeitura municipal no Ribeirão Fresco, servindo ao mesmo tempo de sede, sendo transferido mais tarde para um outro barracão no local onde hoje se encontra a nova construção de dois pavimentos.
Os fundadores são: João Kersanach, Roberto Baier,Antônio Cândido de Figueiredo,Adolfo Wollstein, Paulo Grossenbacher, Victorino Braga, Carlos Souto, Cláudio Buechler, Alfredo Buechele, Edmundo Pozer, Oto Abry, Arnoldo Kumm, Reinaldo Phlmann, Walter Berner e outros.
No dia 7 de setembro de 1921 foi realizado o batismo dos tres primeiros barcos, sendo as Yoles "NAHYD", "Nina" e "Luz".Tendo aumentado consideravelmente o quadro social, e o entusiasmo pelo remo, urgia a instalação de uma nova sede com conforto ee higiene. Não estando o Clube a levantar um empréstimo, o saudoso Victor Hering ofereceu-se a custear a construção, tendo havido a festada cumieira em agosto de 1932. O Clube Náutico América já foi o centro polarizador da Sociedade Blumenauense , com seu salão de danças, servindo para eleições e convenções bem como abrigo dos flagelados atingidos pelas enchentes.
Praticou-se também o Bolão e o Tiro , e a Natação.
Presidentes do Clube Náutico América:
- 1920 a 1929 = João Kersanack
- 1920 a 1930 = Roberto Grossenbacher
- 1930 a 1931 = Leonardo Petrelli
- 1931 a 1932 = Claudio Buechler
- 1932 a 1934 = Victor Hering
- 1934 a 1936 = João Medeiros Junior
- 1936 a 1938 = Alfredo Buechele
- 1938 a 1939 = Alfredo campos
- 1940 a 1942 = Victor Hering
- 1943 a 1944 = Anto V.Avila F.
- 1945 a 1945 = Adolfo Wollstein
- 1946 a 1946 = Acrisio Moreira da Costa
- 1947 a 1947 = Victorino Braga
- 1948 a 1949 = Pedro Reis Junior.
- 1950 a 1950 = Manoel Pereira Junior
- 1951 a 1951 = Hiundlmeyer Castro Pêra
- 1952 a 1960 = Sebastião Cruz
- 1961 a 1965 = Erico Muller
- 1965 a 1968 = J.C.Ubiratan da Silva Jotahy
- 1969 a 1970 = Guido Kranbeck
- 1970 a 1974 = Carlos Ubiratan da Silva Jothay
- 1974 a 1978 = Hans Jürgen Post
- 1978 a 1998 = J.C.Ubiratan da Silva Jotahy
- 1998 a 2000 = Rolf Kroesfeld
- 2000 a 03/01 = Rolf Kroesfeld
- 2001 a 2002 = Sérgio da Silva
- 2002 a 2004 = Sérgio da Silva
- 2004 a 2006 = Aléssio da Silva
- 2006 a 2008 = Sérgio da Silva
- 2008 a 06/09 = Rolf Kroesfeld
- 2009 a 2012 = Sérgio da Silva
- 2012 a 2016 = Rafael Burgonovo    
- 2016 a 2018 = Henrique Passold
Sebastião Cruz sendo entrevistado pelo então locutor Álvaro Correia.
Obs:
Localização Rua XV de novembro,74 fundos - entrada da cidade, o esqueleto cinzento do Edifício América deixa feia a paisagem do Centro Histórico. Assim está ali desde 1979 (O inicio das obras se deu em 1977)  para abrigar a sede do Clube Náutico América, a construção embargada - pelo MPF - Ministério Público Federal em Blumenau (SC) O MPF se baseia no Código Florestal, que estabelece como APP a faixa de 100 metros ao longo do Itajaí-Açu, impedindo qualquer construção. A demolição da antiga sede foi em 1972 e no ano de 1977 o inicio da construção do prédio inacabado.

Mai um capitulo da história da demolição do Ed. América.
O terreno foi doado pelo estado ao Clube Náutico América, em 1936 e desde lá essa novela vem se arrastando. O terreno doado é de 1408 metros quadrado.
Cronologia da vergonha estabelecia:
1936: A Assembleia Legislativa aprova que doa o terreno do Estado ao CN América de Blumenau.
1937: O titulo de concessão da área é homologado pelo Governador Nereu Ramos, e o CN América se instala no mesmo ano.
1962: É lavrada a escritura publica finalizando a doação do terreno e entregue a concessão ao clube.
1977: A RB Planejamento ganha a permuta para construir um prédio residencial. A obra começa mais é interrompida por ferir o Plano diretor e vira área de utilidade pública.
1985: Com o novo plano diretor, o projeto muda para um hotel com 18 andares.
1986: Recomeçam as obras do Ed. América.
1997: Por falta de verbas a RB Planejamentos paralisa as obras. A Itacolomi Incorporações Imobiliárias Ltda. Se interessa em investir no projeto.
1997 até 2006: A obra tem pequenos avanços na construção chegando aos 10 andares.
2007: Falta mão de obra na construção civil
2008: Ministério Público entra na justiça para que seja procedida a demolição do edifício, alegando que o prédio está em área de Preservação Ambiental. IBAMA pede o embrago da obra e a obra é paralisada.
2011: Dia 10 de outubro a ustiça Federal determina a demolição do Ed. América.
Podendo o processo de demolição durar até 6 anos.
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Quarta-feira 20/10/2010 Jornal de Santa Catarina
ARTIGO
Clube Náutico América, 90 anos de atividades Ao final da primeira década do Século 20, o Clube Náutico Marcílio Dias, de Itajaí, com o idealizador, doutor Amadeu da Luz, resolveu subir o Rio Itajaí-Açu com a intenção de criar uma nova sociedade recreativa e desportiva náutica. Essa ideia foi concretizada apenas em 1920, mais precisamente no dia 20 de outubro daquele, com a constituição do Clube Náutico América, instalado no início da Rua XV de Novembro, em Blumenau.
Tendo como fundadores João Kersanack, Roberto Bayer e mais alguns amigos, essa sociedade vingou, tanto social quanto desportivamente. Durante muitos anos, despontou com títulos e vitórias nas modalidades de natação e remo, revelando grandes talentos no esporte. Teve destaque também como clube social, onde a juventude curtia as matinés dançantes promovidas no amplo salão da sede do clube. Eleições também eram realizadas nas instalações do clube.
Logo, a vontade de reestilizar a antiga sede social, dando ares de modernidade e praticidade, foi colocada no papel. No entanto, devido a inúmeros obstáculos e problemas burocráticos, essa ideia foi barrada quando a antiga sede já não existia mais, e, em seu lugar, já havia uma nova edificação. O sonho da efetiva realização e concretização de uma nova sede ainda permanece, mesmo passados quase 40 anos.
Ainda assim, nutrido por muita garra, dedicação e perseverança, o América está novamente ganhando destaque no remo nos níveis estadual, nacional e também internacional. Não é porque não tenhamos uma estrutura adequada que desistiremos dos nossos ideais.
Por isso, estamos animados com a chegada dos 90 anos do clube. Agradecemos de coração a todos os atletas, todos os sócios e colaboradores, patrocinadores, membros da diretoria e àqueles que de alguma forma fizeram parte da história do Clube Náutico América.
Muito obrigado, Blumenau!
SÉRGIO DA SILVA
Presidente do Clube Náutico América
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Para saber mais acesse:
Arquivo de Sergio da Silva/José Geraldo Reis Pfau/Lauro Cordeiro /Luiz Henrique Pfau/Edemar Annuseck/Adalberto Day

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

- Ônibus, Os Passos de Blumenau...

Histórias de nosso cotidiano:

Apresentamos mais uma bela crônica do colunista André Luiz Bonomini relatando sobre as andanças urbanas através de nossos coletivos.

Por André Luiz Bonomini

É amigos...
Já se vão tempos...dias, muitos...meses...anos...
Lá, sempre estão eles, cruzando o centro, os bairros, as grandes ruas e avenidas...
levando e trazendo, muitas pessoas...muitos homens e mulheres, que todos os dias (ou quase), vão atrás de sonhos, amigos, sucessos..muitas coisas alem disto.
Algumas cores nesse arco-íris sobre rodas, alguns azuis, brancos, verdes, amarelos, até brancos e vermelhos, grandes, pequenos, articulados, não importa...
Lá vão indo os ônibus...no seu caminho, imponentes...
Ostentando o nome da cidade que os acolhe...e ainda mais...
A responsabilidade de levar seus habitantes...
De guiar os blumenauenses...
As vezes, esquecemos de quem os conduz...
Sim, os motoristas...homens de "duas personalidades"
De um lado, o cara amigo, do outro, o profissional engajado...
É certo que alguns se levam pelos nervos, mas...
Atrás de um volante, está mais que um profissional...
Está um homem, um ser humano...
Cansado, fadigado, irritado, mas um filho de Deus...
Que mesmo pisoteado por qualquer um...
Ainda encontra no seu trabalho, diversão...
E no ônibus e no cobrador...dois companheiros das alegrias e tristezas...
E também é certo, que nós, os passageiros, também penamos...
As vezes sozinhos, ou junto dos motoristas...
Sozinhos, é quando nos indignamos, com o atraso...
Com as freadas...com as arrancadas...com a lotação do ônibus...
E principalmente, com os benditos 2,57 que ainda martelamos na cabeça...
E pensar, que antes, 0,35 centavos nos bastavam para ir do Progresso a Velha...
Do Centro ao Aterro...do nada ao lugar nenhum até...
Mas, creio que dias melhores virão...claro...afinal não somos brasileiros também?
E por acaso desistimos?
Nos ônibus, também encontramos histórias...
As vezes, lá está um trabalhador, ansioso para chegar na sua casa...
Dormindo, com a cabeça apoiada no vidro, sem ligar pras batidas que ela da nele...
Também está o namorado(a), nervoso...para encontrar sua menina(o)...
Não para de olhar pra fora e também de roer as cutículas...
Ora entram até os pedintes de dinheiro, se é que algum realmente precisam...
E talvez aquela estudante de faculdade, apressada, com os cabelos molhados...
Despertando a atenção dos caras no ônibus...e lendo o ultimo livro da saga"Crepúsculo" não importa, trabalhador estudante, apaixonado, menina, rapaz, homem, mulher...
São blumenauenses, pessoas, gente que passa, e deixa alguma lembrança...
Enquanto o ônibus roda...em seu caminho...
No dia-a-dia, deste longínquos anos, a vida tem sido maratona...
Nos horários de pico, carros lotados...gente se segurando onde pode...
Motoristas trabalhando com a cuca, pra lá e pra cá...se revezando...
Até que o trânsito de Blumenau hoje, até nos abre o raciocínio...
As vezes, esperamos dois ônibus da mesma linha, pra ver qual ta mais vazio...
É lógica, que as vezes não da certo...claro...
Mas é a vida, é a correria dos dias, que sempre passam imparciais...
E que também passam assim, dentro e fora de um ônibus...
Olho para trás, lá vejo outros tempos, outras histórias...
Lembro de um idoso chamado Kuhn, que lá da velha...vinha de ônibus...
Depois, fardados de marrom e bege, ostentavam o nome de Rodovel...
Que até hoje os acompanha no centro e em seu berço, a Velha...
Também recordo de 3 letras V, estampadas nos carros, parecendo pássaros...
Era um povo de 2 cidades, cruzando esse "Verde Vale"...
Mas, eu, venho mais forte, falar de uma família...os Sackl...
Que colocaram fé nos carros, embaixo de uma igreja...
Em frente a Igreja Nossa S. da Glória
E ainda hoje, podemos dizer que vemos a Nossa Senhora da Gloria com eles...

Pra ter força no trânsito de hoje, precisa de fé também, não é?

É, já se vão anos...hoje parado aqui, num ponto de ônibus...
Lembrei dessas palavras que escrevi...que viram momentos...
Momentos, valiosos, coisas que passam devagar na nossa mente...
De pegar ônibus no centro pra casa, passamos para os terminais...
Dos "pega-mão" nas portas, passamos até a levar os cadeirantes...
Olho a estrada do futuro, o que aguarda...ninguém sabe...
Mas, só espero que ela, seja menos esburacada, mas limpa e lisa...
Nisso, me levanto, mas uma vez o ônibus se aproxima...
E lá eu entro...pra mais uma jornada...pra mais uma história...
Que risca a estrada...rasga a rua...nos trilhos da cidade-jardim...
Para saber mais acesse: http://adalbertoday.blogspot.com/2008/02/empresa-nossa-senhora-da-glria.html
http://adalbertoday.blogspot.com/2008/04/auto-viao-catarinense-80-anos-de.html

Dentro de um ônibus...dos ônibus...dos passos de Blumenau.
Texto/André Luiz Bonomini. Arquivo de Adalberto Day

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

- A arte Fotográfica em Blumenau 1953

2º salão Internacional de arte Fotográfica de Blumenau, 1953.

Introdução:
Novamente tem o Foto Club Blumenau o prazer e a honra de apresentar ao público blumenauense e, por intermédio deste catálogo, aos seus amigos de todos os países, um Salão Internacional de Arte Fotográfica.
Embora se trate apenas uma segunda mostra de fotografias deste gênero, foi nosso club foi mais uma vez distinguido por um numero surpreendente de amadores dos mais longínquos países, que atendendo ao nosso convite, não hesitaram de nos enviar os seus melhores trabalhos.
Por outro lado, não poupou o Foto Club Blumenau esforços e sacrifícios para que, por seleção rigorosa e, apresentação esmerada, as obras admitidas fossem oferecidas á visitação pública em ambiente que merecem.
Cumpre-nos aqui apresentar os nossos sinceros agradecimentos:
- ao comercio e indústria do Vale do Itajaí, que, por sua ajuda moral, material e financeira, tornaram possíveis a Exposição e seu catalogo;
- aos expositores, nacionais e internacionais, que nos honraram com as remessas de suas obras;
- a Diretoria do Teatro Carlos Gomes(foto) pela cessão dos belos salões, condição imprescindível ao sucesso da exposição;
- ao final, ao público blumenauense, que, por, sua atenção e interesse nos estimula a levar adiante esta nossa iniciativa.
A Diretoria


Colaboração: Sidney Saut,Presidente da Confederação de Fotografia Brasileira/Rubens Heusi

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

- Almanaque Bela Vida Edição nº 3

Mais uma participação na Revista Almanaque Bela Vida - bairros Garcia e Glória.
A Revista como sempre trás belas reportagens e destaques de nossa comunidade.
Nesta edição de Setembro/Outubro/2010, Garcia-Glória - página 06 e 7, em curiosidades Falamos sobre a Rua da Glória antiga Gruta e a Rua Amazonas Festas Populares - no Grande Garcia - Distrito do Garcia.
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Bela Curiosidade: Glória
Almanaque Bela Vida

 
Antiga Gruta
Na imagem da gruta da década de 1950, a padroeira da Igreja Nossa Senhora da Glória, com Frei Raul Bunn, Amolda, Águida e Nadir.
A Gruta pertencia à Igreja Nossa Senhora da Glória, e se localiza aos fundos no alto do morro. A Igreja Nossa Senhora da Glória (pedra fundamental em 1942) foi inaugurada em 16 de março de 1947.
Nas décadas de 50 a 70 era comum procissões e romarias de fieis até a gruta para cumprir promessas e pedidos dos fieis devotos à Santa.
Hoje, a gruta com a imagem da padroeira pode ser vista ao lado da Igreja.
Fonte: Adalberto Day/Cientista Social e pesquisador da História - http://www.adalbertoday.blogspot.com/

Bela Curiosidade: Garcia
Festas Populares
A imagem mostra um desfile de funcionários fantasiados de indígenas da Empresa Industrial Garcia em 1968. Era comum essas apresentações teatrais ao vivo, organizadas pela direção da empresa, e, sempre a frente, o senhor José Pera, que além de motorista era treinador do Clube Amazonas. O local das apresentações era em desfiles pelas Ruas da Glória, Amazonas e culminando no estádio do Amazonas. Grande parte da comunidade blumenauense prestigiava o evento, chegando a lotar o estádio, com cerca de 5 mil pessoas.
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Fonte: Adalberto Day/Cientista Social e pesquisador da História
- www.adalbertoday.blogspot.com
Almanaque Bela Vida Setembro/Outubro/2010 - ano 1 - nº 3
Editora Bela Vida
Diretor: Edson Peres Gonçalves
Coordenação Geral: Lilian Peres Gonçalves
Revisão de texto: Madalena Parisi Duarte
Foto: arquivo de Dalva e Adalberto Day

domingo, 10 de outubro de 2010

- Destaques do bairro Glória

Em destaques do bairro da Glória, o nosso amigo Ilson Roberto de Borba nos apresenta fotos das décadas de 1950/60 - da Escola São José - Hoje E.E.B. Governador Celso Ramos
- Primeira Fanfarra
Primeira fanfarra da Escola Governador Celso Ramos, em Blumenau, no desfile de 7 de Setembro na Rua XV, em 1968. A fanfarra recebeu dos organizadores a premiação de destaque do desfile. (Imagem: arquivo pessoal de Ilson R. de Borba e Adalberto Day) 
Publicado no Jornal de Santa Catarina - dia 25/08/2010 - Coluna Almanaque do Vale

EEB Governador Celso Ramos, Bairro Glória. O educandário foi fundado em 14 de fevereiro de 1929, com o nome de Escola Paroquial São José.

Este ano (1968) a fanfarra foi considerada a melhor entre os colégios que desfilaram no dia em comemoração a sete de setembro.
Instrumentos de sopro coordenado por Ilson R. de Borba em conjunto de Celso Pereira, Carlos França (+), e Francisco.
Saudoso Carlos França, desfilando e segurando o instrumento de sopro com as duas mãos, no centro após o Ilson.
No Bumbo, o Sr. Arnoldo Sutter, da Contabiliadade da Artex, Logo atrás desfilando também o Sr. Jonas Cardoso e demais membros .
No repique, o Sr. Phiffer, primeiro da fila.
Foto de 1956, Destaque as professoras da escola São José, Rua da Glória em companhia da professora Júlia Strzalkowska (Senhora de óculos) .
Na imagem acima (E), professoras : Ida Zaida de Borba Zendron , Nadir, Amelinha; Abaixo (E) professoras: Arnolda, Júlia Strzalkowska, Maria Rila , Maria Clara.
Foto de 1957 na Escola São José, das professoras em companhia com uma, das irmãs, que faziam parte do quadro docente. As professoras usavam uniformes de cinto preto conforme o destaque na professora Ida Zaida de Borba Zendron.

- Jardim de infância
Primeira turma do Jardim de Infância Beato João Martinho, em 1962, da Escola São José, localizada na Rua da Glória, em Blumenau. Sentados entre as crianças, estão o frei João Maria e a professora Ida Zaida de Borba. (Imagem: arquivo pessoal de Ilson Roberto de Borba e Adalberto Day)
Publicado no Jornal de Santa Catarina no dia 22/09/2010 - Coluna Almanaque do Vale

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